Susceptibilidade

corda

Susceptibilidade

“Suscetível indica a probabilidade de acontecer alguma coisa”

“Que possui uma maior probabilidade de contrair certas doenças.”

Sinónimos: melindrosopassívelsensívelsujeito vulnerável

Ser susceptível indica que existe uma maior probabilidade de contrair uma determinada doença, de acontecer alguma coisa. Podemos dizer também, estar sujeito, ser vulnerável a uma determinada doença.

Cristo assumiu a humanidade “com as mesmas susceptibilidades” físicas e mentais que possuímos.

Mesmo Cristo tendo assumido a humanidade com todas as susceptibilidades que possuímos Ele nunca foi contaminado pela doença chamada pecado provando assim a possibilidade de que pela graça de Deus possamos também passar a viver completamente livres da escravidão do pecado mesmo com nossa natureza atual.

“Tive a liberdade e poder para apresentar Jesus, que tomou sobre Si as fraquezas e levou a dor e as tristezas da humanidade, vencendo em nosso favor. Ele foi feito à semelhança de Seus irmãos, com as mesmas susceptibilidades físicas e mentais. Assim como nós, em tudo Ele foi tentado, mas sem pecar; e Ele sabe como socorrer aqueles que são tentados. Estais oprimidos e perplexos? Assim esteve Jesus. Sentis a necessidade de encorajamento? Assim sentia Jesus. Da maneira como vos tenta Satanás, assim tentava ele a majestade do céu.”-RH, 10/02/1885. ( Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 152 )

“Não Se contaminava com a corrupção, era um estranho ao pecado, e contudo orava, e isso muitas vezes com forte clamor e lágrimas. Ele orava por Seus discípulos e por Si mesmo, assim Se identificando com nossas necessidades, com nossas fraquezas e falhas, tão comuns à humanidade” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 140

‘Cristo, o Redentor do mundo, não estava situado onde as influências que O cercavam eram as mais apropriadas para preservar uma vida de pureza e moral imaculada; contudo, Ele não foi contaminado.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 143

“Mas Jesus, vindo habitar na humanidade, não recebe nenhuma contaminação. Sua presença tem virtude que cura o pecador.” DTN p. 266

“Que cena esta, para ser contemplada pelo Céu! Cristo, que não conhecia o mínimo vestígio de pecado ou contaminação, tomar nossa natureza em seu estado deteriorado.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 184

“Cristo revestiu Sua divindade com a humanidade, e veio a este mundo para viver uma vida livre da contaminação do pecado, para que os seres humanos, lançando mão da divindade, possam tornar-se participantes da natureza divina, escapando assim da corrupção que há no mundo mediante a sensualidade.” Olhando Para o Alto p. 297

Cristo sujeito as nossas fragilidades.

Cristo sujeito “às fragilidades da humanidade.”E todavia não conheceu pecado. Era o Cordeiro ‘imaculado e incontaminado’”.

“Ele era sujeito às fragilidades da humanidade.” ST, 22/04/1897; Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 180

“Tomando sobre Si a natureza humana em seu estado decaído, Cristo não participou, no mínimo que fosse, do seu pecado. Era sujeito às debilidades e fraquezas que atribulam o homem, para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças”. Mat. 8:17. Ele foi tocado com a sensação de nossas fraquezas, e em tudo foi tentado como nós. E todavia não conheceu pecado. Era o Cordeiro ‘imaculado e incontaminado’”. ME vol. 1 p. 256

Cristo nunca cedeu ao pecado nem mesmo em pensamento.

“Ele sofreu ao ser tentado, e sofreu proporcionalmente à perfeição de Sua santidade. Mas o príncipe das trevas não achou nEle ; nem sequer um simples PENSAMENTO OU  SENTIMENTO respondeu à tentação.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 152

“”Vem o príncipe do mundo”, disse Jesus; “e ele nada tem em Mim.” João 14:30. Nada havia nEle que correspondesse aos sofismas de Satanás. Ele não consentia com o pecado. Nem por um pensamento cedia à tentação. O mesmo se pode dar conosco.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 123.

 

Vimos que Cristo assumiu nossa natureza “com as mesmas susceptibilidades físicas e mentais” que possuímos. Vimos também que Ele “era sujeito às fragilidades da humanidade” mesmo assim Cristo nunca foi contaminado pelo pecado. Isso prova que nossas susceptibilidades e nossas fragilidades não são desculpas para vivermos mergulhados na lama do pecado. Podemos sim viver como Cristo viveu se se buscarmos ter uma comunhão verdadeira com o Pai como Cristo sempre teve. Definitivamente não podemos esperar a glorificação para sermos plenamente libertados da escravidão do pecado. Precisamos entender que a mudança que ocorrerá não glorificação será para aqueles que foram purificados, mas que ainda são sujeitos ou susceptíveis a cometer pecados não mais serão sujeitos ou susceptíveis a cometerem pecados. No texto a seguir descreve claramente a condição de vida dos salvos após a glorificação onde não mais haverá tentador, “nem possibilidade para o mal. Todos os caracteres resistiram à prova do mal, e nenhum será jamais susceptível ao seu poder.”

“Nenhuma árvore da ciência do bem e do mal oferecerá oportunidade para a tentação. Não haverá ali tentador, nem possibilidade para o mal. Todos os caracteres resistiram à prova do mal, e nenhum será jamais susceptível ao seu poder.” Educação p. 312

Na bíblia vemos o apóstolo Paulo descrever essa transformação da seguinte forma. “aquilo que é corruptível se revista de incorruptibilidade”

“Pois é necessário que aquilo que é corruptível se revista de incorruptibilidade, e aquilo que é mortal se revista de imortalidade.

Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade e o que é mortal de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: “A morte foi destruída pela vitória”. 1 Coríntios 15: 53-54

 

Um alerta do Senhor para nós

Entre nós, há os que, como Acã, farão confissões quando for demasiado tarde para se salvarem. […] Eles não estão em harmonia com o que é correto. Desprezam o testemunho positivo que atinge o coração, e gostariam que fossem silenciados todos os que fazem repreensões.” Testimonies, vol. 3, pág. 272. Eventos Finais pág.175-176

“Os pretensos crentes, que chegam despreparados ao tempo de angústia, confessarão, em seu desespero, seus pecados perante o mundo em palavras de angústia, enquanto que os ímpios exultam sobre seu desespero. O caso de todos eles é sem esperança.  Os que adiaram a preparação para o dia de Deus não podem fazer essa preparação no tempo de angústia nem em qualquer período futuro.” – Signs of the Times, 27 de novembro de 1879. (O Batismo do Espírito Santo pág.112)

Um dia será tarde demais

“Quando Cristo vier, será então demasiado tarde para que os erros sejam corrigidos, demasiado tarde para que o caráter seja mudado, demasiado tarde para obter um caráter santo. Agora é o tempo da preparação; agora é o tempo em que podemos ter nossos defeitos removidos; agora é o tempo em que nossos pecados devem ser submetidos, de antemão ao juízo, ser confessados e pelo arrependimento obter perdão para nossos nomes. Que Deus ajude aqueles que ensinam a verdade a serem modelos de piedade, repletos de mansidão e de bons frutos. Carta 60, 1886. 26 de dezembro, Olhando Para o Alto pág. 367

Que possamos atender o apelo do nosso maravilhoso Deus e buscar a transformação necessária para nossa salvação em ocasião oportuna.

“Os que estiverem vivendo sobre a Terra quando a intercessão de Cristo cessar no santuário celestial, deverão, sem mediador, estar em pé na presença do Deus santo. Suas vestes devem estar imaculadas, o caráter liberto de pecado, pelo sangue da aspersão. Mediante a graça de Deus e seu próprio esforço diligente, devem eles ser vencedores na batalha contra o mal.” GC p. 425

”Cuidado com os adiamentos! Não deixe para depois a decisão de abandonar seus pecados e buscar a pureza de coração através de Jesus. É nesse ponto que milhares têm errado, e se perderão para sempre. Não vou me demorar aqui sobre a brevidade e as incertezas da vida. Mas há um perigo terrível- e não suficientemente compreendido- em adiar o atender ao chamado do Espírito Santo, preferindo permanecer no pecado, pois é isso que acontece quando esse adiamento ocorre. O pecado, por menor que possa parecer, implica risco de perda da vida eterna. Aquilo que não vencermos acabará por nos vencer, e causará a nossa destruição.” Caminho a Cristo pág. 22

Os que estiverem esperando que na glorificação sejam plenamente transformados precisam entender que a única transformação que sofrerão aqueles que ainda estiverem no pecado depois do fechamento da porta da graça será a transformação de ser vivo para cinza.

“Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” Hebreus 4:16

 

Que o nosso maravilhoso Deus nos liberte do pecado em ocasião oportuna!

“Temei a Deus e dai-lhe glória.” Um chamado para santidade

ALEGORIA

 

Ferrari

fusca velho 2fusca novo

ferrari 2

Imagine que Deus tenha criado o homem como sendo uma Ferrari, (1) Sim uma Ferrari, com todos os seus recursos, potência, desempenho e beleza, mas com a entrada do pecado essa “Ferrari” com o tempo foi sendo mais e mais degradada, a cada nova geração ficava mais evidente essa degradação. (2) A cada nova geração essa Ferrari foi perdendo sua beleza, seus recursos, potência e ficando cada vez mais com seu desempenho comprometido.

Quando Jesus veio a esse mundo essa degradação havia chegado a tal ponto que aquela Ferrari já não era mais uma Ferrari, mas sim um fusquinha velho, fraco, com desempenho bastante comprometido. Pense em um fusquinha velho, feio, fraco, difícil para pegar, todo cheio de defeitos. Freios, suspenção, caixa de câmbio, tudo com desempenho ruim e sua estrutura tão comprometida que quando em movimento mais parece uma charrete de tanto barulho que faz.

Uma degradação tal que aquela Ferrari nova, linda potente havia se transformado em um fusquinha velho, fraco, feio, todo cheio de defeitos.

Degradação a tal ponto de uma Ferrari se transformar em um fusquinha velho é uma forma de ilustrar a degradação ocorrida na humanidade depois do pecado. A diferença de uma Ferrari nova, para um fusquinha velho é uma forma de ilustrar a diferença do homem criado por Deus para a triste condição do homem quando Jesus veio a esse mundo como homem.

Jesus nunca deixou de ser Deus, mas “revestiu Sua divindade com a humanidade” para vir ao nosso mundo como homem. Então como Jesus veio a esse mundo?

Como uma Ferrari nova ou como um fusquinha velho cheio de defeitos?

[3] Jesus veio como fusquinha. Mas!

Detalhe importantíssimo, Jesus não veio como um fusquinha velho e cheio de defeitos. Jesus veio como um fusquinha perfeito, lindo, possante, desempenho perfeito. (4) Motor de fusca, todas as peças de fusca, mas MILAGROSAMENTE, potência e desempenho de Ferrari.

Jesus não veio como os fusquinhas de Sua época, mas sim como um exemplo do tipo de fusquinha que poderiam ser aqueles fusquinhas fracos e defeituosos, se aceitassem uma restauração plena e depois se mantivessem conectados a mesma Fonte de poder que Cristo sempre esteve conectado. [5] Esse é um detalhe importantíssimo, esse fusquinha transformado, restaurado para continuar tendo esse desempenho de Ferrari deverá sempre estar conectado a essa Fonte de poder. Qualquer separação desse fusquinha perfeito com desempenho de Ferrari dessa Fonte de poder fará com que ele volte naturalmente a ser aquele fusquinha velho todo defeituoso.

Glorificação será o momento em que esses fusquinhas perfeitos com desempenho de Ferrari, não apenas terão desempenho de Ferrari, mas serão transformados em Ferrari novamente. Glorificação é o momento em que aquela Fonte de poder que mantinha aqueles fusquinhas com desempenho de Ferrari os transforma definitivamente em Ferrari.  Aqueles fusquinhas perfeitos com desempenho de Ferrari passam a não apenas terem um desempenho de Ferrari, mas sim são transformados e mantidos como Ferrari para toda eternidade.

Fusquinha com motor de fusquinha, todas as peças de um fusquinha, mas milagrosamente desempenho de Ferrari.

[6] Esse fusquinha, perfeito com desempenho de Ferrari, “Jesus” não tinha nenhum recurso, nenhuma “peça” diferente dos demais fusquinhas, nenhuma vantagem especial, nenhum recurso que não estivesse ao alcance dos outros fusquinhas.

Alguém pode então questionar: Se Jesus tinha o desempenho de uma Ferrari por que então não acreditar que na verdade Ele veio como uma Ferrari ou pelo menos com um motor de Ferrari?

Por que não acreditar que Ele veio como uma Ferrari e não como um fusquinha?

[7] Não podemos pensar que Jesus tenha vindo como uma Ferrari ou com algo que não estivesse ao alcance dos demais fusquinhas, porque se assim o fosse Jesus estaria desqualificado para ser um exemplo para todos os homens que vem a esse mundo como fusquinhas.

Não existe desculpa para que os fusquinhas continuem cheios de defeitos com desempenho ruim. Existe solução, Jesus provou isso!

Se Jesus viesse a esse mundo como uma Ferrari ou como um fusquinha possuindo algum recurso que não estivesse ao alcance dos demais fusquinhas, então os outros fusquinhas realmente teriam uma boa desculpa para continuarem fracos e defeituosos.

Jesus veio a esse mundo para provar [8] para todos os homens à possibilidade de plena obediência a lei de Deus. Jesus veio provar que realmente não existe desculpa para o pecado. E Ele só poderia fazer isso vindo ao nosso mundo sem nenhuma vantagem sobre os homens, usando somente recursos que também estivesse ao alcance de todos. E foi exatamente isso que o nosso maravilhoso Salvador fez.

Para uma Ferrari ter um desempenho de uma Ferrari era uma coisa natural, lógica, fácil assim como para Adão era viver em obediência a Deus também era uma coisa natural e fácil.

Para um fusquinha ter o desempenho de uma Ferrari é necessário um milagre assim como foi necessário [9] para Jesus um milagre para ter vivido sempre em obediência a Deus sem jamais contaminado ser pelo pecado ao ter assumido nossa natureza.

Ao passo que para Adão obedecer era uma coisa tão fácil quanto para nós é respirar para Jesus a vida de obediência dependia de uma vigilância constante, era necessário que Jesus estivesse sempre em guarda contra os ataques do inimigo.

Vemos na palavra de Deus relatos de Jesus jejuando e passando noites inteira em oração. Você já encontrou algum relato de Adão antes do pecado também tendo que passar noites inteiras em oração e fazendo jejum?

Somos fusquinhas velhos, fracos e defeituosos [10], que tal aceitarmos a restauração que o Senhor nos oferece?

Preço da restauração: De graça!

Manutenção da restauração: De graça!

No final o Senhor ainda oferece para aqueles fusquinhas que aceitarão a restauração e a manutenção a transformação definitiva de fusquinhas para Ferrari.

Como não aceitar o que o Senhor nos está oferecendo!

QUE O NOSSO MARAVILHOSO DEUS SEJA SEMPRE LOUVADO !!!

1)- Homem criado perfeito

2)- Degradação da humanidade

3) Jesus veio como fusquinha

4)-Jesus veio como fusquinha perfeito

5)- Jesus veio como podemos ser

6)- Sem vantagens sobre nós

7)- Não temos desculpas

8)- Jesus provou

9)- Como Jesus era fortalecido

10)- Restauração

 1)- Homem criado perfeito

“No princípio Deus fez o homem reto. Ele foi criado com perfeito equilíbrio mental, sendo plena e harmoniosamente desenvolvidos o tamanho e a força de todos os seus órgãos.” Conselho Sobre O Regime Alimentar p. 147

“Antes de sua queda, Adão estava livre dos resultados da maldição. Quando foi assaltado pelo tentador, não pesava sobre ele nenhum dos efeitos do pecado. Foi criado perfeito no pensamento e na ação.” ME vol. 3 p. 141

“O homem foi originariamente dotado de nobres faculdades e de um espírito bem equilibrado. Era um ser perfeito, e estava em harmonia com Deus. Seus pensamentos eram puros, santos os seus intentos.” Caminho a Cristo p. 17

“Deus dotou o homem de tão grande força vital que ele tem resistido ao acúmulo de doenças lançadas sobre a raça em conseqüência de hábitos pervertidos, e tem sobrevivido por seis mil anos. Este fato, por si mesmo, é suficiente para nos mostrar a força e a energia elétrica que Deus conferiu ao homem na criação. Foram necessários mais de dois mil anos de delitos e de condescendência com as paixões inferiores para trazer sobre a humanidade enfermidades físicas em grande escala. Se Adão, ao ser criado, não houvesse sido dotado de vinte vezes maior vitalidade do que os homens possuem agora, a humanidade, com seus presentes métodos de vida que constituem uma violação da lei natural, já estaria extinta.” Conselhos Sobre Educação p. 8

