Unidade: o vínculo do reavivamento

 Pequenos Grupos - Unidade

Diz o comentário da lição: “Unidade é um ingrediente essencial do reavivamento. Conflito, divisão e contenda não criam um ambiente propício para o reavivamento. No Pentecostes, o Espírito Santo foi derramado sobre uma igreja que se havia unido na missão dada por Cristo. Sua s diferenças foram subordinadas ao chamado supremo para a missão. Diante da comissão de alcançar os perdidos com o evangelho, os primeiros seguidores de Cristo pararam de lutar por supremacia. Se estivessem ocupados na luta pelo poder, a obra teria sido impedida desde o início. Em vez disso, convencidos pelo Espírito Santo a morrer para o eu, eles estavam unidos em propósito e missão.” Lição E. S. 3° Trim. 2013, pág. 45 – Lição de Aluno, pág. 81 – Lição de Professor

Pouco antes da crucificação, antes ainda da celebração da Páscoa na presença de Cristo, os discípulos contendiam sobre quem seria o maior no reino dos céus. Homens que andavam com Cristo e ainda não possuíam o coração transformado e não estavam unidos.

A serva do Senhor, Ellen G. White descreve que na celebração da Páscoa com Jesus. Os discípulos reagiam da seguinte maneira: “Os olhares que trocavam entre si, traduziam ciúmes e rivalidade. Havia “entre eles contenda, sobre qual deles parecia ser o maior”. Essa rivalidade, manifestada na presença de Cristo, O entristeceu e magoou. Apegavam-se os discípulos a sua idéia favorita de que Cristo firmaria Seu poder, e tomaria Seu posto no trono de Davi. E no coração cada um continuava a anelar a posição mais elevada no reino. Haviam-se estimado a si mesmos e uns aos outros, e em lugar de considerar seus irmãos mais dignos, colocavam-se a si mesmos em primeiro lugar. O pedido de Tiago e João, de se assentarem à direita e à esquerda do trono de Cristo, despertara a indignação dos outros. O terem os dois irmãos tido a presunção de pedir a mais alta posição despertara por tal forma os dez, que havia ameaça de alheamento. Pensaram que eram mal julgados, que sua fidelidade e seus talentos não eram apreciados. (…) Quando os discípulos entraram na sala da ceia, tinham o coração cheio de ressentimentos. (…) Surgira outra causa de dissensão. Numa festa, era costume que um servo lavasse os pés aos hóspedes, e nessa ocasião se fizeram preparativos para esse serviço. O jarro, a bacia e a toalha ali estavam, prontos para a lavagem dos pés; não havia nenhum servo presente, porém, e cabia aos discípulos fazer isso. Mas cada um deles, cedendo ao orgulho ferido, resolveu não desempenhar a parte de servo. Todos manifestaram total desinteresse, parecendo inconscientes de haver qualquer coisa para fazerem. Por seu silêncio, recusavam-se a humilhar-se.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 643 e 644

Vale ressaltar que muitos acontecimentos mexeram com os discípulos para um grande aprendizado, mas foi no recebimento do Senhor Espírito Santo sobre eles que realmente tiveram suas vidas transformadas para a glória de Deus.

Os dias que anteciparam a vinda do Consolador

A serva do Senhor relata que “Havia nesses primeiros discípulos frisante diversidade. Eles deviam ser ensinadores do mundo e representavam amplamente variados tipos de caráter. Para conduzir com êxito a obra para a qual haviam sido chamados, esses homens, diferindo em características naturais e em hábitos de vida, necessitavam chegar à unidade de sentimentos, pensamento e ação. Esta unidade, Cristo tinha por objetivo assegurar. Para alcançar este fim Ele procurou mantê-los em união consigo próprio. A responsabilidade que Ele sentia em Sua obra por eles é expressa em Sua oração ao Pai: “Para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, o és em Mim, e Eu em Ti; que também eles sejam um em Nós.” “Para que o mundo conheça que Tu Me enviaste a Mim, e que os tens amado a eles como Me tens amado a Mim.” João 17:21 e 23” Atos dos Apóstolos, pág. 21 e 22

