Archive for julho \27\UTC 2014|Monthly archive page

A humanidade de Cristo

 

Capa Humanidade de Cristo

Cristo, natureza igual a nossa, mas sem propensões pecaminosas.

Temos uma natureza pecaminosa e possuímos propensões ou inclinações para o mal. Será que existe alguma forma de que essas propensões sejam AGORA eliminadas ou subjugadas da nossa vida, ou teremos que viver com elas até o momento da glorificação?

Se realmente não é possível que essas propensões sejam eliminadas antes da glorificação, então podemos afirmar que o máximo possível para o homem em seu atual estado é ter o controle de suas atitudes, mas que, no entanto estará sempre vivendo com inclinação ou propensão para fazer o mal.

Na palavra de Deus vemos que o Senhor quer nos conceder um novo coração.

“Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e voa darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei com que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis.” Ezequiel 36:26e27

Então também perguntamos: Será que mesmo estando com este novo coração que o Senhor quer nos conceder, ainda estaremos vivendo sempre com inclinação ou propensão para fazer o mal?

Precisamos compreender melhor o que Cristo fez por nós, assim também compreenderemos melhor o que o Senhor deseja fazer em nós, descobriremos o tipo de vida que pelo poder divino realmente podemos viver.

Cristo assumiu nossa natureza caída, mas não corrompida.

Cristo assumiu a natureza humana enfraquecida pelo pecado, mesmo assim não teve propensões para o pecado por estar sempre conectado ao poder de Deus.

“Ellen White é as vezes bastante explícita sobre a diferença entre Cristo e as outras pessoas. Em 1890, por exemplo, ela escreveu que Cristo”” não assumira a natureza dos anjos, porém a humanidade, perfeitamente idêntica á nossa, mas sem mácula do pecado. … Sua natureza finita era pura e imaculada. …Não devemos tornar-nos comuns e terrenos em nossas idéias, e em nossas idéias pervertidas não devemos pensar que a possibilidade de Cristo ceder às tentações de Satanás degradou Sua humanidade e [que] Ele possuía as mesmas propensões pecaminosas e corruptas do ser humano. … Cristo assumiu nossa natureza caída mas não corrompida.” Ms, 57, 1890 ( Em Busca de Identidade pág. 124 )

O fato de Cristo não ter propensões pecaminosas prova que Cristo tinha uma natureza diferente da nossa? Não!

O que Cristo fez foi provar que os homens, mesmo tendo uma natureza caída podem ser libertados das paixões e corrupções que há no mundo, através do poder de Deus, (Ver 2 Ped. 1:4).

Cristo provou que os homens podem, enquanto estiverem realmente sob a influência do Senhor Espírito Santo também não terão propensões pecaminosas, os homens plenamente guiados pelo Espírito Santo têm propensões ou inclinações para o bem e não para o mal, (Ver Rom. 8:6; Gál. 5:16).

Os homens não possuem nenhuma desculpa para continuarem com suas propensões pecaminosas, pois o Senhor providenciou meios para que o homem, mesmo tendo uma natureza caída, enfraquecida pelo pecado, tenha suas propensões subjugadas, ou eliminadas enquanto estiverem realmente guiados e fortalecidos pelo Senhor Espírito Santo. Esse é o motivo da serva do Senhor nos afirmar no texto a seguir que nós não precisamos reter nenhuma propensão pecaminosa.

Purificação de todo pecado. “Precisamos compreender que pele fé em Cristo é nosso privilégio ser participante da natureza divina e livrar-nos da corrupção das paixões que há no mundo. Então somos purificados de todo pecado, de todos os defeitos de caráter. Não precisamos reter nenhuma propensão pecaminosa.” Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, pág. 943 ( Lição da Escola Sabatina 2° Trim. 1990 pág. 50)

 “Se alguém acaricia e cultiva tendências hereditárias para o mal, condescendendo com inclinações, apetites e paixões carnais, não poderá jamais entrar no reino de Deus. Mas a pessoa que se esforça por reprimir as más inclinações, que está disposta a ser governada pelo Espírito de Jesus Cristo, é transformada. […]” Cristo Triunfante pág. 187

“As mais baixas paixões têm sua sede no corpo, e por seu intermédio operam. As palavras “carne” ou “carnal” ou ainda “concupiscência da carne” envolvem a natureza inferior, corrupta; a carne por si mesma não pode agir contrariamente à vontade de Deus. É-nos ordenado crucificar a carne com suas afeições e concupiscências. Como o faremos? Devemos infligir sofrimento ao corpo? Não; mas dar morte à tentação do pecado. Os pensamentos corruptos devem ser expulsos. Todo o pensamento deve ser levado cativo a Jesus Cristo. Toda propensão animal deve ser sujeita às faculdades mais altas da alma. O amor de Deus deve reinar supremo; Cristo deve ocupar um trono não dividido. Nosso corpo deve ser considerado como havendo sido comprado. Os membros do corpo devem tornar-se instrumentos de justiça.” O Lar Adventista, págs. 127 e 128. (Mente, Caráter e Personalidade vol. 1 pág.236)