“Adão se achava na perfeição de sua varonilidade, a mais nobre das obras do Criador.” Signs of the Times, 11 de junho de 1874. O Lar Adventista p. 26

“Ao sair Adão das mãos do Criador era de nobre estatura e perfeita simetria. Tinha mais de duas vezes o tamanho dos homens que ora vivem sobre a Terra, e era bem proporcionado. Suas formas eram perfeitas e cheias de beleza. Sua cútis não era branca ou pálida, mas rosada, reluzindo com a rica coloração da saúde. Eva não era tão alta quanto Adão. Sua cabeça alcançava pouco acima dos seus ombros. Ela, também, era nobre, perfeita em simetria e cheia de beleza.” EXALTAI-O p. 47

“Quando Adão saiu das mãos do Criador, trazia ele em sua natureza física, intelectual e espiritual, a semelhança de seu Criador. “E criou Deus o homem à Sua imagem” (Gên. 1:27), e era Seu intento que quanto mais o homem vivesse tanto mais plenamente revelasse esta imagem, refletindo mais completamente a glória do Criador. Todas as suas faculdades eram passíveis de desenvolvimento; sua capacidade e vigor deveriam aumentar continuamente.” MARAVILHOSA GRAÇA p. 341

2)- Degradação da humanidade

“O pecado fez por séculos suas terríveis marcas sobre a humanidade; e a degeneração física, mental e moral prevaleceu em toda a família humana.” No Deserto da Tentação, 9 A Tentação

“A família humana, a cada geração sucessiva, estivera se afastando mais e mais da pureza, sabedoria e conhecimento originais que Adão possuía no Éden.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p.42

”Adão foi transportado através de sucessivas gerações e viu o incremento do crime, da culpa e degradação, porque o homem render-se-ia às sua fortes inclinações naturais para transgredir a santa lei de Deus. Foi-lhe mostrada a maldição de Deus caindo cada vez mais pesadamente sobre a raça humana, sobre os animais e sobre a Terra, por causa da contínua transgressão do homem. Viu que a iniquidade e a violência aumentariam constantemente […] História da Redenção p.49

“O Filho de Deus humilhou-Se a Si mesmo e tomou a natureza humana após a humanidade ter-se desviado do Éden por quatro mil anos, do seu estado original de pureza e retidão. O pecado fez por séculos suas terríveis marcas sobre a humanidade; e a degeneração física, mental e moral prevaleceu em toda a família humana.”  No Deserto da Tentação, 9 A Tentação

“Por quatro mil anos estivera a raça a decrescer em forças físicas, vigor mental e moral; e Cristo tomou sobre Si as fraquezas da humanidade degenerada. Unicamente assim podia salvar o homem das profundezas de sua degradação.” D. T. N. pág. 117

”Que contraste o segundo Adão apresentava quando Ele entrou no sombrio deserto para sozinho enfrentar a Satanás! Desde a queda, a raça humana havia diminuído em estatura e força física e decaído cada vez mais na escala do valor moral, até ao período do primeiro advento de Cristo à Terra. A fim de elevar o homem caído, Cristo deveria alcançá-lo onde ele estava. Tomou a natureza humana e carregou as enfermidades e degenerescências da raça humana.” DTN p. 671

3) Jesus veio como fusquinha

“Tive a liberdade e poder para apresentar Jesus, que tomou sobre Si as fraquezas e levou a dor e as tristezas da humanidade, vencendo em nosso favor. Ele foi feito à semelhança de Seus irmãos, com as mesmas susceptibilidades físicas e mentais. Assim como nós, em tudo Ele foi tentado, mas sem pecar, e Ele sabe como socorrer aqueles que são tentados.” Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 152

“A humanidade de Cristo alcançou as profundezas da miséria humana, e identificou-Se com as fraquezas e necessidades do homem caído, enquanto Sua natureza divina alcançava o Eterno.” ME, vol. 1, pág. 271-273

“A fim de elevar o homem caído, Cristo deveria alcançá-lo onde ele estava. Tomou a natureza humana e carregou as enfermidades e degenerescências da raça humana. Aquele que não conheceu pecado tornou-Se pecado por nós. Humilhou-Se a Si mesmo até às profundezas mais baixas da miséria humana, a fim de que pudesse qualificar-Se para alcançar o homem e tirá-lo da degradação na qual o pecado o mergulhara.” No Deserto da Tentação, 10 Cristo Como Segundo Adão. O poder do mal se estivera fortalecendo por séculos, e alarmante era a submissão dos homens a esse cativeiro satânico.” DTN p. 671

“[…] Ele ficou sujeito às debilidades e fraquezas da carne que são próprias da humanidade.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 182

“Ele era sujeito às fragilidades da humanidade.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 180

“Tomando sobre Si a natureza humana em seu estado decaído, Cristo não participou, no mínimo que fosse, do seu pecado. Era sujeito às debilidades e fraquezas que atribulam o homem.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 185

“Ao se Adão assaltado pelo tentador, nenhum dos efeitos do pecado estava sobre ele, mas ele estava cercado pelas glórias do Éden. Não foi assim com Jesus; pois, carregando as fraquezas da humanidade degenerada, Ele adentrou o deserto para lidar com o poderoso adversário, para que pudesse erguer o homem das profundidades da sua degradação.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p.164

“Ele assumiu a natureza humana, com suas fraquezas, suas desvantagens e suas tentações.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p.160

“Através da Sua humilhação e pobreza, Cristo Se identificava coma debilidade da raça caída. […]

“A grande obra da redenção só poderia ser realizada ao tomar o Redentor o lugar de Adão caído. […]

“Ele não apenas foi feito carne, mas foi feito à semelhança da carne pecaminosa.” Carta 106, 1896 Ellen White e a Humanidade de Cristo pág.173

“Ele tomou sobre Si mesmo a forma da humanidade com todos os seus males peculiares.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 148

“Este é um mistério por demais profundo para que a mente humana o penetre. Cristo, em realidade, uniu a natureza ofensora do homem com a Sua própria natureza sem pecado, pois, com o Seu ato de condescendência, Ele seria capaz de derramar Suas bênçãos em favor da raça caída. Desta maneira, fez possível que nos tornássemos co-participantes da Sua natureza. […]“Ele não apenas foi feito carne, mas foi feito à semelhança da carne pecaminosa.” Carta 106, 1896 Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 192-193

“Aquele que era um com o Pai desceu do glorioso trono no céu,… e cobriu Sua divindade com humanidade, descendo, assim, até o nível das debilitadas faculdades do homem.A maior dádiva que o céu poderia derramar foi dada em resgate pela humanidade caída.”-RH, 11/12/1888 (Ellen White e a Humanidade de Cristo pág.156

“Teria sido uma quase infinita humilhação para o Filho de Deus, revestir-Se da natureza humana mesmo quando Adão permanecia em seu estado de inocência, no Éden. Mas Jesus aceitou a humanidade quando a raça havia sido enfraquecida por quatro mil anos de pecado. Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade. O que estes resultados foram, manifesta-se na história de Seus ancestrais terrestres. Veio com essa hereditariedade para partilhar de nossas dores e tentações, e dar-nos o exemplo de uma vida impecável.” DTN, pág.49

“Por quatro mil anos estivera a raça a decrescer em forças físicas, vigor mental e moral; e Cristo tomou sobre Si as fraquezas da humanidade degenerada. Unicamente assim podia salvar o homem das profundezas de sua degradação. Pretendem muitos que  era impossível Cristo ser vencido pela tentação. Neste caso, não teria sido colocado na posição de Adão; não poderia haver obtido a vitória que aquele deixara de ganhar. Se tivéssemos, em certo sentido um mais probante conflito do que teve Cristo, então Ele não estaria habilitado para nos socorrer. Mas nosso Salvador Se revestiu da humanidade com todas as contingências da mesma. Tomou a natureza do homem com a possibilidade de ceder a tentação. Não temos que suportar coisa nenhuma que Ele não tenha sofrido. DTN, pág.117

“O Filho de Deus humilhou-Se a Si mesmo e tomou a natureza humana após a humanidade ter-se desviado do Éden por quatro mil anos, do seu estado original de pureza e retidão. O pecado fez por séculos suas terríveis marcas sobre a humanidade; e a degeneração física, mental e moral prevaleceu em toda a família humana.”  No Deserto da Tentação, 9 A Tentação

4)-Jesus veio como fusquinha perfeito

“Cristo foi a única pessoa que andou sobre a Terra em quem não havia nenhuma mancha do pecado. Ele era puro, imaculado e irrepreensível.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 143

“Agora, enquanto nosso grande Sumo Sacerdote está a fazer expiação por nós, devemos procurar tornar-nos perfeitos em Cristo. Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. O Grande Conflito, pág. 623.

