Como reagir diante da Verdade

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Quando a verdade é apresentada, as pessoas podem reagir da seguinte forma:

  • Contestá-la: não é uma boa opção, pois segundo a palavra de Deus nada podemos contra a verdade. Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade.” 2 Coríntios 13:8

O homem que quer tomar uma atitude inteligente não irá contestar a verdade e não tentará derrotá-la, pois se fizer isso será exposto ao ridículo.

  • Aceitá-la: esta sim é uma boa opção, a única que pode conduzir o homem a salvação, mas esta opção envolve responsabilidade e compromisso.

Aceitar realmente a verdade é estar disposto a abrir mão das coisas que só pertencem a esse mundo corrompido. É não ser popular porque a grande maioria não aceita a verdade. Aceitar a verdade é estar disposto a sacrifícios, a sofrer pela verdade, perder amigos, talvez o emprego, ser chamado de fanático e outras coisas mais… Provavelmente esse é o motivo de um grande número de pessoas não aceitar a verdade.

Existe ainda outra forma do homem reagir diante da verdade:

  • Silêncio e inércia. Essa é a opção dos covardes.

As pessoas que escolhem essa opção não cotestam abertamente a verdade, mas também não estão dispostas aceitar e viver a verdade em sua totalidade. Só aceitam a parte da verdade que lhes convém. Essas pessoas não aceitam e não pregam a verdade de forma plena procurando assim não desagradar à maioria e para não sofrerem as consequências já citadas por se aceitar e pregar a verdade.

Infelizmente esta é a opção escolhida pela grande maioria. Pessoas que desejam a salvação, mas que não estão dispostas a abrir mão das coisas que desagradam a Deus.

A grande tragédia é quando um líder escolhe a opção dos covardes. Resultado desta escolha é dizer não à mudança de atitude fandando-se à perda da salvação e, pior ainda, conduzindo outros também para a perdição.

Pedimos aos irmãos que leiam com oração os próximos textos escritos pela serva do Senhor para que possamos compreender como é importante a nossa atitude como cristãos. Aproveitemos para analisar com muita seriedade qual tem sido nossa própria atitude diante da verdade que o Senhor lhe tem apresentado. Que o Senhor nos ajude!

“Quantas vezes em nossos próprios dias é o amor aos prazeres disfarçado por uma “aparência de piedade”! II Tim 3:5. Uma religião que permite aos homens, enquanto observam os ritos do culto, entregarem-se à satisfação egoísta ou sensual, é tão agradável às multidões hoje como o foi nos dias de Israel. E ainda há Arãos flexíveis, que ao mesmo tempo em que mantêm posições de autoridade na igreja, cederão aos desejos dos que não são consagrados, e assim os induzirão ao pecado.”Patriarcas e Profetas, pág. 317

“O ministro de Cristo não deve apresentar ao povo apenas as verdades mais agradáveis, retendo outras que lhes possam causar mágoa. Deve ele observar com profunda solicitude o desenvolvimento do caráter. Se vir que alguém no rebanho está acariciando o pecado, precisa como fiel pastor dar-lhe instrução da Palavra de Deus que se aplique ao caso. Permitisse-lhes ele prosseguirem confiadamente sem advertência, e seria responsabilizado por suas almas. O pastor que cumpre seu alto encargo deve dar a seu povo, fiel instrução sobre cada ponto da fé cristã, mostrando-lhes o que precisam ser e fazer para se apresentarem perfeitos no dia de Deus. Unicamente aquele que é um fiel ensinador da verdade poderá, ao fim de seu trabalho, dizer como Paulo: “Estou limpo do sangue de todos.” Atos 20:26.” Atos Dos Apóstolos, pág. 394

“Deus responsabilizou Eli, como sacerdote e juiz de Israel, pela condição moral e religiosa de Seu povo, e, em sentido especial, pelo caráter de seus filhos. Ele devia a princípio ter tentado restringir o mal por meio de medidas brandas; mas, se estas não dessem resultado, devê-lo-ia ter subjugado pelos meios mais severos. Incorreu no desagrado do Senhor por não reprovar o pecado e executar a justiça no pecador. Não se pôde contar com ele para que Israel fosse conservado puro. Aqueles que têm muito pouca coragem para reprovar o mal, ou que pela indolência ou falta de interesse não fazem um esforço ardoroso para purificar a família ou a igreja de Deus, são responsáveis pelos males que possam resultar de sua negligência ao dever. Somos precisamente tão responsáveis pelos males que poderíamos ter impedido nos outros pelo exercício da autoridade paterna ou pastoral, como se esses atos tivessem sido nossos.” Patriarcas E Profetas, pág. 578

“A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” Educação, pág. 56 e 57.

Que o Senhor nos ajude!

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