“Ao participarmos da natureza divina, as tendências hereditárias ou cultivadas para o mal são separadas do caráter, e somos tornados uma força viva para o bem. […] Deus opera, e o homem opera, para que o homem seja um com Cristo assim como Cristo é um com Deus. “- Ellen G. White, Para conhecê-lo (Meditações Matinais, 1965), pág. 95 (Ver também Fil. 2:13; 3:12-15) “As imaculadas vestes da justiça de Cristo são colocadas sobre os provados, tentados mas fiéis filhos de Deus.”- Ellen G. White, Testemunhos Seletos, vol. 2 , pág. 178 (Lição da Escola Sabatina 4° Trim. 1994 pág. 168)

Natureza de Adão antes do pecado: Fortalecida sem a corrupção do pecado, sem propensões.

Natureza humana depois do pecado: Enfraquecida corrompida pelo pecado, com propensões.

Natureza que Cristo assumiu para nos salvar: Enfraquecida, mas sempre fortalecida pelo poder de Deus, não corrompida, sem propensões.

Natureza do salvo em Jesus: Antes enfraquecida, sem Deus, agora fortalecida pelo poder de Deus está livre da corrupção e agora sem propensões ou seja com propensões plenamente subjugadas.

O fato de Cristo não ter propensões pecaminosas e nós termos não era porque somente Ele podia desfrutar de uma condição de vida que nós não podemos desfrutar, pois Ele assumiu a natureza humana tão enfraquecida quanto a nossa, Jesus com essa natureza era susceptível a ter essas propensões, nosso Salvador para Se manter não contaminado pelo pecado e sem propensões para o pecado teve que ter uma vida de absoluta comunhão constante com o Pai. No texto a seguir veremos que se nós permitirmos o Senhor Espírito Santo estará nos guiando de tal forma que nossos impulsos ou propensões também serão santificados, assim alcançaremos a mesma condição de vida que Jesus viveu e continuaremos assim enquanto estivermos realmente vivendo na plenitude do poder do nosso Senhor o Espírito Santo.

“Toda a verdadeira obediência vem do coração. Deste procedia também a de Cristo. E se consentirmos, Ele por tal forma Se identificará com os nossos pensamentos e ideais, dirigirá nosso coração e espírito em tanta conformidade com o Seu querer, que, obedecendo-Lhe, não estaremos senão seguindo nossos próprios impulsos. A vontade, refinada, santificada, encontrará seu mais elevado deleite em fazer o Seu serviço. Quando conhecermos a Deus como nos é dado o privilégio de O conhecer, nossa vida será de contínua obediência. Mediante o apreço do caráter de Cristo, por meio da comunhão com Deus, o pecado se nos tornará aborrecível. DTN, pág.668

“A conversão é uma coisa que a maioria das pessoas não aprecia. Não é coisa pequena transformar um espírito terreno, amante do pecado, e levá-lo a compreender o inexprimível amor de Cristo, os encantos de Sua graça e a excelência de Deus, de maneira que o coração seja possuído de amor divino e se torne cativo dos méritos celestiais.Quando a pessoa compreende essas coisas, sua vida anterior parece desagradável e odiosa. Passa aborrecer o pecado; e, quebrantando o coração diante de Deus, abraça Cristo como a vida e alegria da existência. Renuncia a seus antigos prazeres. Tem mente nova, novas afeições, interesses novos e nova vontade; suas dores, desejos e amor, são todos novos. […] O Céu que antes não possuía nenhum atrativo, passa a ser considerado em sua riqueza e glória; er o pecador o contempla como sua futura pátria, onde verá,amará e louvará aquele que o redimiu por Seu precioso sangue.” Comentários de Ellen G. White, Lição da E S “Vestes da Graça”2° trim. 2011, p. 89

Não podemos nos acomodar com tendências ou propensões herdadas ou cultivadas para o mal, elas representam imperfeições de caráter e imperfeição de caráter é pecado.

