TRISTE! MUITO TRISTE!

Pecadores sem intercessor?

“O PERÍODO QUE SUCEDERÁ AO TÉRMINIO DA OBRA DE CRISTO NO SANTUÁRIO CELESTIAL SERÁ MUITO DIFÍCIL, MAS NÃO PRECISA GERAR ANGÚSTIA PRÉVIA” ÁNGEM MANUEL RODRIGUES

Ellen White, cofundadora da Igreja Adventista, fez uma série de declarações teológicas importantes sobre o término da mediação de Cristo em favor dos pecadores no santuário celestial, pouco antes de Seu retorno em glória à Terra (Primeiros Escritos, p. 280; O Grande Conflito, p. 425; Patriarcas e profetas, p. 201). Na interpretação de alguns, isso significa que os crentes viverão durante o tempo de angústia sem acesso à graça. Essa interpretação provoca medo e até ansiedade, pois destrói a certeza da salvação. Além disso, coloca a ênfase nas realizações humanas, deixando de lado a justificação pela fé. Porém, um olhar mais detalhado para as declarações sobre o tema feitas pela pioneira adventista indica que, durante o tempo de angústia futuro, o povo de Deus poderá ainda confiar no poder expiatório da cruz de Cristo.

CORREÇÃO DE EQUÍVOCOS

É importante começar destacando que Ellen White não falou sobre o que irá acontecer depois de Cristo concluir Sua obra mediadora no Céu. Primeiro, ela não declarou em nenhum de seus escritos que o povo de Deus não terá mais que lutar contra sua natureza pecaminosa. Ao contrário, ninguém poderá dizer que está sem pecado até ser transformado por ocasião do retorno de Cristo (Mensagens Escolhidas, v. 3, p.355)

Em segundo lugar, ela não disse que, quando Cristo completar Seu trabalho no Céu, o manto de Sua justiça imputada será removido do crente. Terceiro, ela não afirmou que Cristo e o Espírito Santo abandonarão o povo de Deus, nos deixando a sobreviver por conta própria no fim do tempo do fim. Em vez disso, Ellen White escreveu que Deus estenderia ‘uma cobertura sobre Seu povo, a fim de protege-lo no tempo de angústia’, e que cada pessoa que se decidir pela verdade será ‘coberta com a proteção do Todo-poderoso’ (Primeiros Escritos, p. 43). Ou seja, nesse período, Cristo ainda continuará a oferecer aos Seus seguidores fiéis perdão pleno e justificação completa (O Grande Conflito, p.484).

A SALVAÇÃO PESSOAL NÃO É OBRA NOSSA, MAS RESULTADO DO SACRIFÍCIO DE CRISTO

A EXPERIÊNCIA DO POVO DE DEUS

Quando Cristo concluir Sua intercessão no santuário celestial, o Espírito Santo não trabalhará mais pela conversão dos ímpios. Eles serão abandonados nas mãos de Satanás, castigados pelas sete últimas pragas e Satanás tentará exterminar o povo de Deus (Primeiros Escritos, p. 279, 280).

Nesse período futuro, o povo remanescente de Deus passará por um período de angústia. Pelo fato de se sentirem abandonados por Deus, os fiéis estarão preocupados com sua indignidade espiritual e temerão ser exterminados (O Grande Conflito, p.616-619). Contudo, Deus usará essa experiência para refiná-los. Depois de passarem por esse fogo de provação, a imagem de Cristo se refletirá perfeitamente no povo de Deus (p. 621).

Nesse contexto, os filhos de Deus clamarão dia e noite por livramento. Satanás se aproveitará dessa fragilidade para insinuar que eles não têm esperança, pois acumularam muitos pecados. E é isso que eles constatam ao revisar a própria consciência: pouco fizeram de bem e estarão convictos de sua indignidade (p. 618, 619).

No entanto, eles escolhem confiar no sacrifício expiatório de Cristo. Assim como Jacó exercitou confiança no meio do desespero, nada poderemos fazer a não ser confiar ‘nos méritos do Salvador crucificado e ressuscitado. Ninguém jamais perecerá enquanto fizer isso’, garante a profetisa em Patriarcas e Profetas, p. 203.