“O Filho de Deus era sem defeito. Nós devemos ter como alvo essa perfeição, e vencer como Ele venceu, se é que queremos ter assento a Sua mão direita.” Testimonies, vol. 3, pág. 336., Mente Caráter, Personalidade, v. 1 p 125

“De toda maneira possível Satanás procurou impedir que Jesus desenvolvesse uma infância perfeita, uma humanidade sem defeito, um santo ministério e um sacrifício sem mácula. Mas foi derrotado. Ele não pôde fazer com que Jesus pecasse.” EXALTAI-O p. 236

“Tomando sobre Si a natureza humana em seu estado decaído, Cristo não participou, no mínimo que fosse, do seu pecado. Era sujeito às debilidades e fraquezas que atribulam o homem.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 185

“Ele nasceu sem a nenhuma mancha do pecado, mas veio ao mundo de maneira semelhante a família humana.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 187

“Nenhum ser humano já possuiu natureza tão sensível como o Santo de Deus, sem pecado, o qual Se manifestou como cabeça e representante daquilo que a humanidade pode tornar-se mediante a comunicação da natureza divina.” RH, 23/01/1894; Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 167

“Ele sofreu ao ser tentado, e sofreu proporcionalmente à perfeição de Sua santidade. Mas o príncipe das trevas não achou nEle ; nem sequer um simples PENSAMENTO OU  SENTIMENTO respondeu à tentação.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 152

“’Vem o príncipe do mundo’, disse Jesus; “e ele nada tem em Mim.” João 14:30. Nada havia nEle que correspondesse aos sofismas de Satanás. Ele não consentia com o pecado. Nem por um pensamento cedia à tentação.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 123.

“Mas Jesus Cristo era o Filho unigênito de Deus. Ele tomou sobre Si a natureza humana, e foi tentado em todas as coisas, como a natureza humana é tentada. Ele poderia ter tentado; poderia ter caído, mas nem por um momento sequer houve nEle uma má propensão.” Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 171

“Aqui, entretanto, não nos devemos tornar comuns e terrenos em nossas ideias. Tampouco, em nossas ideias pervertidas, devemos pensar que a possibilidade de Cristo ceder às tentações de Satanás degradou Sua humanidade fazendo com que Ele viesse a possuir as mesmas propensões pecaminosas e corruptas que o homem possui. […] A provação de Cristo, aqui, foi muito maior do que a de Adão e Eva, pois Cristo tomou a nossa natureza caída, mas não corrompida. […] manuscrito 57 1890; Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 53

“Nunca, de maneira alguma, deixe a mais leve impressão sobre as mentes humanas de que havia uma mancha ou inclinação para a corrupção sobre Cristo, ou que, de alguma maneira, Ele cedeu à corrupção.” Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 172

“O Salvador tomou sobre Si as enfermidades humanas, e viveu uma vida sem pecado, a fim de os homens não terem nenhum temor de que, devido à fraqueza da natureza humana, eles não pudessem vencer.” Ciência do Bom Viver p. 180

 Exatamente como nós exceto pelo pecado

“Jesus conhece nossa fraquezas e tem, Ele mesmo, compartilhado nossa experiência em todas as coisas, exceto no pecado; portanto, Ele preparou-nos uma vereda adequada a nossa força e capacidade.” ST, 17/04/1884; Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 151

“Jesus era sem pecado, e não temia as consequências do pecado, com exceção disso, Sua condição era a mesma da tua.” Carta 17, 1878, Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 149

“Vi que Jesus conhecia nossas fraquezas, e que Ele mesmo passara por vossas experiências em tudo exceto no pecado.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 139

“Ele não tomou sobre Si nem mesmo a natureza dos anjos, mas a humanidade, perfeitamente idêntica à nossa própria natureza, a não ser pela mancha do pecado.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 158

“Em nosso favor, Ele deixou de lado Suas vestes reais, desceu do trono celestial e condescendeu em cobrir Sua divindade com a humildade, tornando-Se como um de nós, a não ser pelo pecado, para que a Sua vida e caráter pudessem ser um padrão para todos imitarem, a fim de poderem ter o precioso dom da vida eterna.”-YI, 20/10/1886  (Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 154)

5)- Jesus veio como podemos ser

“Nenhum ser humano já possuiu natureza tão sensível como o Santo de Deus, sem pecado, o qual Se manifestou como cabeça e representante daquilo que a humanidade pode tornar-se mediante a comunicação da natureza divina.” RH, 23/01/1894; Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 167

“Em Sua vida e caráter Ele não só revela o caráter de Deus, mas a possibilidade do homem. Era Ele o representante de Deus e o exemplo da humanidade.” ME vol. 1 p. 349

Cristo era exatamente o que devemos ser

“Não foi uma pretensa humanidade a que Cristo tomou sobre Si. Ele tomou a natureza humana e viveu a natureza humana. […] Ele estava rodeado de fraquezas. […] Exatamente aquilo que você deve ser, Ele o era em natureza humana. Ele tomou nossas fraquezas. Ele não somente foi feito carne, mas foi feito à semelhança da carne pecaminosa.” Carta 106, 1896 (Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 174)

Cristo veio provar o que a humanidade pode se tornar se aceitar a salvação oferecida pelo Senhor.

“Embora não houvesse nenhuma mancha de pecado em Seu caráter, Ele condescendeu em ligar nossa decaída natureza humana com a Sua divindade. Tomando assim a natureza humana, Ele honrou a humanidade. Tendo assumido nossa natureza decaída, Ele demonstrou o que ela poderia tornar-se pela aceitação da ampla provisão que fizera para ela e tornando-se participante da natureza divina.” Carta 81, 1896. Mensagens Escolhidas, vol. 3 Pág. 134

6)- Sem vantagens sobre nós

“Cristo veio viver a lei em Seu caráter humano exatamente na maneira pela qual todos podem viver a lei na natureza humana se procederem como Cristo procedeu.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 166

“Foram tomadas amplas providências para que o homem finito e decaído possa estar tão ligado com Deus que, por meio da mesma Fonte pela qual Cristo venceu em Sua natureza humana ele consiga resistir firmemente a todas as tentações, como Cristo o fez.” Manuscrito 94, 1893  ( Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 166 )

“Se Cristo tivesse sido enganado pelas tentações de Satanás e houvesse exercido Seu poder miraculoso para livrar-se de alguma dificuldade, Ele teria rompido o contrato feito com Seu Pai de ser alguém provado em lugar da raça.” RH, 01/04/1875  (Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 146)

 “Se tivéssemos, em certo sentido, um mais probante conflito do que teve Cristo, então Ele não estaria habilitado para nos socorrer. Mas nosso Salvador Se revestiu da humanidade com todas as contingências da mesma. Tomou a natureza do homem com a possibilidade de ceder à tentação. Não temos que suportar coisa nenhuma que Ele não tenha sofrido.” DTN p. 117

“Tive a liberdade e poder para apresentar Jesus, que tomou sobre Si as fraquezas e levou a dor e as tristezas da humanidade, vencendo em nosso favor. Ele foi feito à semelhança de Seus irmãos, com as mesmas susceptibilidades físicas e mentais.” Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 152

“Ele se agarrava à dependência do Onipotente; e isto cada membro da família humana tem o privilégio de fazer. Cristo não fez nada que a natureza humana não possa fazer se ela tem parte com a natureza divina.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 180

“Não precisamos classificar a obediência de Cristo, por si mesma, como alguma coisa para a qual Ele Se achava particularmente adaptado, por Sua especial natureza divina, pois Ele Se encontrava diante de Deus como o representante do homem e foi tentado como substituto e fiador do homem. Se Cristo possuísse um poder especial que o homem não tem o privilégio de possuir, Satanás ter-se-ia aproveitado desse fato. A obra de Cristo era tirar das reivindicações de Satanás o seu domínio sobre o homem, e só podia fazê-lo da maneira como Ele veio – como homem, tentado como homem e prestando a obediência de um homem. […] Tende em mente que a vitória e a obediência de Cristo são as de um verdadeiro ser humano. Em nossas conclusões, cometemos muitos erros devido a nossas idéias errôneas acerca da natureza humana de nosso Senhor. Quando atribuímos a Sua natureza humana um poder que não é possível que o homem tenha em seus conflitos com Satanás, destruímos a inteireza de Sua humanidade. Ele concede Sua graça e poder imputados a todos os que O aceitam pela fé. A obediência de Cristo a Seu Pai era a mesma obediência que é requerida do homem.” ME, vol. 3 pág. 139