“Deus somente aceitará os que estão decididos a ter um alvo elevado. Coloca cada agente humano sob a obrigação de fazer o melhor. De todos é requerido perfeição moral. Nunca devemos abaixar a norma de justiça com o fim de acomodar à prática do mal, tendências herdadas ou cultivadas. Precisamos compreender que imperfeição de caráter é pecado. Todos os justos atributos de caráter habitam em Deus como um todo perfeito e harmonioso, e todo aquele que aceita a Cristo como Salvador pessoal, tem o privilégio de possuir estes atributos.” Parábolas de Jesus, p. 320

Alguns insistem em afirmar que o fato de Cristo não ter propensões pecaminosas prova que Ele tinha uma natureza diferente da nossa. A diferença entre Cristo e nós é que Cristo nunca foi corrompido pelo pecado e nunca teve propensões para o pecado, já nós somos corrompidos e temos propensões para o pecado. Agora precisamos compreender que essa diferença não significa diferença de natureza, Cristo não veio com algum tipo especial de natureza que, de tal forma, somente Ele conseguiria viver livre dessas propensões para o pecado. Cristo veio com uma natureza exatamente igual a nossa, exceto pelo pecado, mesmo com uma natureza exatamente igual a nossa, tendo as mesmas susceptibilidades físicas e mentais, Jesus não foi corrompido pelo pecado, não teve propensões para o pecado. Provando assim para humanidade que nós também podemos ser libertados de todas as propensões pecaminosas pelo poder de Deus..

“Tive a liberdade e poder para apresentar Jesus, que tomou sobre Si as fraquezas e levou a dor e as tristezas da humanidade, vencendo em nosso favor. Ele foi feito à semelhança de Seus irmãos, com as mesmas susceptibilidades físicas e mentais. Assim como nós, em tudo Ele foi tentado, mas sem pecar; e Ele sabe como socorrer aqueles que são tentados. Estais oprimidos e perplexos? Assim esteve Jesus.Sentis a necessidade de encorajamento? Assim sentia Jesus. Da maneira como vos tenta Satanás, assim tentava ele a majestade do céu.”-RH, 10/02/1885. ( Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 152 )

“Cristo tomou sobre Si os pecados e as fraquezas da raça humana tais quais existiam quando desceu à Terra para ajudar o homem. Em favor do gênero humano, tendo sobre Si as fraquezas do homem caído, deveria resistir às tentações de Satanás em todos os pontos em que o homem seria assediado.[…] Assumiu a natureza humana, e suportou as fraquezas e degeneração da raça.Aquele que não conheceu pecado tornou-se pecado por nós. Humilhou-se às maiores profundezas da miséria humana, a fim de estar qualificado para alcançar o homem, e levá-lo da degradação na qual o pecado o havia mergulhado.”Review and Herald, 28 de Julho de 1874 ( Questões Sobre Doutrina pág. 462 e 463 )

Ele não levou sobre Si sequer a natureza dos anjos, mas a humanidade, perfeitamente idêntica à nossa própria natureza com exceção de Ele não ter a mancha do pecado. […] Manuscrito 57 de 1890 ( Ellen White e a Humanidade de Cristo pág. 53)

Jesus, natureza igual a nossa, mas sem propensões para pecar.

Novamente afirmamos que Jesus não veio com uma natureza especial na qual somente Ele conseguiria viver sem as propensões para o pecado, isso fica evidente pelo fato do Senhor requerer daqueles que buscam a salvação que, pelo Seu poder busquem uma transformação de vida de tal maneira que tenham eliminadas todas as propensões para o pecado. Dessa forma passaremos a viver como Jesus viveu, estaremos livres dos atos e impulsos pecaminosos “enquanto estivermos realmente sob o pleno poder do Senhor Espírito Santo.” Esse é o resultado de ser co-participante da natureza divina. 2 Pedro 1:4

Purificação de todo pecado. “Precisamos compreender que pele fé em Cristo é nosso privilégio ser participante da natureza divina e livrar-nos da corrupção das paixões que há no mundo. Então somos purificados de todo pecado, de todos os defeitos de caráter. Não precisamos reter nenhuma propensão pecaminosa.” Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, pág. 943 ( Lição da Escola Sabatina 2° Trim. 1990 pág. 50)

“Para toda alma em luta por se erguer de uma vida de pecado a uma de pureza, o grande elemento de poder reside no único nome “debaixo do céu”, “dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. Atos 4:12. “Se alguém tem sede” de tranqüilizadora esperança, de libertação de propensões pecaminosas, Cristo diz: “Venha a Mim e beba.” João 7:37. O único remédio para o vício é a graça e o poder de Cristo.” A Ciência DoBom Viver, p. 179

“Não precisamos reter uma só propensão pecaminosa. […] (Efés. 2:1-6.) […] Ao participarmos da natureza divina, são eliminadas do caráter as tendências hereditárias e cultivadas para o mal, e tornamo-nos um vivo poder para o bem. Sempre aprendendo do Mestre divino, participando diariamente de Sua natureza, cooperamos com Deus para vencer as tentações de Satanás. Deus atua, e o homem atua, para que este possa ser um com Cristo assim como Cristo é um com Deus. Então nos assentamos com Cristo nos lugares celestiais. A mente descansa com paz e segurança em Jesus. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 943. Maranata, O Senhor Vem, MM 1977, p.223

Natureza de Adão antes do pecado: Fortalecida sem a corrupção do pecado, sem propensões.

Natureza humana depois do pecado: Enfraquecida corrompida pelo pecado, com propensões.