Preste bastante atenção: Embora ‘os únicos que serão encontrados fiéis’ são ‘os que preferem morrer a praticar um ato errôneo’ (Testemunho Para a Igreja, v. 5, p. 53), não é a perfeição de caráter deles que lhes garantirá a salvação e vitória. Somente a morte substitutiva de Cristo – o evangelho eterno – pode fazer isso por eles.

Os salvos encontrarão refúgio no Cordeiro que foi morto por eles (Ap. 14:1).  O senso de indignidade permanecerá com eles até a segunda vinda de Cristo, quando exclamarão: ‘Quem poderá subsistir?’ Porém Jesus lhes responderá: ‘A minha graça é o que basta para você’ (O Grande Conflito, p. 641). A graça ainda estará disponível para o povo de Deus durante o tempo de angústia, o que significa que o sacrifício expiatório de Cristo por ele continuará válido nesse período.

PERFEIÇÃO CRISTÃ

Nos escritos de Ellen White encontramos também orientação de como nos preparar para o tempo de angústia. Sobre essa questão, ela se refere à perfeição cristã como a obra de ‘afastamento do pecado’, o que para ela era a obra ‘mais claramente apresentada nas mensagens do capítulo 14 de Apocalipses’ 9º Grande Conflito, p. 425).

Ellen White entendia afastamento do pecado como justificação pela fé e obediência aos mandamentos de Deus (Manuscript Releases, v. 12, p. 193). O objetivo de Deus com esse processo é preparar Seu povo e o mundo para a segunda vinda de Cristo (O Grande Conflito, p. 435).

Portanto, nesse contexto, a perfeição cristã consiste na submissão diária da nossa vontade à vontade de Deus, numa atitude de confiança constante na graça divina (1 Jo. 2:1,2). Não é o objetivo da busca pela perfeição cristã capacitar-nos para sermos vitoriosos sem mediação de Cristo no futuro, mas tornar-nos mais semelhante a Jesus, pelo poder do Espírito e mais útil ao próximo hoje. Definitivamente, nossa salvação não é uma obra nossa, mas o resultado do sacrifício substitutivo e suficiente de Cristo”.

Pr. ÁNGEL MANUEL RODRIGUES

Revista Adventista, Junho de 2021, A VOZ QUE CLAMA NO DESERTO, p. 28 e 29

Peguei essa revista hoje, 21/08 de 2021, na igreja que frequento, fiquei bastante triste ao ler esse artigo, farei algumas considerações sobre o mesmo.

A começar pelo título. “Pecadores sem intercessor?”. Notem que existe uma interrogação, será que o autor tem alguma dúvida sobre o fato da existência de um tempo em que os salvos passarão por um tempo em que Cristo não estará mais atuando como intercessor no santuário celestial? Para aqueles que talvez não tenham conhecimento desse fato vou deixar apenas dois textos do Espírito de profecia dentre muitos que confirmam esse fato.

Naquele tempo terrível, depois de finalizada a mediação de Jesus, os santos passaram a viver à vista de um Deus santo, sem intercessor”. Primeiros Escritos, pág. 280

“Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai.” Apoc. 14:1-5. “Estes, tendo sido trasladados da Terra, dentre os vivos, são tidos como as primícias para Deus e para o Cordeiro.” Apoc. 15:3. “Estes são os que vieram de grande tribulação” (Apoc. 7:14); passaram pelo tempo de angústia tal como nunca houve desde que houve nação; suportaram a aflição do tempo da angústia de Jacó; permaneceram sem intercessor durante o derramamento final dos juízos de Deus. O Grande Conflito, págs. 648 e 649.” Eventos Finais, pág. 268

Precisamos destacar que não estamos falando de um tempo em que os salvos viverão SEM Jesus, Jesus estará com eles os fortalecendo e protegendo. Terceiro, ela não afirmou que Cristo e o Espírito Santo abandonarão o povo de Deus, nos deixando a sobreviver por conta própria no fim do tempo do fim”.

Nem ela nem nós afirmamos tal coisa. Nesse tempo Cristo não estará mais atuando como intercessor. Nesse tempo não haverá mais oportunidade para perdão e transformação para aqueles que ainda estiverem vivendo em pecado. Mas Cristo estará com os salvos, os fortalecendo e protegendo durante o tempo de angústia.