“Em Cristo habitava corporalmente a plenitude da Divindade. É por isso que, embora tal como nós, fosse tentado, Ele ergueu-Se perante o mundo desde a primeira vez que nele entrou, sem mancha de corrupção, apesar de estar rodeado por ela. Não devemos também tornar-nos co-participantes dessa plenitude? Não é tão-somente desta maneira que podemos ser vitoriosos, assim como Ele foi vitorioso?”  Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 160

“Sofreu toda provação a que estamos sujeitos. E não exerceu em Seu próprio proveito poder algum que nos não seja abundantemente facultado. Como homem, enfrentou a tentação, e venceu-a no poder que Lhe foi dado por Deus. Diz Ele: “Deleito-me em fazer a Tua vontade, ó Deus meu; sim, a Tua lei está dentro do meu coração.” Sal. 40:8.” DTN p. 84

“Jesus, o Redentor do mundo, só podia guardar os mandamentos de Deus da mesma maneira que a humanidade pode guarda-los.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 164

 “Ele só Se serviu das armas que os seres humanos estão em condições de usar- a palavra dAquele que é poderoso em conselho- ‘Está escrito.’ Mat. 4:4 e 10 Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 184

 “O Senhor Jesus veio ao nosso mundo, não para revelar o que Deus podia fazer, e, sim, o que o homem podia realizar, mediante a fé no poder de Deus para ajudar em toda emergência. O homem deve, pela fé, ser participante da natureza divina e vencer toda tentação com que é assaltado. O Senhor requer agora que todo filho e filha de Adão, pela fé em Jesus Cristo, O sirva na natureza humana que temos atualmente.” ME vol. 3 p. 140

“Eu vos apresento o grande exemplo. […] Ele realmente enfrentou e resistiu as tentações de Satanás como qualquer filho da humanidade. Somente assim poderia Ele ser um exemplo perfeito para o homem. Ele sujeitou-Se à humanidade para Se familiarizar com todas as tentações com as quais o homem é assediado. Ele levou sobre Si as fraquezas e carregou as dores dos filhos de Adão. “Carta 17, 1878 (Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 148)

7)- Não temos desculpas

“O Salvador tomou sobre Si as enfermidades humanas, e viveu uma vida sem pecado, a fim de os homens não terem nenhum temor de que, devido à fraqueza da natureza humana, eles não pudessem vencer. Cristo veio para nos tornar “participantes da natureza divina” (II Ped. 1:4), e Sua vida declara que a humanidade, unida à divindade, não comete pecado. O Salvador venceu para mostrar ao homem como ele pode vencer.” Ciência do Bom Viver pág. 180

“O grande Mestre veio a nosso mundo, não somente para fazer expiação pelo pecado, mas também para ser um mestre tanto por preceito como pelo exemplo. Veio mostrar ao homem como guardar a lei na humanidade, de modo que ele não tivesse nenhuma desculpa para seguir seu próprio critério imperfeito. ME, vol. 3 pág.135

“Cristo não somente deu regras explícitas mostrando como podemos tornar-nos filhos obedientes, mas também nos mostrou em Sua própria vida e caráter como fazer exatamente aquilo que é correto e aceitável para Deus, de modo que não haja desculpa para não realizarmos as coisas que são agradáveis à Sua vista.” Ellen White e a Humanidade de Cristo pág.162

“Cristo […] não transgrediu a lei de Deus em nenhum detalhe. Mais que isso, Ele eliminou qualquer desculpa do homem caído que pudesse alegar alguma razão para não guardar a lei de Deus. Cristo estava cercado das fraquezas da humanidade, era afligido com as mais ferozes tentações, tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, e mesmo assim desenvolveu um caráter reto. Nenhuma mancha de pecado foi encontrada sobre Ele.” Ellen White e a Humanidade de Cristo pág.173

“O Senhor Jesus veio ao nosso mundo, não para revelar o que Deus podia fazer, e, sim, o que o homem podia realizar, mediante a fé no poder de Deus para ajudar em toda emergência. O homem deve, pela fé, ser participante da natureza divina e vencer toda tentação com que é assaltado. O Senhor requer agora que todo filho e filha de Adão, pela fé em Jesus Cristo, O sirva na natureza humana que temos atualmente.” ME vol. 3 p. 140

ACUSAÇÃO DE SATANÁS

“Fusquinhas” nunca conseguiriam obedecer a Deus

“Satanás, o anjo caído, declarara que nenhum homem podia guardar a lei de Deus depois da desobediência de Adão. Ele alegava que toda a humanidade estava sob o seu domínio.” ME vol.3 p. 136

8)- Jesus provou

“Cristo tomou sobre Si a humanidade, por nós. Cobriu Sua divindade, e a divindade e a humanidade foram combinadas. Ele mostrou que era possível observar aquela lei que Satanás declarou não se poder observar. Cristo assumiu a forma humana para estar aqui em nosso mundo e mostrar que Satanás havia mentido. Tomou sobre Si a natureza humana para demonstrar que, com a divindade e a humanidade combinadas, o homem podia guardar a lei de Jeová.” Fé e Obras p. 71

“Como Cristo viveu a lei na humanidade, assim podemos fazer, se nos apegarmos ao Forte, em busca de força.” DTN p. 668

“Eu vos apresento o grande exemplo. […] Ele realmente enfrentou e resistiu as tentações de Satanás como qualquer filho da humanidade. Somente assim poderia Ele ser um exemplo perfeito para o homem. Ele sujeitou-Se à humanidade para Se familiarizar com todas as tentações com as quais o homem é assediado. Ele levou sobre Si as fraquezas e carregou as dores dos filhos de Adão. “Carta 17, 1878 (Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 148)

  “Satanás apresenta a divina lei de amor como uma lei de egoísmo. Declara que nos é impossível obedecer-lhe aos preceitos. A queda de nossos primeiros pais, com toda a miséria resultante, ele atribui ao Criador, levando os homens a olharem a Deus como autor do pecado, do sofrimento e da morte. Jesus devia patentear esse engano. Como um de nós, cumpria-Lhe dar exemplo de obediência. Para isso tomou sobre Si a nossa natureza, e passou por nossas provas. “Convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos.” Heb. 2:17. Se tivéssemos de sofrer qualquer coisa que Cristo não houvesse suportado, Satanás havia de apresentar o poder de Deus como nos sendo insuficiente. Portanto, Jesus “como nós, em tudo foi tentado”. Heb. 4:15. Sofreu toda provação a que estamos sujeitos. E não exerceu em Seu próprio proveito poder algum que nos não seja abundantemente facultado. Como homem, enfrentou a tentação, e venceu-a no poder que Lhe foi dado por Deus. Diz Ele: “Deleito Me em fazer a Tua vontade, ó Deus Meu; sim, a Tua lei está dentro do Meu coração.” Sal. 40:8. Enquanto andava fazendo o bem e curando a todos os aflitos do diabo, patenteava aos homens o caráter da lei de Deus, e a natureza de Seu serviço. Sua vida testifica ser possível obedecermos também à lei de Deus.” DTN, pág.24

“O grande Mestre veio a nosso mundo, não somente para fazer expiação pelo pecado, mas também para ser um mestre tanto por preceito como pelo exemplo. Veio mostrar ao homem como guardar a lei na humanidade, de modo que ele não tivesse nenhuma desculpa para seguir seu próprio critério imperfeito. Vemos a obediência de Cristo. Sua vida era sem pecado. A obediência durante toda a Sua vida é uma censura à humanidade desobediente. A obediência de Cristo não deve ser posta de lado como se fosse completamente diferente da obediência que Ele requer de nós individualmente. Cristo nos mostrou que é possível para toda a humanidade obedecer às leis de Deus.” ME, vol. 3 pág.135

“O Grande Mestre veio ao nosso mundo para estar à frente da humanidade, para assim elevar e santificar a humanidade por Sua santa obediência a todos os requisitos de Deus, mostrando que é possível obedecer a todos os mandamentos de Deus. Ele demonstrou que é possível uma obediência que dure toda a vida. Portanto Ele dá ao mundo homens escolhidos e representativos, como o Pai deu o Filho, para exemplificarem em sua vida a vida de Jesus Cristo.” M. E. vol.3 pág. 139

“O Senhor Jesus veio ao nosso mundo, não para revelar o que Deus podia fazer, e, sim, o que o homem podia realizar, mediante a fé no poder de Deus para ajudar em toda emergência. O homem deve, pela fé, ser participante da natureza divina e vencer toda tentação com que é assaltado. O Senhor requer agora que todo filho e filha de Adão, pela fé em Jesus Cristo, O sirva na natureza humana que temos atualmente.” ME vol. 3 p. 140