Natureza que Cristo assumiu para nos salvar: Enfraquecida, mas sempre fortalecida pelo poder de Deus, não corrompida, sem propensões.

Natureza do salvo em Jesus: Antes enfraquecida, sem Deus, agora fortalecida pelo poder de Deus está livre da corrupção e agora sem propensões.

Jesus, natureza igual a nossa, mas sem propensões para pecar.

Outros irmãos, que compreendem que Cristo não assumiu uma natureza como a de Adão antes do pecado, insistem em afirmar que Ele possuía as mesmas propensões ou tendências pecaminosas que nós possuímos. Já vimos nesse trabalho que o Senhor requer na vida daqueles que serão salvos uma transformação de vida onde as inclinações ou propensões pecaminosas foram eliminadas ou subjugadas, então para esses irmãos que acreditam que Cristo possuía propensões para o pecado eu gostaria de fazer a seguinte pergunta:

Será que podemos sequer imaginar que o Senhor requer daqueles que serão salvos uma condição de vida superior, mais santa, do que aquela vivida pelo próprio Cristo quando esteve aqui na Terra para nos salvar? Será que Cristo teve propensões pecaminosas e dos salvos é requerido que não as tenha? É um verdadeiro absurdo pensar nessa possibilidade! Se Deus espera que pelo Seu poder passemos a viver sem inclinações para o pecado é porque Cristo viveu sem elas em nossa natureza, provando que para nós também é possível também passar a viver sem elas, enquanto estivermos ligados a Ele como Cristo esteve. Deus seja louvado!

No começo desse capítulo perguntamos que tipo de vida podemos viver tendo recebido o novo coração que o Senhor deseja nos conceder, nos próximos textos encontramos a resposta, vemos que com este novo coração teremos mais que atitudes santas, teremos também pensamentos e desejos santificados, toda tendência hereditária ou cultivada para o mal será vencida e estará subjugada enquanto estivermos realmente vivendo sob a plena direção do Senhor Espírito Santo. Deus seja para sempre louvado!

“A regeneração é o único caminho pelo qual podemos chegar à cidade santa. É estreito, e a porta pela qual passamos é apertada, mas devemos conduzir homens, mulheres e crianças ao longo desse caminho, ensinando-lhes que a fim de serem salvos, precisam ter um novo coração e um novo espírito. Os velhos traços de caráter hereditários têm de ser vencidos. Os desejos naturais da alma precisam ser modificados. Todo engano, toda falsidade, toda crítica precisam ser removidos. Tem de ser vivida a nova vida, que torna os homens e as mulheres semelhantes a Cristo. Devemos, por assim dizer, nadar contra a correnteza do mal. O caminho para o Céu é estreito, cercado pela divina lei de Jeová. Os que seguem esse caminho precisam negar constantemente o próprio eu. Devem obedecer aos ensinos de Cristo. … Não confiemos no homem, mas em Jesus Cristo, O qual morreu para que pudesse conquistar-nos para a justiça. Carta 103, 1905.” Cuidado De Deus, MM 1995, p. 266

“Os jovens tropeçam especialmente nesta frase: “Um coração novo.” Não sabem o que isso significa. Esperam que se realize uma mudança especial em seus sentimentos. A isso chamam conversão. Nesse erro milhares têm tropeçado para sua ruína, sem compreenderem a expressão: “Necessário vos é nascer de novo.” João 3:7. … Quando Jesus fala do novo coração, quer dizer a mente, a vida, todo o ser. Ter uma mudança de coração é retirar do mundo as afeições, e fixá-las em Cristo. Ter um coração novo é possuir nova mente, novos propósitos, motivos novos. Qual é o sinal de um novo coração? – uma vida transformada. Morre-se diariamente, de hora a hora para o egoísmo e o orgulho.” The Youth’s Instructor, 26 de setembro de 1901. Filhos E Filhas De Deus, MM 1956, p. 100

“Embora não houvesse nenhuma mancha de pecado em Seu caráter, Ele condescendeu em ligar nossa decaída natureza humana com a Sua divindade. Tomando assim a natureza humana, Ele honrou a humanidade. Tendo assumido nossa natureza decaída, Ele demonstrou o que ela poderia tornar-se pela aceitação da ampla provisão que fizera para ela e tornando-se participante da natureza divina.” Carta 81, 1896. Mensagens Escolhidas, vol. 3 Pág. 134

“O poder do mal se estivera fortalecendo por séculos, e alarmante era a submissão dos homens a esse cativeiro satânico. Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da terceira pessoa da Trindade, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder. É o Espírito que torna eficaz o que foi realizado pelo Redentor do mundo. É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele torna-se o crente participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer toda tendência hereditária e cultivada para o mal, e gravar Seu próprio caráter em Sua igreja.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 671.