Falsa acusação!

Além disso, coloca a ênfase nas realizações humanas, deixando de lado a justificação pela fé”.

“Definitivamente, nossa salvação não é uma obra nossa, mas o resultado do sacrifício substitutivo e suficiente de Cristo”.

Onde estão as pessoas que estão colocando ênfase nas realizações humanas e colocando de lado a justificação pela fé? Onde estão as pessoas que estão defendendo salvação pelas obras? Se procurarem verão que não defendo salvação pelas obras e sim pela graça. Precisamos, porém, entender do que a graça nos salva. Cristo nos salva DO pecado e não NO pecado. Mateus 1:21.

Uma grande mentira!

A graça ainda estará disponível para o povo de Deus durante o tempo de angústia, o que significa que o sacrifício expiatório de Cristo por ele continuará válido nesse período”.

Ou seja, nesse período, Cristo ainda continuará a oferecer aos Seus seguidores fiéis perdão pleno e justificação completa (O Grande Conflito, p.484).

Cristo ainda estará oferendo perdão durante o tempo de angústia?      O que Dizer dos textos a seguir.

“Os cristãos professos que chegarem ao tempo de angústia sem estarem preparados, confessarão em seu desespero os seus pecados perante o mundo com palavras de angústia consumidora, ao passo que os ímpios exultam de sua agonia. O caso de todos estes é sem esperança. Quando Cristo Se levantar e deixar o Lugar Santíssimo, começará o tempo de angústia, estará decidido o caso de cada pessoa, e não haverá sangue expiatório para purificar do pecado e corrupção. Quando sai do Santíssimo, Jesus fala em tom decisivo e autoridade real: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se. E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras”. Apoc. 22:11 e 12. Signs of the Times, 27 de novembro de 1879.” MM, Recebereis Poder, pág. 343

“Vi também que muitos não compreendem o que devem ser a fim de viverem a vista do Senhor sem um sumo sacerdote no santuário, durante o tempo de angústia. Os que ao de receber o selo do Deus vivo, e ser protegidos, no tempo de angústia, devem refletir completamente a imagem de Jesus” P. E. pág. 71; Vida e Ensinos, pág. 112

“Os pretensos crentes, que chegam despreparados ao tempo de angústia, confessarão, em seu desespero, seus pecados perante o mundo em palavras de angústia, enquanto que os ímpios exultam sobre seu desespero. O caso de todos eles é sem esperança. Os que adiaram a preparação para o dia de Deus não podem fazer essa preparação no tempo de angústia nem em qualquer período futuro.” – Signs of the Times, 27 de novembro de 1879. O Batismo do Espírito Santo, pág. 112

“Os que estiverem vivendo sobre a Terra quando a intercessão de Cristo cessar no santuário celestial, deverão, sem mediador, estar em pé na presença do Deus santo. Suas vestes devem estar imaculadas, o caráter liberto de pecado, pelo sangue da aspersão. Mediante a graça de Deus e seu próprio esforço diligente, devem eles ser vencedores na batalha contra o mal”. GC, p. 425.

“Quando nos lembramos que ninguém sabe quando seu tempo de graça findará, como ousamos viver despreparados, desprevenidos para encontrar com nosso Senhor? Como ousamos continuar pecadores e maculados? Por que não temos medo? Por que não estamos perturbados? Por que não percebemos nosso perigo? […] O Senhor operaria poderosamente por Seu povo, se este abandonasse as obras das trevas e se revestisse de Sua justiça. […]”– Manuscrito 13, 8 de junho de 1902, “O Povo de Deus Deve Ser Portador de Luz”. Olhando Para O Alto MM, pág. 167

Por que o autor não colocou o texto do Grande Conflito, p. 623 que veremos a seguir nesse artigo? Esse texto é sem dúvida alguma o texto mais negligenciado por todos os teólogos “politicamente corretos”, teólogos que ensinam o que a maioria quer ouvir e não o que eles precisam ouvir.

“Agora, enquanto nosso grande Sumo Sacerdote está a fazer expiação por nós, devemos procurar tornar-nos perfeitos em Cristo. Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. Satanás encontra nos corações humanos algum ponto em que pode obter apoio; algum desejo pecaminoso é acariciado, por meio do qual suas tentações asseguram a sua força. Mas Cristo declarou de Si mesmo: “Aproxima-se o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim.” João 14:30. Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia.Grande Conflito, p. 623

Satanás quer prender os homens no pecado até que seja tarde demais.

