Possuir natureza pecaminosa é pecado?

Natureza Pecaminosa é Pecado?

Fui visitado por um pastor Pr. Rogério Sathier mestrado em teologia, pastor da AMS, que afirmou que as nossas lições da Escola Sabatina podem conter opinião DO AUTOR da lição e não sempre DA IGREJA. No entanto encontro isso na nossa Lição da Escola Sabatina.

“As lições da Escola Sabatina dos adultos são preparadas pelo Departamento dos Ministérios da Igreja da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. A preparação das lições está sob a direção geral de uma Comissão Mundial da Escola Sabatina, cujos membros atuam como consultores. ESTA PUBLICAÇÃO REFLETE O PENSAMENTO DA COMISSÃO E NÃO REPRESENTA APENAS OU NECESSARIAMENTE O PROPÓSITO DO AUTOR”. Lição da Escola Sabatina, “Discipulado”, 1º Trim 2014.

A partir do segundo trimestre de 2014 encontramos isso nas nossas lições:

“As lições da Escola Sabatina dos adultos são preparadas pelo Departamento dos Ministérios da Igreja da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia”. Lição da Escola Sabatina 2º Trim. 2014, “Cristo e Sua lei”.

Então eu pergunto. Esse pastor citado está certo? Nossas lições da Escola Sabatina podem conter mesmo, opiniões apenas do autor e não necessariamente da igreja?

Vemos que até o 1º trimestre de 2014 esse pastor está completamente equivocado. Isso mudou a partir do segundo trimestre de 2014?

Essa resposta é importante porque esse pastor afirmou diversas vezes para mim que NATUREZA PECAMINOSA É PECADO!

No entanto eu tenho essas duas afirmações encontradas em nossas lições da Escola Sabatina.

“Natureza pecaminosa não pode ser equiparada com deficiência moral ou pecado pessoal. Há uma grande diferença entre o que Jesus assumiu ou tomou sobre Si e o que Ele era. Ele reteve o caráter de Deus – a incorporação da verdade, pureza e amor – enquanto foi sobrecarregado com a natureza ou constituição pecaminosa. Com relação a moral e caráter, Ele permaneceu sendo aquele ‘ente santo’ (S. Luc. 1:35) o qual era por concepção e nascimento. Embora Ele viera ‘em forma de servo’ (Fil. 2:7), a servidão do pecado não O conquistou como fez conosco; porém, através do Espírito que habitava no Seu íntimo Ele venceu o mal. Nenhuma vez escolheu Ele ir contra a vontade de Seu Pai. Através de Sua constante vitória sobre as dificuldades – sobre o pecado – condenou o pecado na carne (Rom. 8:3). Mas não poderia haver condenado com justiça o pecado na minha carne se a Sua carne fosse intrinsicamente diferente da minha”. Lição da Escola Sabatina, Jesus Nosso Mediador, 4º Trim. 1984, p. 70 -71

“Ter uma natureza pecaminosa não é pecado. No entanto, é pecado permitir que a natureza pecaminosa controle nossos pensamentos e dite nossas escolhas. Assim temos as promessas, encontradas na Palavra de Deus, que nos oferecem garantias de vitória, se as reclamarmos para nós mesmos e nos apegarmos a elas pela fé”. Lição E S prof. Carta de Tiago 4º trim. 2014 p. 30

 Novamente pergunto: Essas duas afirmações são OPINIÕES PARTICULARES DOS AUTORES DA LIÇÃO?

Foi então que esse pastor falou para que eu tomasse cuidado com citações das nossas lições da Escola Sabatina. Perguntou se era citação de Ellen G. White ou do autor. Ao que parece segundo ele essas citações sobre natureza pecaminosa não ser pecado é uma dessas opiniões particulares do autor, e ele repetiu diversas vezes na nossa conversa que natureza pecaminosa é pecado. Teve um momento que ele fez até o seguinte comentário. “Veja pecado, pecaminosa”

Quem está certo? Pr.Rogério Sathier está certo ao afirmar que natureza pecaminosa é pecado e os autores dessas lições estão errados ao afirmarem o contrário?

Outra importantíssima pergunta. Se o Pastor Rogério Sathier está certo podemos afirmar que nesse caso a igreja permitiu passar UMA MENTIRA para nós alunos da Escola Sabatina em relação a natureza pecaminosa?

Para mim sinceramente até que me provem o contrário o Pr. Rogério Sathier está errado, tanto em afirmar que as lições da Escola Sabatina possuem opiniões que são apenas do autor como também ao afirmar que natureza pecaminosa é pecado.