“Não hesitamos em dizer-vos que a fim de obter a herança imortal e a natureza eterna, deveis ser vencedores nesta vida probatória. Tudo que macula e mancha a alma precisa ser removido, precisa ser purificado do coração. Temos de saber o que significa ser participante da natureza divina, havendo escapado das corrupções que pela concupiscência há no mundo. Estais dispostos a guerrear contra as concupiscências da carne? Estais prontos a batalhar contra o inimigo de Deus e do homem? Satanás está resolvido a escravizar toda pessoa, se puder fazê-lo; pois realiza um jogo de desespero para conquistar as almas dos homens de Cristo e da vida eterna. Permitireis que ele vos arrebate as graças do Espírito de Deus e implante em vós sua própria natureza corrupta? ou aceitareis a grande provisão da salvação, e, mediante os méritos do Sacrifício Infinito feito em vosso favor, tornar-vos-eis participantes da natureza divina?” Este Dia Com Deus, pág. 173

“Deus tomou todas as providências para nossos pensamentos se tornarem puros, elevados, aprimorados e enobrecidos. Ele não só prometeu purificar-nos de toda a injustiça, mas tomou uma real providência para o suprimento da graça que nos erguerá os pensamentos para Ele e nos habilitará a apreciar Sua santidade. Podemos reconhecer que somos possessão de Cristo e que devemos manifestar ao mundo o Seu caráter. Preparados pela graça celestial, tornando-nos revestidos da justiça de Cristo, nas vestes nupciais, e somos habilitados para participar da ceia das bodas. Tornamo-nos um com Cristo, participantes da natureza divina, purificados, aprimorados, elevados, sendo reconhecidos como filhos de Deus – herdeiros de Deus e co-herdeiros de Jesus Cristo.” The Youth’s Instructor, 28 de outubro de 1897” Mente, Caráter E Personalidade vol.2, pág. 660

 Cristo preparou o caminho para nossa vitória

Em Cristo podemos vencer, não podemos usar nossa natureza como desculpa para continuarmos no pecado, pelo poder de Deus nossa natureza pode ser transformada e enquanto estivermos na plenitude do Senhor Espírito Santo estaremos livres dos atos pecaminosos e até mesmo das propensões pecaminosas. Deus seja louvado!!!

Em nossa própria força, é-nos impossível escapar a os clamores de nossa natureza caída. Satanás trar-nos-á tentações por esse lado. Cristo sabia que o inimigo viria a toda criatura humana, para se aproveitar da fraqueza hereditária e, por suas falsas insinuações, enredar todos cuja confiança não se firma em Deus. E, passando pelo terreno que devemos atravessar nosso Senhor nos preparou o caminho para a vitória.” DTN, pág. 7

Cristo viveu uma vida de perfeita obediência à Lei de Deus, deixando nisto um exemplo perfeito a toda criatura humana. A vida que Ele viveu neste mundo, devemos nós viver, mediante Seu poder, e sob as Suas instruções.” A Ciência Do Bom Viver, p. 180

“O Salvador tomou sobre Si as enfermidades humanas, e viveu uma vida sem pecado, a fim de os homens não terem nenhum temor de que, devido à fraqueza da natureza humana, eles não pudessem vencer. Cristo veio para nos tornar “participantes da natureza divina” (II Ped. 1:4), e Sua vida declara que a humanidade, unida à divindade, não comete pecado.” A Ciência Do Bom Viver, p. 180

“’As palavras que Eu vos digo, são espírito e vida.’ S. João 6:36. ‘A energia criadora que trouxe à existência os mundos, está na Palavra de Deus. Essa Palavra comunica poder, gera vida. Cada mando é uma promessa, aceito voluntariamente, recebido na alma, traz consigo a vida do Ser infinito. Transforma a natureza, cria de novo a alma à imagem de Deus.”Educação pág.126

“Cristo nos imputa Seu caráter imaculado, e nos apresenta ao Pai em Sua própria pureza. Há muitos que julgam ser impossível escapar do poder do pecado, mas a promessa é que podemos ser cheios da plenitude de Deus. Nós ambicionamos muito pouco. O alvo é muito mais elevado.” Review and Herald, 12 de julho de 1892, (Cristo Nossa Justiça p. 109)

“Perfeita conformidade com a vontade de Deus é o elevado alvo que o cristão deve sempre ter em mente.” My Life Today, p. 293, (Lição da E.S. “Vida Santa em Tempos Difíceis” 1973, p.33ª)