Artigos como esse que foi publicado na revista Adventista ajudará Satanás “prender as almas em suas ciladas”. É objetivo de Satanás: “Reter o povo em trevas e impenitência, até que termine a mediação do Salvador e não mais haja sacrifício pelo pecado”. Ou seja, reter os homens no pecado até que termine o período de graça, “e não mais haja sacrifício pelo pecado”. Reter os homens no pecado até que seja tarde demais.

“O grande conflito entre Cristo e Satanás, que tem prosseguido durante quase seis mil anos, logo deve terminar; e o maligno redobra seus esforços para frustrar a obra de Cristo em prol do homem, e prender as almas em suas ciladas. Reter o povo em trevas e impenitência, até que termine a mediação do Salvador e não mais haja sacrifício pelo pecado, é o objetivo que ele procura realizar. Não se fazendo um esforço especial para resistir ao seu poder, prevalecendo a indiferença na igreja e no mundo, Satanás não se preocupa; pois que não se acha em perigo de perder os que está levando em cativeiro, à sua vontade. Mas ao ser chamada a atenção para as coisas eternas, e almas indagarem: “Que é necessário que eu faça para me salvar?” ele está a postos, procurando opor seu poder ao de Cristo, e neutralizar a influência do Espírito Santo.” Grande Conflito, pág. 518

 “Essa interpretação provoca medo e até ansiedade, pois destrói a certeza da salvação”.

Parece ser uma preocupação fazer com que as pessoas, os adventistas, tenham certeza da salvação, e vivam sem medo ou ansiedade. Será que é válido alcançar esse objetivo ensinando mentiras? Muitos descobrirão um dia, quando já for tarde demais, que foram enganados.

“Aqueles que adiam seu preparo não poderão obtê-lo no tempo de angústia, ou em qualquer momento posterior. O caso de todos esses não têm solução”.  Edição condensada 2013, O Grande Conflito, p. 265

“Entre nós, há os que, como Acã, farão confissões quando for demasiado tarde para se salvarem. […] Eles não estão em harmonia com o que é correto. Desprezam o testemunho positivo que atinge o coração, e gostariam que fossem silenciados todos os que fazem repreensões”. Testimonies, vol. 3, p. 272. Eventos Finais p. 175-176

Purificação durante o tempo de angústia?

O Pr. Ángel Manuel Rodrigues afirma que Deus usará “usará essa experiência” (tempo de angústia) “para refiná-los. Depois de passarem por esse fogo de provação, a imagem de Cristo se refletirá perfeitamente no povo de Deus”.

 “Nesse período futuro, o povo remanescente de Deus passará por um período de angústia. Pelo fato de se sentirem abandonados por Deus, os fiéis estarão preocupados com sua indignidade espiritual e temerão ser exterminados (O Grande Conflito, p.616-619). Contudo, Deus usará essa experiência para refiná-los. Depois de passarem por esse fogo de provação, a imagem de Cristo se refletirá perfeitamente no povo de Deus (p. 621)”.

Será que no tempo de angústia depois do fechamento da porta da graça Deus ainda estará purificando os salvos?

No texto a seguir vemos que a preparação para o dia de Deus não pode ser feita no tempo de angústia.

“Os pretensos crentes, que chegam despreparados ao tempo de angústia, confessarão, em seu desespero, seus pecados perante o mundo em palavras de angústia, enquanto que os ímpios exultam sobre seu desespero. O caso de todos eles é sem esperança. Os que adiaram a preparação para o dia de Deus não podem fazer essa preparação no tempo de angústia nem em qualquer período futuro. – Signs of the Times, 27 de novembro de 1879. O Batismo do Espírito Santo, pág. 112

Com entender então o texto a seguir onde a serva do Senhor afirma que o tempo de angústia é o “cadinho”, (instrumento de purificação do ouro) que “produzirá caracteres à semelhança de Cristo”?