Sobre as lições possuírem opiniões que são apenas do autor, pelo menos até o primeiro trimestre de 2014 fica bem claro pelo que lemos nas lições que ele, Pr Rogério Sathier está errado. Depois do segundo trimestre isso não deve ter mudado, porque mesmo a partir dessa data as lições continuam sendo “preparadas pelo Departamento dos Ministérios da Igreja da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia”. Vejam que existe um departamento da igreja responsável pela lição. Logicamente podemos deduzir que esse departamento é responsável pela aprovação do conteúdo da lição, então mesmo que não seja mais mencionado esse conteúdo “REFLETE O PENSAMENTO DA COMISSÃO E NÃO REPRESENTA APENAS OU NECESSARIAMENTE O PROPÓSITO DO AUTOR”, isso não deve ter mudado.

Sobre a afirmação do referido pastor Rogério Sathier afirmar que natureza pecaminosa é pecado tem implicações teológicas muito sérias. Para ele esse é um pecado que somente será eliminado na glorificação.

  1.  O fato de usar a natureza pecaminosa como desculpa para o pecado, mesmo que ele, Rogério Sathier negue isso, na prática é exatamente isso que muitos estão fazendo. Vou dar dois exemplos desse fato, George R. Knight que é uma referência para pastores adventistas usando nossa natureza “pecaminosa”, “corpo natural” e o“corpo com que nascemos” como desculpa para o pecado.

“Mas conforme prova a ressurreição final dos que viveram em todas as eras, o Senhor pode, sim, levar para o Céu, sem qualquer risco, os que ainda cometem erros e pecados de ignorância e de omissão, problemas ainda enraizados no ‘pendor’ e nas limitações da carne pecaminosa, sem colocar todo o Céu em risco”. George R. Knight, Pecado e Salvação p. 215

 “A redenção de Deus é completa e inclui a redenção do corpo. O problema com o nosso ‘corpo natural’ (ver 1 Cor 15:44) – o corpo com que nascemos – é sua tendência para o mal. Não bastasse isso, por ser corruptível, esse corpo abriga um cérebro imperfeito. Assim nossos processos mentais são limitados e distorcidos. Essas limitações por sua vez, restringem nossa capacidade de agir e reagir na vida diária. Junto com essas dificuldades, os seres humanos vivem em uma comunidade e em um mundo dominados por princípios anticristãos e princípios bastantes sedutores para as fraquezas do ‘corpo natural’”. George R. Knight, Pecado e Salvação p. 2222)

2. Ignorar o fato de encontramos na Bíblia o apelo para que pelo poder de Deus, façamos “morrer tudo o que pertence à natureza terrena” e também a possibilidade de nos tornarmos “coparticipantes da natureza” divina sendo assim libertados da “corrupção das paixões que há no mundo”.

“Portanto, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena: imoralidade sexual, impureza, paixões, maus desejos e a avareza, que é idolatria”. Colossenses 3:5

Pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis coparticipantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo”. 2 Pedro 1:4

Analisando esses dois textos bíblicos entendemos melhor a afirmação da lição da Escola Sabatina de 2014 que já vimos:

 “Ter uma natureza pecaminosa não é pecado. No entanto, é pecado permitir que a natureza pecaminosa controle nossos pensamentos e dite nossas escolhas”.

Na palavra de Deus vemos que existe solução para nós que possuímos a natureza pecaminosa, ela pode ser subjugada pelo poder de Deus. Ao nos tornarmos “coparticipantes da natureza divina” fazemos pelo poder de Deus morrer tudo o que pertence à natureza terrena”, e então somos libertados dacorrupção das paixões que há no mundo”.

Esses textos bíblicos nos ajudam entender essa mensagem da serva do Senhor sobre nossa natureza.

“A vida cristã não é uma modificação ou melhoramento da antiga, mas uma transformação da natureza. Tem lugar a morte do eu e do pecado, e uma vida toda nova. Essa mudança só se pode efetuar mediante a eficaz operação do Espírito Santo”. O Desejado de Todas as Nações, p. 172.

Logicamente se nos afastarmos de Deus, voltamos a ser dominados pela nossa natureza caída, pecaminosa. Essa natureza caída, pecaminosa será erradicada definitivamente somente na glorificação. Mas vejam bem que os salvos serão encontrados naquele momento ainda com natureza caída e pecaminosa, mas naquele momento não serão encontrados DOMINADOS PELA NATUREZA PECAMINOSA, eles se tornaram coparticipantes da natureza divina, fizeram morrer tudo que pertence à natureza terrena e foram libertados da “corrupção das paixões que há no mundo”.