“A enobrecedora influência da graça de Deus muda a disposição natural do homem. O Céu não seria um lugar desejável à mente carnal; seu coração natural, não santificado, não sentiria nenhuma atração para esse puro e santo lugar; e se lhes fosse possível ali entrar, nada encontrariam que lhes fosse afim. As tendências que controlam o coração natural devem ser subjugadas pela graça de Cristo, antes que o homem caído esteja em condições de entrar no Céu, e partilhar da comunhão com os anjos puros e santos. Quando o homem morre para o pecado, e passa a viver nova vida em Cristo, divino amor enche-lhe o coração; seu entendimento é santificado; ele bebe da inesgotável fonte de alegria e conhecimento; e brilha em seu caminho a luz de um eterno dia, pois com ele está continuamente a luz da vida.” Atos Dos Apóstolos p. 273

“A velha natureza, nascida do sangue e da vontade da carne, não pode herdar o reino de Deus. Os velhos caminhos, as tendências hereditárias, os hábitos antigos precisam ser abandonados; pois a graça não é herdada. O novo nascimento consiste em ter novos intuitos, novos gostos, novas tendências. Os que, pelo Espírito Santo, são gerados para uma nova vida, tornaram-se participantes da natureza divina, e em todos os seus hábitos e práticas evidenciarão sua relação com Cristo. Quando homens que alegam ser cristãos retêm todos os seus defeitos naturais de caráter e disposição, em que a sua posição difere da dos mundanos? Eles não apreciam a verdade como elemento santificador e refinador. Não nasceram de novo. […] A genuína conversão modifica as tendências hereditárias e cultivadas para o mal. A religião de Deus é uma textura firme, composta de inúmeros fios entrelaçados com tato e habilidade. Unicamente a sabedoria que provém de Deus pode completar essa textura. Há muitíssimas espécies de tecidos que a princípio têm excelente aspecto, mas não conseguem resistir à prova. Eles desbotam. As cores não são fixas. Sob o calor do verão elas se desvanecem e se dissipam. O tecido não suporta as asperezas do manuseio.” Maranata O Senhor Vem pág.235

Por tudo que Cristo já fez por nós e pelo que Ele deseja fazer em nós devemos ter como objetivo a perfeição de caráter, uma vida com propensões para o bem, impulsos santificados, uma vida de plena libertação da escravidão do pecado no poder de Deus, assim estará vivendo a geração de salvos que contemplará Jesus vindo sobre as nuvens do Céu.

“O amor é o fundamento da piedade. Qualquer que seja a fé, ninguém tem verdadeiro amor a Deus se não manifestar amor desinteressado pelo seu irmão. Mas nunca poderemos possuir esse espírito apenas tentando amar os outros. O que é necessário é o amor de Cristo no coração. Quando o eu está imerso em Cristo, o amor brota espontaneamente. A perfeição de caráter do cristão é alcançada quando o impulso de auxiliar e abençoar a outros brotar constantemente do íntimo – quando a luz do Céu encher o coração e for revelada no semblante.” Parábolas De Jesus, p. 384

“Não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade” (I João 3:18), escreveu o apóstolo. Atinge-se a plenitude do caráter de Cristo quando o impulso para auxiliar e abençoar a outros brota constantemente do íntimo. É a atmosfera desse amor circundando a alma do crente que o torna um cheiro de vida para vida, e permite que Deus lhe abençoe o serviço.” Atos Dos Apóstolos, p. 551

“Que nossa alma se dilate e eleve, a fim de que Deus nos possa proporcionar um hausto da atmosfera celeste. Podemo-nos conservar tão achegados a Deus que, em cada inesperada provação, nossos pensamentos para Ele se volvam tão naturalmente como a flor se volta para o Sol.” Caminho A Cristo p. 100

“Quando, na plenitude dos tempos, o Filho do Deus infinito saiu do seio do Pai e veio a este mundo. Ele veio sobre o manto da humanidade, revestindo a Divindade com a humanidade. Pai e Filho, em consulta, decidiram que Cristo viria ao mundo como um bebê e viveria igual aos seres humanos, desde a infância até a idade adulta, sofrendo as provas que devem suportar e, ao mesmo tempo, vivendo sem pecado, para que os seres humanos vissem nEle um exemplo do que poderiam se tornar, e para saber por experiência como ajudá-los em suas lutas com o pecado. Ele foi tentado como ser humano é tentado, provado como o ser humano é provado. A Sua vida neste mundo, os seres humanos podem viver, por Seu poder e sob Sua guarda.” Comentários de Ellen G. White, lição da E S, “O evangelho em Gálatas” p. 51

Deus seja louvado pelo que fez e pelo que deseja fazer em nós!!!