“Cristo não só morreu como nosso sacrifício, mas viveu como nosso exemplo. Em Sua natureza humana, Ele Se apresenta completo, perfeito, imaculado. Ser um cristão é ser como Cristo. Todo o nosso ser, nossa alma, o corpo, o espírito, devem ser purificados, enobrecidos, santificados, até que reflitamos a Sua imagem e imitemos o Seu exemplo.” RH, 28/01/1882( Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 150 )

“Satanás tem afirmado que os homens não podem guardar os mandamentos de Deus. Para provar que eles podem, Cristo tornou-Se homem e viveu em perfeita obediência, uma evidência para seres humanos pecadores, para os mundos não caídos e para os anjos celestiais de que o homem pode guardar a lei de Deus através do poder divino que é derramado em abundância sobre todos os que creem. A fim de revelar Deus ao mundo, e para demonstrar ser verdade aquilo que Satanás tem negado, Cristo apresentou-Se como voluntário para tomar a humanidade, e em Seu poder a humanidade pode obedecer a Deus- ST, 10/05/1899 (Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 188 e 189)

“Os que querem vencer devem empenhar ao máximo todas as faculdades de seu ser. Devem lutar, de joelhos diante de Deus, pedindo poder divino. Cristo veio para ser nosso exemplo e nos revelar que podemos ser participantes da natureza divina. Como? – Tendo escapado da corrupção que pela concupiscência há no mundo. ME, vol. 1 pág. 309

“Cristo tomou a humanidade e suportou o ódio do mundo para que pudesse revelar a homens e mulheres que estes poderiam viver sem pecado, que suas palavras, atos, seu espírito, poderiam ser santificados para Deus. Podemos ser cristãos perfeitos se manifestarmos esse poder em nossa vida. Quando a luz do Céu repousar sobre nós continuamente, representaremos a Cristo. Foi a justiça revelada em Sua vida que O distinguiu do mundo e despertou seu ódio. […] As palavras de Cristo são ditas para Seu povo em todas as épocas – para nós sobre quem o fim dos séculos é chegado. Manuscrito 97, 1909.” Olhando Para o Alto p. 297

“Cristo veio para sofrer em favor da raça caída, pois Satanás se gabara de que ninguém poderia resistir aos seus ardis e viver uma vida imaculada neste mundo. Revestido com a natureza humana, o Redentor sujeitou-Se a todas as tentações com as quais são cercados os seres humanos, e venceu em todos os aspectos. O registro de Sua vida é entregue ao mundo, para que ninguém tenha dúvidas quanto ao poder da graça de Deus. Cristo Triunfante MM, pág. 32

9)- Como Jesus era fortalecido

“Revestido da natureza humana, sentia necessidade da força vinda do Pai. Tinha lugares especiais de oração. Comprazia-Se em entreter comunhão com Seu Pai. […] Neste exercício, Sua mente santa, humana, era fortalecida para os deveres e provas do dia. Nosso Salvador identifica-Se com nossas necessidades e fraquezas no fato de haver-Se tornado um suplicante, um solicitante de todas as noites, buscando do Pai novas provisões de força a fim de sair revigorado e refrigerado, fortalecido para o dever e a provação. Ele é nosso exemplo em tudo.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 141

“Muitas vezes orou com fortes clamores e lágrimas. Ele orou por Seus discípulos e por Si mesmo, identificando-Se, assim, com as necessidades, as fraquezas e as falhas que são comuns à humanidade. RH, 19/051885 Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 152-153

“Mas nosso Salvador recorria a Seu Pai celestial em busca de sabedoria e força para resistir ao tentador e vencê-lo. O Espírito de Seu Pai celeste animava e regia Sua vida. Ele era sem pecado. A virtude e a pureza caracterizavam Sua vida.” The Youth’s Instructor, fevereiro de 1873. ME vol. 3 pág. 133 e 134

“Cristo, o que nunca pecou, sobre quem o Espírito Santo foi derramado sem medida, constantemente reconheceu Sua dependência de Deus, e buscava suprimentos  renovados junto à fonte de força e sabedoria.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 154

“Não, meus filhos, nunca podereis ser tentados de maneira tão determinada e cruel como foi nosso Salvador. Satanás estava nos Seus caminhos a todo instante. A força de Cristo estava na oração. Ele tomou a humanidade, carregou nossas fraquezas e tornou-Se pecado por nós.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 143-144

Necessitava estar sempre em guarda

“A vida de Jesus estava em harmonia com Deus. Enquanto criança, pensava e falava como criança; mas nenhum traço de pecado desfigurava nEle a imagem divina. Não ficou, no entanto, isento de tentação[…] Era-Lhe necessário estar sempre em guarda, a fim de conservar Sua pureza.” DTN, pág. 71

 Nunca contaminado pelo pecado

“Não Se contaminava com a corrupção, era um estranho ao pecado, e contudo orava, e isso muitas vezes com forte clamor e lágrimas. Ele orava por Seus discípulos e por Si mesmo, assim Se identificando com nossas necessidades, com nossas fraquezas e falhas, tão comuns à humanidade” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 140

‘Cristo, o Redentor do mundo, não estava situado onde as influências que O cercavam eram as mais apropriadas para preservar uma vida de pureza e moral imaculada; contudo, Ele não foi contaminado.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 143

“Mas Jesus, vindo habitar na humanidade, não recebe nenhuma contaminação. Sua presença tem virtude que cura o pecador.” DTN p. 266

“Que cena esta, para ser contemplada pelo Céu! Cristo, que não conhecia o mínimo vestígio de pecado ou contaminação, tomar nossa natureza em seu estado deteriorado.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 184

“Cristo revestiu Sua divindade com a humanidade, e veio a este mundo para viver uma vida livre da contaminação do pecado, para que os seres humanos, lançando mão da divindade, possam tornar-se participantes da natureza divina, escapando assim da corrupção que há no mundo mediante a sensualidade.” Olhando Para o Alto p. 297

10)- Restauração

“Cristo veio para conceder ao homem poder moral, para o elevar, enobrecer e fortalecer, habilitando-o a ser participante da natureza divina, tendo escapado da corrupção que pela concupiscência há no mundo. MM Nos Lugares Celestiais p. 38

“É a missão de Cristo desfazer toda esta obra do mal. As faculdades da alma, paralisadas pelo pecado, a mente obscurecida, a vontade pervertida, tem Ele poder para fortalecer e restaurar. Ele nos abre as riquezas do Universo, e por Ele nos é comunicada a capacidade de discernirmos estes tesouros e deles nos apoderarmos.” Educação p. 28-29

“Na religião de Cristo, há uma influência regeneradora, que transforma o ser todo, levantando o homem acima de todo vício degradante e vil, elevando os pensamentos e desejos para Deus e o Céu. Ligado ao Ser infinito, o homem se faz participante da natureza divina. Contra ele não têm efeito os dardos do mal; pois que está revestido da armadura da justiça de Cristo.” Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, págs. 51-52

“Quando a alma se rende inteiramente a Cristo, novo poder toma posse do coração. Opera-se uma mudança que o homem não pode absolutamente operar por si mesmo. É uma obra sobrenatural introduzindo um sobrenatural elemento na natureza humana. A alma que se rende a Cristo, torna-se Sua fortaleza, mantida por Ele num revoltoso mundo, e é Seu desígnio que nenhuma autoridade seja aí conhecida senão a Sua. Uma alma assim guardada pelos seres celestes, é inexpugnável aos assaltos de Satanás.” DTN p. 324

“Se nos arrependemos das nossas transgressões e recebemos Cristo como o doador de Vida e nosso Salvador pessoal, tornamo-nos  um com Ele, e a nossa vontade coloca-se em harmonia com a vontade divina. Tornamo-nos co-participantes da vida de Cristo, que é eterna.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 181

“Cristo é nosso Modelo. Ele era manso e humilde. Aprende dEle e imita-Lhe o exemplo. O Filho de Deus era sem defeito. Nós devemos ter como alvo essa perfeição, e vencer como Ele venceu, se é que queremos ter assento a Sua mão direita.” Testimonies, vol. 3, pág. 336., Mente Caráter, Personalidade, v. 1 p 125

“Quando estivermos revestidos da justiça de Cristo, não teremos nenhum prazer no pecado; pois Ele estará trabalhando conosco.” Review and Herald 18/03/1890; Cris Nossa Justiça p. 115