“Ao esperarem os discípulos pelo cumprimento da promessa, humilharam o coração em verdadeiro arrependimento e confessaram sua incredulidade. Ao trazerem à lembrança as palavras que Cristo lhes havia dito antes de Sua morte, entenderam mais amplamente seu significado. Verdades que lhes tinham escapado à lembrança lhes voltavam à mente, e eles as repetiam uns aos outros. Reprovavam-se a si mesmos por não haverem compreendido o Salvador. Como numa procissão, cena após cena de Sua maravilhosa vida passou perante eles. Meditando sobre Sua vida pura, santa, sentiram que nenhum trabalho seria árduo demais, nenhum sacrifício demasiado grande, contanto que pudessem testemunhar na própria vida, da amabilidade do caráter de Cristo. Oh! se pudessem viver de novo os passados três anos, pensavam, quão diferentemente agiriam! Se pudessem somente ver o Mestre outra vez, com que ardor procurariam mostrar quão profundamente O amavam, e quanto se haviam entristecido por terem-nO ferido com uma palavra ou um ato de incredulidade! Mas estavam confortados com o pensamento de que haviam sido perdoados. E determinaram que, tanto quanto possível, expiariam sua incredulidade confessando-O corajosamente perante o mundo. Os discípulos oraram com intenso fervor para serem habilitados a se aproximar dos homens, e em seu trato diário, falar palavras que levassem os pecadores a Cristo. Pondo de parte todas as divergências, todo o desejo de supremacia, uniram-se em íntima comunhão cristã.Aproximaram-se mais e mais de Deus, e fazendo isto sentiram que era um privilégio o ser-lhes dado associar-se tão intimamente com Cristo. A tristeza lhes inundava o coração ao se lembrarem de quantas vezes O haviam mortificado por terem sido tardos de compreensão, falhos em entender as lições que, para seu bem, estivera buscando ensinar-lhes. Esses dias de preparo foram de profundo exame de coração. Os discípulos sentiram sua necessidade espiritual, e suplicaram do Senhor a santa unção que os devia capacitar para o trabalho de salvar almas. Não suplicaram essas bênçãos apenas para si. Sentiam a responsabilidade que lhes cabia nessa obra de salvação de almas. Compreendiam que o evangelho devia ser proclamado ao mundo, e reclamavam o poder que Cristo prometera.” Atos dos Apóstolos, pág. 34 e 35.

Percebemos neste lindo relato da serva do Senhor, as necessidades reveladas, as atitudes criadas e ações que levaram os discípulos de Cristo a entregarem-se à transformação de vida que lhes era necessária. Queremos chamar atenção que no relato acima, nas partes destacadas por nós onde todos os verbos encontram-se no plural designando “unidade”. Era uma igreja de 120 pessoas que acreditaram na promessa e a buscaram com fervor, unânimes.

Interessante foi o resultado destes 10 dias de unidade, oração e encontro com Deus:

A “unidade”, ou harmonia dos discípulos preparou o coração deles para receber a plenitude do poder do Espírito Santo. A oração de Cristo por sua Igrejafoi cumprida. Eles abandonaram suas diferenças. O amor prevaleceu. A contenda foi banida.” Lição E. S. 3° Trim. 2013, pág. 46 – Lição de Aluno, pág. 82 – Lição de Professor

Louvado seja o Senhor! Por que não buscamos o mesmo?

“É importante notar que somente depois que os discípulos entraram em união perfeita, quando mais contendiam pelas posições mais elevadas, o Espírito Santo foi derramado. Estavam unânimes. Todas as divergências  haviam sido postas de lado” (Ellen G. White, Conselhos Para a Igreja, p. 98) – Lição E. S. 3° Trim. 2013, pág. 46 – Lição de Aluno, pág. 82 – Lição de Professor

Dias de Espera Produzem Harmonia: Após a ascensão, diz o Registro inspirado: “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a jornada de um sábado. Quando ali entraram, subiram para o cenáculo, onde se reuniram Pedro, João, Tiago e André; Filipe, Tomé, Bartolomeu e Mateus; Tiago, filho de Alfeu, Simão o zelote, e Judas, filho de Tiago. Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, estando entre elas Maria, mãe de Jesus e com os irmãos dEle.” Atos 1:12-14. “Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar.” (…) Durante os dez dias uma só coisa enchia-lhes o coração, dando-lhes coragem para o futuro. “Todos”, no texto, inclui apóstolos, discípulos e ou outros seguidores ali reunidos. “No mesmo lugar” era a fase transitória; mas “unânimes” é a eterna condição. O lugar nada significa hoje, mas estar “unânimes” – em unidade – significa tudo. E eles “perseveraram unânimes em oração”. O Espírito Santo veio numa reunião de oração. Corações unidos, preces entretecidas. E todas as ocasiões de recebimento do Espírito Santo, registradas no Novo Testamento, foram precedidas de fervorosa oração. TEMO QUE ESTEJAMOS FALHANDO JUSTAMENTE NESTE PONTO.” LeRoy Edwin Froom, A Vinda do Consolador, pág. 107-108 – (destaques acrescentados por nós)

E nós? O que faremos?