Anúncios

Fariseus do nosso tempo

imagesCA55S6OYQual era o principal desejo da nação de Israel

“Ao passo que os israelitas desejavam o advento do Messias, não tinham um reto conceito da missão que Ele vinha desempenhar. Não buscavam redenção do pecado, mas libertação dos romanos. Olhavam o Messias por vir como um conquistador, para quebrar a força do que os oprimia, e exaltar Israel ao domínio universal. Assim estava preparado o caminho para rejeitarem o Salvador.” DTN, p.30-31

“A prova era demasiado grande. Diminuiu o entusiasmo dos que O tinham querido arrebatar para fazer rei. Este discurso na sinagoga, diziam, abrira-lhes os olhos. Agora estavam desenganados. Em seu espírito, as palavras dEle eram uma positiva confissão de que não era o Messias e nenhuma recompensa terrestre poderia provir de se unirem a Ele. Haviam saudado o poder que possuía de operar milagres; estavam ansiosos de ser libertados de doenças e sofrimentos; não se poderiam, porém, concordar com Sua vida de abnegação. Não se importavam com o misterioso reino espiritual de que falava. O insincero, o egoísta que O tinha buscado, não mais O desejou. Se não consagrava Seu poder e influência a obter sua libertação dos romanos, não queriam ter nada com Ele.” DTN, p.391

A nação de Israel esperava um Messias que os livrassem de Roma e que exaltasse a nação de Israel acima de todas as demais nações. Esperavam a libertação de tudo que lhes causava sofrimento, mas não aceitavam a vida de renuncia e amor ensinada por Jesus Cristo. Não aceitavam o fato de ter que abandonar suas expectativas mundanas e então ter como principal objetivo o reino de Deus. Por tudo isso aquele povo rejeitou a Jesus e assim muitos perderam a salvação.

O que mais necessitavam era “uma limpeza do pecado.”

“Os judeus que Jesus expulsara do templo, pretendiam ser filhos de Abraão, mas fugiram da presença do Salvador, porque não podiam suportar a glória de Deus que nEle se manifestava. Revelaram assim não se achar, pela graça de Deus, habilitados a participar dos sagrados cultos do templo. Eram zelosos em manter uma aparência de piedade, mas negligenciavam a santidade do coração. Ao passo que eram zelosos defensores da letra da lei, violavam-lhe constantemente o espírito. Sua grande necessidade era aquela mesma mudança que Cristo estivera explicando a Nicodemos – um novo nascimento moral, uma limpeza do pecado e renovação do conhecimento e da santidade.” DTN, p. 175

“Os fariseus procuravam exaltar-se pela rigorosa observância de formas, ao passo que tinham o coração cheio de inveja e contenda. “Eis”, diz a Escritura, “que jejuais para contendas e rixas e para ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto. Seria este o jejum que escolhi, que o homem um dia aflija a sua alma, incline a sua cabeça como o junco e estenda debaixo de si pano de saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aceitável ao Senhor?” Isa. 58:4 e 5.” DTN, p. 278

Triste realidade aquela vivida por aqueles queeram tidos como sendo mestres, grandes conhecedores da palavra de Deus. “Os fariseus procuravam exaltar-se pela rigorosa observância de formas, ao passo que tinham o coração cheio de inveja e contenda.” Obstinados e com o coração endurecido a maioria naquele povo recusava reconhecer sua grande necessidade, “uma limpeza do pecado.”

“Muitos seguem nas pegadas dos fariseus.”

“Muitos seguem nas pegadas dos fariseus. Reverenciam os que morreram por sua fé. Admiram-se da cegueira dos judeus em rejeitar a Cristo. Houvéssemos vivido em Seu tempo, declaram, e com prazer Lhe receberíamos os ensinos; nunca teríamos tomado parte no crime dos que rejeitaram o Salvador. Mas quando a obediência a Deus requer abnegação e humilhação, essas mesmas pessoas abafam suas convicções e recusam obediência. Assim manifestam o mesmo espírito que os fariseus a quem Cristo condenou.” DTN, p.618

Na realidade, é incrível, inacreditável, mas apesar de tantas orientações do nosso Deus, mesmo assim, muitos em nossos dias ”seguem nas pegadas dos fariseus.” Em nossos dias muitos professos conhecedores da verdade também estão recusando reconhecer a grande necessidade de uma limpeza do coração, criticam os fariseus por terem rejeitado a Jesus, mas também não estão dispostos a abandonarem seus conceitos e planos terrenos, recusam a plena libertação do pecado oferecida por Deus.

Ausência de religião pura

“O perigo que se acha perante os que vivem nestes últimos dias é a ausência de religião pura, a ausência de santidade de coração. O convertedor poder de Deus não atuou na transformação do seu caráter. Eles professam crer em verdades sagradas, como foi o caso da nação judaica; mas, deixando de praticar a verdade, desconhecem tanto as Escrituras como o poder de Deus. O poder e a influência da lei de Deus estão por toda parte em redor, mas não dentro da alma, renovando-a em verdadeira santidade.” Este Dia Com Deus, MM 1980 p.144