 “O tempo de angústia é o cadinho que produzirá caracteres à semelhança de Cristo. Designa-se a levar o povo de Deus a renunciar a Satanás e suas tentações. O último conflito revelar-lhes-á Satanás em seu verdadeiro caráter, o de um tirano cruel, e fará por eles o que coisa alguma poderia realizar erradicá-lo das afeições deles. Pois amar e nutrir o pecado, é amar e nutrir seu autor, aquele inimigo mortal de Cristo. Quando eles desculpam o pecado e se apegam à perversidade de caráter, dão a Satanás um lugar em suas afeições, e rendem-lhe homenagem”. MM 1962, Nossa Alta Vocação, p. 319

A resposta está no livro Eventos Finas

“Antes do fim do tempo da graça – Na página 33 [de Primeiros escritos] foi dito o seguinte: ‘[…] No início do tempo de angústia, ficamos cheios do Espírito Santo, quando saímos para proclamar o sábado mais amplamente’”.

“Esta visão foi dada em 1847, quando havia apenas poucos dentre os irmãos do advento observando o sábado, e desses somente uns poucos supunham que sua observância era de suficiente importância para constituir uma linha de separação entre o povo de Deus e os incrédulos. Agora o cumprimento desta visão está começando a ser visto.

O “início do tempo de angústia” ali mencionado, não se refere ao tempo em que as pragas começarão a ser derramadas, mas a um breve período, pouco antes, enquanto Cristo está no santuário. Nesse tempo, enquanto a obra de salvação está se encerrando, tribulações virão sobre a Terra, e as nações ficarão iradas, embora contidas para não impedir a obra do terceiro anjo. (P E, p. 85 e 86) (1854). Eventos Finais, p. 90

Esse tempo de angústia que é citado pela serva do Senhor como sendo um meio de Deus purificar Sua igreja não é o tempo de angústia onde estarão caindo as pragas do Apocalipse, quando já estará fechada a porta da graça. Esse tempo de angústia é um breve período de tempo antes de Cristo terminar Sua intercessão por nós no santuário celestial.

O “início do tempo de angústia” ali mencionado, não se refere ao tempo em que as pragas começarão a ser derramadas, mas a um breve período, pouco antes, enquanto Cristo está no santuário”. Eventos Finais, p. 90

“O amor de Deus à Sua igreja é infinito. Incessante é Seu cuidado de Sua herança. Ele não permite que aflição humana alguma sobrevenha à igreja senão unicamente a que é necessária para sua purificação, seu bem presente e eterno. Purificará Sua igreja assim como purificou o templo no princípio e no fim de Seu ministério na Terra. Tudo que Ele traz sobre a igreja em forma de provações e aflições, fá-lo para que Seu povo adquira mais profunda piedade e mais força para levar a todas as partes do mundo as vitórias da cruz”. Testemunhos Seletos, vol. 3, págs. 391 e 392.

“Aflições, cruzes, tentações, adversidades e nossas várias provações, são os agentes divinos para nos purificar, santificar e preparar-nos para o celeiro celeste”. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 313”. Eventos Finais, p. 96

Ao falarmos sobre o tempo de angústia é bom sabermos que existe um breve tempo de angústia antes do fechamento da porta da graça, esse é o tempo que Deus usará para purificar Sua igreja. Essa purificação não ocorrerá depois do fechamento da porta da graça.

“Aqueles que adiam seu preparo não poderão obtê-lo no tempo de angústia, ou em qualquer momento posterior. O caso de todos esses não têm solução”.  Edição condensada 2013, O Grande Conflito, p. 265

Muitos estão ensinando uma religião “piegas”!

“Há esperança para cada um de nós, mas de uma só maneira – apegando-nos a Cristo e empregando toda energia para obter a perfeição de Seu caráter. Essa religião piegas que faz pouco do pecado, e só realça o amor de Deus pelo pecador, encoraja os pecadores a crer que Deus os salvará enquanto continuarem no pecado, sabendo que é pecado. É isso que estão fazendo muitos que professam crer na verdade presente”. MM 2002, Cristo Triunfante, p. 80

Fico triste por saber que poucos irão ler esse artigo, ao passo que muitos receberão a revista adventista contendo esse artigo com tantas inverdades. Que o Senhor tenha misericórdia de nós e nos livre das ciladas do inimigo!

Desperta professo povo de Deus!

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