Paz interior em um mundo repleto de conflitos e divisões

Paz

O que acontecerá aos verdadeiros e fiéis servos de Deus?

“Todo o que nesse dia mau se dispuser a servir a Deus com destemor, segundo os ditames de sua consciência, necessitará de coragem, firmeza e do conhecimento de Deus e Sua Palavra; pois os que forem fiéis a Deus serão perseguidos, seus motivos impugnados, desvirtuados seus melhores esforços e seus nomes repudiados como um mal. Satanás trabalhará com todo o seu poder enganador para influenciar o coração e obscurecer o entendimento, a fim de que o mal pareça bem, e o bem mal. Quanto mais forte e mais pura a fé do povo de Deus, e mais firme sua determinação de obedecer-Lhe, tanto mais ferozmente procurará Satanás instigar contra eles a ira daqueles que, embora se declarando justos, tripudiam sobre a lei de Deus. Requererá a mais firme confiança, o mais heróico propósito reter firme a fé que uma vez foi entregue aos santos.” Atos Dos Apóstolos, pág. 431

 Membros apostatados se tornarão os piores inimigos dos servos de Deus.

“Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. Unindo-se ao mundo e participando de seu espírito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, estão prontos a escolher o lado fácil, popular. Homens de talento e maneiras agradáveis, que se haviam já regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos.” O Grande Conflito, pág.608

Mesmo diante desses grandes desafios a verdade não deve ser renunciada.

“Não penseis que vim trazer paz à Terra; não vim trazer paz, mas espada.”   Mat. 10:34.

“A paz que Cristo chama Sua paz, e que Ele legou a Seus discípulos, não é uma paz que impede todas as divisões; mas é uma paz concedida e desfrutada em meio a divisões. A paz que o fiel defensor da causa de Cristo tem é a consciência de que está realizando a vontade de Deus e refletindo Sua glória em boas obras. É uma paz interna, antes que externa. De fora estão as guerras e disputas mediante a oposição de reconhecidos inimigos e a frieza e suspeita mesmo daqueles que se dizem amigos.  Cristo insta com Seus seguidores: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.” Mat. 5:44. Ele deseja que amemos aqueles que nos oprimem e nos prejudicam. Não devemos expressar em palavras e atos o espírito que manifestam, mas aproveitar toda oportunidade de fazer-lhes o bem. Mas, embora nos seja requerido ser semelhantes a Cristo para com aqueles que são nossos inimigos, não devemos, a fim de ter paz, ocultar as faltas dos que vemos estarem em erro. Jesus, o Redentor do mundo, nunca adquiriu paz por acobertar a iniquidade, ou por qualquer coisa semelhante a transigência. Conquanto Seu coração estivesse constantemente transbordando de amor por toda a raça humana, Ele nunca era indulgente com o pecado. Ele era demasiado amigo dos homens para permanecer em silêncio enquanto prosseguiam num curso de ação que arruinaria sua alma – as almas que Ele adquiriu com Seu próprio sangue. Ele foi um severo reprovador de todo vício, e Sua paz era a consciência de ter realizado a vontade de Seu Pai, antes que uma condição de coisas que existiam como resultado de ter realizado Seu dever. Ele trabalhou para que o homem pudesse ser verdadeiro para consigo sendo tudo quanto Deus espera dele, e verdadeiro com seu interesse eterno e mais elevado. Vivendo num mundo maculado e cicatrizado com a maldição acarretada pela desobediência, o homem não poderia estar em paz consigo a menos que Cristo o advertisse, instruísse e repreendesse. Isso seria adquirir paz às expensas do dever. Todos quantos amam a Jesus e àqueles por quem Ele morreu buscarão seguir as coisas que contribuem para a paz. Mas Seus seguidores devem tomar cuidado especial para que em seus esforços de impedir a discórdia, a verdade não seja renunciada, ao evitar divisões, que não sacrifiquem seus princípios. A verdadeira fraternidade nunca pode ser mantida por comprometer o princípio. Quanto mais os cristãos se aproximam do Modelo, … tanto mais experimentarão a força e veneno da velha serpente, o diabo. Manuscrito 23b, 1896.” Olhando Para O Alto, pág. 214

Que o Senhor nos ajude!!!

“Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” Apoc. 2:10

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