Mestres religiosos enganando a muitos

“Antes e por ocasião do primeiro advento de Cristo, mestres religiosos expuseram idéias estranhas que se achavam tão mescladas com partes da verdade, que estavam cheias de poder enganador e desviavam pessoas de Deus, embora preservassem ainda a aparência de serem Seus verdadeiros adoradores. Deparamos com uma condição análoga da sociedade nestes últimos dias, e os que se afastam da fé misturam com sua crença uma diversidade de opiniões humanas. A Bíblia é submetida à crítica. É porque as Escrituras são incoerentes e contraditórias que os ministros diferem tão amplamente em sua interpretação? – Não; a dificuldade é que os homens estão procedendo hoje como procederam no tempo de Cristo, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Mestres religiosos encontram-se na mesma condição que os fariseus, a respeito dos quais Ele disse: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus.” Mat. 22:29. Os próprios homens a quem foram proferidas essas palavras eram tidos na conta de ensinadores e intérpretes das Escrituras para o povo.” Este Dia Com Deus, MM 1980 p.162

É assustador, mas é exatamente isso que está acontecendo em nossos dias, muitos estão sendo enganados justamente por homens que deveriam estar ensinando a verdade ao povo de Deus, devemos estar atentos e dispostos a seguir somente ao “assim diz o Senhor.” Satanás novamente está usando homens respeitados e admirados por muitos para enganar e conduzir os desatentos leitores superficiais para a perdição. Os enganadores são populares porque pregam exatamente o que agrada aos corações carnais. Fique atento, é preferível uma verdade amarga e desafiadora que conduz a vida que uma mentira doce e atraente que conduz a morte.

Jesus chorou por Jerusalém e também por todos que rejeitariam as advertências de Deus.

“Chegara aquele dia para Jerusalém. Jesus chorou em agonia sobre a condenada cidade, mas não a podia livrar. Esgotaria todos os recursos. Rejeitando o Espírito de Deus, Israel rejeitara o único meio de auxílio. Nenhum outro poder havia pelo qual pudesse ser libertado. A nação judaica era um símbolo do povo de todos os séculos, que desdenha os rogos do Infinito Amor. As lágrimas de Cristo, ao chorar sobre Jerusalém, foram derramadas pelos pecados de todos os tempos. Nos juízos proferidos contra Israel, os que rejeitam as reprovações e advertências do Santo Espírito de Deus podem ler sua própria condenação. Há nesta geração muitos que estão trilhando o mesmo caminho dos incrédulos judeus. Testemunharam as manifestações do poder de Deus; o Espírito Santo lhes falou ao coração; apegam-se, porém, a sua incredulidade e resistência. Deus lhes envia advertências e repreensões, mas não querem confessar seus erros, e rejeitam-Lhe a mensagem e o mensageiro. Os próprios meios que Ele emprega para sua restauração, tornam-se para eles em pedra de tropeço.” DTN, p.587

Maior angústia de Jesus na hora de Sua morte

“E agora, estava a morrer o Senhor da glória, o Resgate da raça. Entregando a preciosa vida, não foi Cristo sustido por triunfante alegria. Tudo eram opressivas sombras. Não era o temor da morte que O oprimia. Nem a dor e a ignomínia da cruz Lhe causavam a inexprimível angústia. Cristo foi o príncipe dos sofredores; mas Seu sofrimento provinha do senso da malignidade do pecado, o conhecimento de que, mediante a familiaridade com o mal, o homem se tornara cego à enormidade do mesmo. Cristo viu quão profundo é o domínio do pecado no coração humano, quão poucos estariam dispostos a romper com seu poder.” DTN, pág. 752

Devemos orar pedindo ao nosso Deus que aumente nossa fé, com tantos exemplos e tantas orientações de Deus não podemos novamente repetir os erros dos nossos antepassados. Sabemos que serão poucos os que estarão dispostos a romper com o poder do pecado, mas que seja o nosso desejo estar entre eles. Não vamos nos acomodar no pecado. Desperta povo de Deus!

O que pode acontecer em nossa vida

“Quando a verdade controla a vida, há pureza e libertação do pecado. A glória, a plenitude, a inteireza do plano do evangelho é cumprida na vida. A luz da verdade dimana do templo da alma. O entendimento apodera-se de Cristo. Manuscrito 164, 1898.” Cuidado De Deus MM 1995, p. 286

Advertência do para cada um de nós!

“Se rejeitardes o convite para arrependimento e para libertação do pecado, o grande dia de Deus vos encontrará desesperançados, desabrigados, desobedientes, transgressores de Sua lei. Ele não poderá então dar-vos um lugar em Seu reino. Que Deus vos ajude a vir agora, é a minha oração.” Este Dia Com Deus, MM 1980, p. 151

“Entre nós, há os que, como Acã, farão confissões quando for demasiado tarde para se salvarem. […] Eles não estão em harmonia com o que é correto. Desprezam o testemunho positivo que atinge o coração, e gostariam que fossem silenciados todos os que fazem repreensões. Testimonies, vol. 3, pág. 272.” Eventos Finais, p. 175

Desperta povo de Deus!!!