“Sem a graça de Cristo, o pecador está numa condição desesperançada; nada pode ser feito por ele; mas mediante a graça divina, poder sobre natural é comunicado ao homem, e opera na mente, coração e caráter. É mediante a comunicação da graça de Cristo que o pecado é discernido em sua odiosa natureza, e finalmente eliminado do templo da alma.” Review and Herald 4/11/1890; Cristo Nossa Justiça p. 116-117

“Deus revela Cristo ao pecador, e quando vê a pureza do Filho de Deus, não ignora o caráter do pecado. Pela fé na obra e poder de Cristo, a inimizade contra o pecado e Satanás é criada no coração. Aqueles que Deus perdoa são primeiro tornados penitentes.” Review and Herald 1/04/1890 Cristo Nossa Justiça . 123

“É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele torna-se o crente participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer toda tendência hereditária e cultivada para o mal, e gravar Seu próprio caráter em Sua igreja. DTN,  pág. 671

 

“Não sois capazes, por vós mesmos, de sujeitar vossos desígnios, desejos e inclinações à vontade de Deus; mas se permitires, Deus efetuará a obra por vós, destruindo até “os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo.” O Maior Discurso De Cristo pág. 141-143

“A velha natureza, nascida do sangue e da vontade da carne, não pode herdar o reino de Deus. Os velhos caminhos, as tendências hereditárias, os hábitos antigos precisam ser abandonados; pois a graça não é herdada. O novo nascimento consiste em ter novos intuitos, novos gostos, novas tendências. Os que, pelo Espírito Santo, são gerados para uma nova vida, tornaram-se participantes da natureza divina, e em todos os seus hábitos e práticas evidenciarão sua relação com Cristo.” Maranata o Senhor vem p 235

Fortalecidos por Cristo

“Como Vencedor, deu-nos Ele a vantagem de Sua vitória, a fim de que, em nossos esforços para resistir às tentações de Satanás, uníssemos nossa fraqueza à Sua força, nossa desvalia aos Seus méritos. E sustidos por Seu poder perdurável, sob forte tentação, podemos resistir, em Seu nome Todo-poderoso, e vencer como Ele venceu.” Signs of the Times, 12 de março de 1912. Nos Lugares Celestiais p. 251

Que o nosso maravilhoso Deus nos transforme!

NOSSA NATUREZA TRANSFORMADA

natureza transformada

Mudança de natureza

Somos por natureza filhos da ira

“Entre os quais todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.” Efésios 2:3

Com a mente corrompida, “como filhos da ira,” “concebemos” de forma natural o pecado, com pensamentos, desejos e intenções que desagradam nosso maravilhoso Deus. Pecamos porque somos pecadores, estamos pervertidos, depravados, degradados, corrompidos, enfraquecidos. Somos espinheiros produzindo espinhos, “pecados” naturalmente. Estando com a mente corrompida não conseguimos impedir o surgimento do pecado, assim como um espinheiro não consegue deixar de produzir espinhos, mas o Senhor Jesus Cristo pode transformar espinheiros em árvores frutíferas que produzam frutos saborosos para honra e glória de Deus.

Nossa condição

Textos da serva do Senhor que descrevem nossa condição.

Como consequência do pecado de Adão, nascemos com uma natureza enfraquecida, depravada com propensão, inclinação,  tendência para pecar. Nos textos a seguir vemos a serva do Senhor descrever essa triste realidade. Compreender e aceitar nossa triste realidade é importante para que possamos entender que realmente uma grande obra precisa ser feita em nossa vida. Compreendendo nossa triste realidade compreenderemos o quanto necessitamos da graça de Deus para sejamos transformados e purificados para que então passemos a viver uma condição completamente diferente, não mais dominados pela carne, mas sim pelo Espírito.

Depravação natural

“Hábitos maus se formam mais facilmente do que bons hábitos, e os hábitos naus são abandonados com mais dificuldade. A depravação natural do coração é responsável por esse fato muito conhecido: que dá muito menos trabalho desmoralizar os jovens, corromper suas ideias sobre moral e religião, do que incutir-lhes no caráter esses duradouros, puros e incorruptos hábitos de justiça e verdade.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 131

Vontade pervertida

“É a missão de Cristo desfazer toda esta obra do mal. Tem Ele poder para fortalecer e restaurar as faculdades paralisadas pelo pecado, a mente obscurecida, a vontade pervertida.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 132

Propensão inerente à desobediência

“O primeiro Adão foi criado um ser puro, inocente, sem uma mancha de pecado sobre si; ele era a imagem de Deus. Podia cair, e caiu pela transgressão. Devido ao pecado, sua posteridade nasceu com propensões inerentes de desobediência.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 133

Natureza humana é vil

“Cristo trouxe Sua divindade à Terra, velada pela humanidade, para resgatar o homem de sua condição perdida. A natureza humana é vil, e o caráter do homem deve ser transformado antes que possa harmonizar-se com o puro e santo no reino imortal de Deus. Essa transformação é o novo nascimento.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 133

Egoísmo recebido como herança

O egoísmo está entretecido em nosso próprio ser. Recebemo-lo como uma herança, e tem sido acariciado por muitos como um precioso tesouro.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 134

Coração naturalmente depravado

“A fim de entender direito essa questão, cumpre-nos que nosso coração é naturalmente depravado, e somos incapazes, por nós mesmos, de seguir uma reta direção.” Ellen White e a Cristo p. 136Humanidade de

Perda do poder de governar seu coração

“Um dos efeitos deploráveis da apostasia original foi à perda de poder o homem para governar seu próprio coração.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 136

Natureza corrompida

“Por meio de sua capacidade de influenciar, e conseguindo a vantagem de uma mente sobre a outra, ele triunfou sobre Adão, levando-o a pecar. Assim a natureza humana foi corrompida no seu próprio âmago.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 136

Pecaminosos por natureza

“Não havia nEle nenhum pecado através do qual Satanás pudesse triunfar e nem qualquer debilidade ou defeito que ele pudesse usar para sua vantagem. Mas nós somos pecaminosos por natureza, e temos uma obra a fazer para purificar a alma-templo de todas as impurezas.” Review 27 de maio 1884; Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 46

Condição desesperadora!

Devemos entender que nossa condição é desesperadora, continuando corrompidos como estamos estaremos condenados à destruição eterna, devemos ter consciência que somos julgados não apenas pelos nossos atos, mas também pelos nossos sentimentos, desejos e intenções.

“Diz o salmista: “A lei do Senhor é perfeita.” Quão admirável em sua simplicidade, sua amplitude e perfeição, é a lei de Jeová! É tão breve, que nos é possível decorar facilmente cada preceito, e todavia tão abrangente que exprime toda a vontade de Deus, e toma conhecimento não somente das ações exteriores, mas dos pensamentos e intenções, dos desejos e emoções do coração.” Filhos e Filhas de Deus p.39

Necessidade de que nossa natureza seja elevada

“Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria.” Colossenses 3:5

Nos dois textos a seguir veremos que existe a necessidade de que nos empenhemos em uma difícil tarefa, procurar sair desse estado de degradação ou depravação no qual nos encontramos.

“Por meio da operação do Espirito Santo, Ele levanta a mente do seu estado de degradação e a mantém firmada nas realidades eternas. Através dos méritos de Cristo, o homem pode ser capaz de exercitar os poderes mais nobres do seu ser, e de expelir o pecado de sua alma.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 165

“Foi tão difícil para Ele manter o nível da humanidade como é difícil para o homem elevar-se acima do nível baixo da sua natureza depravada, e ser co-participante da natureza divina.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 146

Transformação da natureza

Existe a necessidade de uma completa transformação da nossa natureza e essa transformação ocorre quando realmente experimentamos o novo nascimento, ou seja, quando nascemos do nosso Senhor o Espírito Santo.

“A fonte do coração se deve purificar para que a corrente se possa tornar pura… A vida cristã não é uma modificação ou melhoramento da antiga, mas uma transformação da natureza.” DTN p. 172; Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 133

“O amor de Deus para com os Seus filhos durante o período de sua mais intensa prova, é tão forte e terno como nos dias de sua mais radiante prosperidade; mas é necessário passarem pela fornalha de fogo; sua natureza terrena deve ser consumida para que a imagem de Cristo possa refletir-se perfeitamente.”  Grande Conflito pág. 621

Novo nascimento

“A natureza humana é vil, e o caráter do homem deve ser transformado antes que possa harmonizar-se com o puro e santo no reino imortal de Deus. Essa transformação é o novo nascimento.” Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 133

 “O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito.” João 3:6

“A velha natureza, nascida do sangue e da vontade da carne, não pode herdar o reino de Deus. Os velhos caminhos, as tendências hereditárias, os hábitos antigos precisam ser abandonados; pois a graça não é herdada. O novo nascimento consiste em ter novos intuitos, novos gostos, novas tendências. Os que, pelo Espírito Santo, são gerados para uma nova vida, tornaram-se participantes da natureza divina, e em todos os seus hábitos e práticas evidenciarão sua relação com Cristo.” Maranata o Senhor vem p 235

Como vive o homem que realmente nasceu de novo.

“Pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participante  da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo.” 2 Pedro 1:4

Novo nascimento é um marco entre a morte do velho homem e o nascimento do novo homem. Para que esse novo nascimento realmente tenha ocorrido deverá ser constatado uma mudança radical de condição de vida do velho homem para o novo homem. Velho homem dominado por propensões, inclinações, tendências para pecar, novo homem libertado da carne, libertado dessas propensões, inclinações, tendências para pecar, agora vivendo segundo o Espírito. O novo homem agora “co-participante da natureza divina” libertado, “da corrupção das paixões que há no mundo.”

Tendências para pecar eliminadas, subjugadas

“Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte.” Rom. 7:5

  • “Ao participarmos da natureza divina, as tendências hereditárias ou cultivadas para o mal são separadas do caráter, e somos tornados uma força viva para o bem. […] Deus opera, e o homem opera, para que o homem seja um com Cristo assim como Cristo é um com Deus. “- Ellen G. White, Para conhecê-lo (Meditações Matinais, 1965).”
  • “Cristo morreu a fim de elevá-los e enobrecê-los, e os que retiverem tendências hereditárias para o erro não podem permanecer com Ele. Ele sofreu tudo quanto é possível à carne humana sofrer e resistir, para que passemos triunfantemente por todas as tentações que Satanás invente a fim de destruir-nos a fé.” Filhos E Filhas dDe Deus pág. 294
  • As tendências que controlam o coração natural devem ser subjugadas pela graça de Cristo, antes que o homem caído esteja em condições de entrar no Céu, e partilhar da comunhão com os anjos puros e santos. Atos Dos Apóstolos p. 273
  • “Se alguém acaricia e cultiva tendências hereditárias para o mal, condescendendo com inclinações, apetites e paixões carnais, não poderá jamais entrar no reino de Deus. Mas a pessoa que se esforça por reprimir as más inclinações, que está disposta a ser governada pelo Espírito de Jesus Cristo, é transformada. […]” Cristo Triunfante pág. 187
  • “Ao participarmos da natureza divina, são eliminadas do caráter as tendências hereditárias e cultivadas para o mal, e tornamo-nos um vivo poder para bem.” Cuidado De Deus pág. 366
  • A menos que sejam corrigidas pelo Santo Espírito de Deus, nossas tendências naturais encerram em si mesmas os germes da morte.” CBV p. 455

 

 Propensão para pecar eliminadas

“A fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Rom. 8:4

 “Sem o processo transformador que só pode ocorrer pelo poder divino, as propensões originais para pecar permanecem no coração com toda a sua intensidade, para forjar novas correntes, para impor uma escravidão que jamais poderá ser rompida pelo poder humano. Mas os homens nunca poderão entrar no Céu com seus velhos gostos, inclinações, ídolos, idéias e teorias. O Céu não seria um lugar de alegria para eles; pois tudo estaria em conflito com seus gostos, apetites e inclinações, e se oporia dolorosamente a seus traços de caráter naturais e cultivados.” ME v 3 p. 191

  • Purificação de todo pecado. “Precisamos compreender que pele fé em Cristo é nosso privilégio ser participante da natureza divina e livrar-nos da corrupção das paixões que há no mundo. Então somos purificados de todo pecado, de todos os defeitos de caráter. Não precisamos reter nenhuma propensão pecaminosa.” Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, pág. 943 ( Lição da Escola Sabatina 2° Trim. 1990 pág. 50)
  • “Vosso amor-próprio será ofendido, a alta opinião que tendes de vós mesmos será decepada pelo martelo e o machado, e a aspereza de vosso caráter será aparada; e quando o eu e as propensões carnais são tirados, então a pedra assume as devidas proporções para o edifício celeste, e começa o processo de polir, refinar, sujeitar, aperfeiçoar, e sereis moldados segundo o modelo do caráter de Cristo.” Filhos e Filhas de Deus pág. 319

Inclinação para pecar desarraigadas

“Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito. Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz.” Romanos 8:5-6

  • “Mas os homens nunca poderão entrar no Céu com seus velhos gostos, inclinações, ídolos, ideias e teorias. O Céu não seria um lugar de alegria para eles; pois tudo estaria em conflito com seus gostos, apetites e inclinações, e se oporia dolorosamente a seus traços de caráter naturais e cultivados.” ME v 3 p. 191
  • “Se alguém acaricia e cultiva tendências hereditárias para o mal, condescendendo com inclinações, apetites e paixões carnais, não poderá jamais entrar no reino de Deus. Mas a pessoa que se esforça por reprimir as más inclinações, que está disposta a ser governada pelo Espírito de Jesus Cristo, é transformada.”
  • “As inclinações e desejos humanos não santificados devem ser desarraigados da vida como obstáculos ao crescimento cristão. Carta 13, 1902.” Evangelismo p. 347
  • “O Espírito de Deus produz uma nova vida na pessoa, levando os pensamentos e os desejos à obediência da vontade de Cristo.” MCP v2 p. 658

Impulsos para obediência

“Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é respeitável, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” Filipenses 4:8

  • “O apóstolo se compara a uma pessoa disputando uma carreira, esforçando cada nervo para alcançar o prêmio. “Pois eu assim corro”, diz ele, “não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar. Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado.” I Cor. 9:27. Para que não viesse a correr incertamente ou a esmo na carreira cristã, Paulo se submetia a severo exercício. As palavras “subjugo o meu corpo”, literalmente significam repelir por severa disciplina os desejos, os impulsos e as paixões.” Atos dos Apóstolos p. 314
  • “No coração renovado pela graça divina, o amor é o princípio da ação. Modifica o caráter, governa os impulsos, domina as paixões, subjuga a inimizade e enobrece as afeições. Este amor, abrigado na alma, ameniza a vida e espalha ao redor uma influência enobrecedora.” Caminho a Cristo p. 47
  • “Obediência a Deus é liberdade do cativeiro do pecado, livramento das paixões e impulsos humanos. O homem pode ser vencedor de si mesmo, vencedor de suas inclinações, vencedor dos principados e potestades, e dos “príncipes das trevas deste século”, e das “hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”. Efés. 6:12.” A Ciência do Bom Viver p.131

 

  • “Toda a verdadeira obediência vem do coração. Deste procedia também a de Cristo. E se consentirmos, Ele por tal forma Se identificará com os nossos pensamentos e ideais, dirigirá nosso coração e espírito em tanta conformidade com o Seu querer, que, obedecendo-Lhe, não estaremos senão seguindo nossos próprios impulsos.” DTN p.668

Vimos claramente à necessidade de que nossas propensões, inclinações ou tendências para pecar precisam pela graça de Deus ser completamente subjugadas, eliminadas antes do fechamento da porta da graça, devemos entender que essas manifestações de propensões, Inclinações ou tendências para pecar são na verdade manifestações de defeito de caráter e com defeito de caráter ninguém herdará o reino dos Céus.

DEFEITO DE CARÁTER É PECADO

 “Deus somente aceitará os que estão decididos a ter um alvo elevado. Coloca cada agente humano sob a obrigação de fazer o melhor. De todos é requerido perfeição moral. Nunca devemos abaixar a norma de justiça com o fim de acomodar à prática do mal, tendências herdadas ou cultivadas. Precisamos compreender que imperfeição de caráter é pecado. Todos os justos atributos de caráter habitam em Deus como um todo perfeito e harmonioso, e todo aquele que aceita a Cristo como Salvador pessoal, tem o privilégio de possuir estes atributos.” P J p. 330

“Não sois capazes, por vós mesmos, de sujeitar vossos desígnios, desejos e inclinações à vontade de Deus; mas se permitires, Deus efetuará a obra por vós, destruindo até “os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo”. II Cor. 10:5. Haveis de então operar “vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade”. Filip. 2:12 e 13.para cooperar com Deus.” O Maior Discurso De Cristo pág. 141-143

“Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça. Por essa razão, pois, amados, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis.”  2° Pedro 3:11-14

Que o nosso maravilhoso Deus seja sempre louvado!!!

ÚLTIMA GERAÇÃO

1 JOÃO LIBERTAÇÃO DO PECADO