Reavivamento é a mais urgente de todas as necessidades. Não existe reavivamento sem poder de transformação pelo Senhor Espírito Santo. Pr. Mark Finley, autor da lição e da preciosa obra “O Reavivamento Prometido” declara que precisamos de alguns requisitos para recebermos o Senhor Espírito Santo na chuva serôdia:

  1. O primeiro pré-requisito para receber o Espírito Santo é pedir;
  2. Ter um coração não dividido;
  3. Encher a mente com a Palavra de Deus;
  4. Colocar de lado toda dissensão e discórdia;
  5. Trabalhar ativamente pelos outros
  6. Entrega total

 Leiamos o texto:

“4. Colocar de lado toda dissensão e discórdia:

Enquanto os discípulos brigavam pelas posições mais elevadas, o poder do Espírito Santo era limitado sobre eles. Enquanto eles discutiam entre si e cultivavam ressentimento uns dos outros, o poder do Espírito Santo era limitado. Somente quando removermos as barreiras e conflitos, o Espírito Santo poderá ser derramado sobre nós.

No Pentecostes, os discípulos “estavam reunidos no mesmo lugar” (Atos 2:1). A palavra grega, no Novo Testamento, traduzida Omo “reunidos” significa “juntos”. Os discípulos não estavam apenas juntos fisicamente, mas, pela primeira vez, estavam verdadeiramente unidos em harmonia. Eles ainda tinham personalidades diferentes, mas estavam unidos em seu compromisso. Tinham apenas um desejo de levar o evangelho ao mundo.

Ellen White nos dá um conselho prático: “Ponham de parte os cristãos toda dissensão, e entreguem-se a Deus para a salvação dos perdidos. Com fé peçam a bênção prometida, e ela virá. O derramamento do Espírito Santo nos dias dos apóstolos foi a ‘chuva temporã’, e glorioso foi o resultado. A chuva serôdia, porém, será mais abundante.” Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p.21

Há algo em sua vida que se interpõe entre você e outra pessoa? Será que isso poderia ser uma barreira a impedir que Deus lhe dê a plenitude de seu poder? Você precisa perdoar alguém que o machucou? Toda vez que nutrimos uma amargura, permitimos que aquela pessoa nos machuque ainda uma vez mais.

Perdão não significa justificar o que o outro fez. Significa libertá-lo da condenação mesmo sem ele merecer, pois Cristo nos libertou da condenação quando nós não merecíamos. Quando perdoamos de livre vontade, abrimos o coração pra o Espírito Santo fluir através de nós para os outros.” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pág. 68 e 69

Alcançando a unidade: crescer no amor de Cristo

“Quanto mais nos aproximarmos de Jesus, mais próximos ficamos uns dos outros. Vemos com uma nova visão espiritual. O Espírito de Cristo nos permite ver o outro de forma diferente. Pela graça de Cristo, as pequenas coisas que antes nos aborreciam recebem novo significado. Hostilidades alimentadas são abandonadas à luz da Sua maravilhosa graça. Antigos ressentimentos e contendas são, tanto quanto possível, colocados de lado. Barreiras são derrubadas. O evangelho cura os relacionamentos quebrados.” Lição E. S. 3° Trim. 2013, pág. 50 – Lição de Aluno, pág. 86 – Lição de Professor

A desunião é fruto do pecado e infelizmente colhemos deste mal em nossa vida. Como vimos no texto acima, é preciso buscar estar ligados a Cristo. O amor de Cristo precisa ser vivenciado em cada coração.

Quando assim estivermos, unidos a Cristo, nem o pecado e seus frutos terão efeito sobre nós. Precisamos viver um cristianismo autêntico, sem hipocrisia. Um cristianismo autenticado pela testemunho vivo através de nosso exemplo. Precisamos experimentar o amor de Cristo, agarrar a este amor e vivê-lo com intensidade com cada ser humano. Quando estivermos vivendo assim, com certeza, estaremos apressando a volta de Jesus, o amor verdadeiro, o fundamento da unidade plena. Tome hoje a decisão de fazer a diferença.

Queremos chamar atenção para um programa de unidade da Igreja Adventista que são os Pequenos Grupos. Faça parte de um, interaja com os irmãos, busquem ao Senhor na unidade e poder. Para mais informações sobre Pequenos Grupos, clique AQUI  e para quem já faz parte, recomendamos a leitura do livro “Como Reavivar a Igreja do Século 21” de Russell Burrill.

“Sugerimos a formação e desenvolvimento do Pequeno Grupo como a estrutura que proporcionará: atendimento pastoral, comunidade relacional e mobilização dos membros para o cumprimento da missão…” Texto do site da DSA indicado acima para informações sobre Pequenos Grupos.

Alerta! Paz Não A Custa De Princípios

Promover a unidade dos membros é fundamental e imprescindível. Devemos ter cuidado para não ferir princípios bíblicos para satisfazer a necessidade da unidade. Devemos tomar um grande cuidado com nossas reuniões sociais, de oração e até mesmo, os pequenos grupos. Não devemos nos conformar em buscar a unidade nos moldes que o mundo oferece.

A serva do Senhor chama-nos atenção para este fato nos textos a seguir:

“Dia a dia estará o tentador em vossas pegadas com alguma ilusória e plausível desculpa para vos servirdes e vos agradardes a vós mesmos. … Aquele cujo coração se acha inteiramente entregue a Deus, o que pela fé recebe a Jesus Cristo como Salvador pessoal, revelará decidido crescimento na espiritualidade, no vigor da piedade, na determinação do desígnio, na fidelidade aos princípios de nossa fé, custe o que custar.” Filhos e Filhas de Deus, pág. 325

“Uma profunda e completa obra de reforma é necessária na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Não é permitido ao mundo corromper os princípios do povo de Deus, observador dos mandamentos. Devem os crentes exercer uma influência que dê testemunho do poder dos princípios celestiais. Os que se unem à igreja têm de dar prova de uma mudança de princípios. A menos que isso se faça, a menos que seja cuidadosamente preservada a linha de demarcação entre a igreja e o mundo, o resultado será a assimilação do mundo.  Nossa mensagem à igreja e a nossas instituições é: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos Céus.” Mat. 3:2. Os atributos do caráter de Cristo devem ser nutridos, e devem tornar-se um poder na vida do povo de Deus. Manuscrito 78, 1905.” Mente Caráter e Personalidade vol. 2 pág. 559

“A paz que Cristo deu aos Seus discípulos, e pela qual oramos, é a paz que nasce da verdade, uma paz que não pode desaparecer por causa de divisão. Fora pode haver guerras e contendas, inveja, ciúme, ódio, luta; mas a paz de Cristo não é uma coisa que o mundo possa dar e possa tirar. Ela permanece no meio das atividades de espiões e da mais cruel oposição de Seus inimigos. … Cristo não procurou, nem por um instante, trocar a paz por uma traição aos sagrados legados. Não podia haver paz à custa de princípios.É um grande erro, da parte dos que são filhos de Deus, procurarem construir uma ponte sobre o abismo que separa os filhos da luz dos filhos das trevas, abrindo mão de princípios que comprometam a verdade. Seria isto prejudicar a paz de Cristo, a fim de fazer paz ou estabelecer fraternidade com o mundo. O sacrifício é demasiadamente custoso, para ser feito pelos servos de Deus – este de fazer paz com o mundo pelo abandono dos princípios da verdade. … Então, que os seguidores de Cristo resolvam nunca comprometer a verdade, jamais ceder um jota dos princípios pelo favor do mundo. Que se mantenham firmes à paz de Cristo. Review and Herald, 24 de julho de 1894.” Minha Consagração Hoje,MM 1989, pág. 87

“Mas, embora nos seja requerido ser semelhantes a Cristo para com aqueles que são nossos inimigos, não devemos, a fim de ter paz, ocultar as faltas dos que vemos estarem em erro. Jesus, o Redentor do mundo, nunca adquiriu paz por acobertar a iniqüidade, ou por qualquer coisa semelhante a transigência. Conquanto Seu coração estivesse constantemente transbordando de amor por toda a raça humana, Ele nunca era indulgente com o pecado. Ele era demasiado amigo dos homens para permanecer em silêncio enquanto prosseguiam num curso de ação que arruinaria sua alma – as almas que Ele adquiriu com Seu próprio sangue. Ele foi um severo reprovador de todo vício, e Sua paz era a consciência de ter realizado a vontade de Seu Pai, antes que uma condição de coisas que existiam como resultado de ter realizado Seu dever.” Olhando Para O Alto, pág. 214

A Palha é Separada do Trigo: “Introduzir-se-ão divisões na igreja. Desenvolver-se-ão dois partidos. O trigo e o joio crescerão juntos para a ceifa. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 114.

“A história da rebelião de Datã e Abirão está-se repetindo e continuará a repetir-se até o fim do tempo. Quem estará ao lado do Senhor? Quem será enganado, tornando-se também, por sua vez, um enganador?” Carta 15, 1892.

“O Senhor virá em breve. Em toda igreja deve haver um processo tendente a aprimorar e joeirar, pois entre nós há homens perversos, que não amam a verdade nem honram a Deus.” Review and Herald, 19 de março de 1895.

“Estamos no tempo da sacudidura, tempo em que cada coisa que pode ser sacudida, sacudir-se-á. O Senhor não desculpará os que conhecem a verdade, se não obedecem a Seus mandamentos por palavra e ação.” Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 547 e 548. Eventos Finais,  pág. 173

Louvado Seja o Senhor Deus!

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