Existia duas possibilidades, NATUREZA NÃO CAÍDA NÃO CORROMPIDA e NATUREZA CAÍDA CORROMPIDA, mas cristo provou ser possível uma terceira possibilidade, NATUREZA CAÍDA, MAS NÃO CORROMPIDA!

Vejam Cristo NATUREZA CAÍDA, MAS NÃO CORROMPIDA!

“A provação de Cristo aqui foi muito maior do que a de Adão e Eva, pois Cristo tomou a nossa natureza caída, mas não corrompida; e, a menos que Ele desse ouvidos às palavras de Satanás em lugar das palavras de Deus, não seria corrompido”. Manuscrito 57, 1890; Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 158.

Cristo não veio como nós somos, MAS SIM COMO PODEMOS SER!

“Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de sei Filho, a fim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos”. Romanos 8:29

“Nenhum ser humano já possuiu natureza tão sensível como o Santo de Deus, sem pecado, o qual Se manifestou como cabeça e representante daquilo que a humanidade pode tornar-se mediante a comunicação da natureza divina. Aos que creem em Cristo como seu Salvador pessoal, Ele atribui Seus méritos e comunica Seu poder”. YI, 16/08/1894; Mente, Caráter e Personalidade, vol. 1, p. 249

“Era Ele o representante de Deus e o exemplo da humanidade. Apresentou ao mundo o que a humanidade poderia tornar-se quando, pela fé, unida à divindade”. Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 349

Cristo provou assim que nossa natureza caída não pode ser usada como DESCULPA PARA O PECADO. O que muitos estão fazendo infelizmente.

Sinceramente, para mim é muito difícil entender como que um pastor que afirma ser mestrado em teologia ignora tudo isso e simplesmente afirma, “possuir natureza pecaminosa é pecado”

3. Vejam se natureza pecaminosa é realmente pecado, então Jesus não poderia ter assumido nossa natureza. Essa é uma questão fundamental. Entendo que esse é o real motivo do pastor Rogério Sathier defender ser natureza pecaminosa pecado.  Na verdade, ele apresenta o que a maioria dos pastores adventistas acreditam. Eles acreditam ser impossível para nós viver uma vida tão pura quanto a de Jesus. Eles não acreditam nessa possibilidade, tanto é que esse pastor não aceita que o combatido e negligenciado texto do grande conflito revele a necessidade de que os salvos precisarão estar vivendo uma vida tão livre do pecado como viveu Jesus para subsistirem no tempo de angústia. O pastor Rogério Sathier insistiu na afirmação de que eu estou interpretando mal esse texto. Vou mostrar novamente esse texto para que os irmãos possam verificar se existe alguma dificuldade de interpretação desse texto.

“Agora, enquanto nosso grande Sumo Sacerdote está a fazer expiação por nós, devemos procurar tornar-nos perfeitos em Cristo. Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. Satanás encontra nos corações humanos algum ponto em que pode obter apoio; algum desejo pecaminoso é acariciado, por meio do qual suas tentações asseguram a sua força. Mas Cristo declarou de Si mesmo: “Aproxima-se o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim.” João 14:30. Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia”. O Grande Conflito, p. 623.

Não aceitando a possibilidade de que nós possamos ser transformados pela graça de Deus a tal ponto de passar a viver livre do pecado como Jesus viveu, eles têm que colocar mais ênfase em Jesus como justificador do que como exemplo. Vejam a seguir um texto de um livro da CPB, que prova ser isso uma realidade.

“Os defensores da pré-Queda são inclinados a colocar mais ênfase no papel de Jesus como substituto justificador do que no Seu exemplo para o vencedor”.  Woodrow W. Whidden, Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 15.

É sempre bom lembrar que essa é uma realidade da grande maioria, quase totalidade dos pastores adventistas. Fazendo isso, os teólogos adventistas se veem na necessidade de fazerem um verdadeiro malabarismo teológico para tentarem defender o que acreditam. Vejam essa “pérola” de George R. Knight, uma referência para pastores adventistas, tentando usar a justiça de Cristo para COBRIR algum tipo de PECADO.

 “’A justiça de Cristo’, explica ela, ‘não encobrirá pecado algum acariciado’ [Sugerindo assim que sua justiça cobre pecados não rebeldes]. […] Até mesmo na passagem acima ela deixa bem claro que o problema está nas minúcias ‘acariciadas’ de ações rebeldes e não qualquer minúcia simplesmente”. George R. Knight Pecado e Salvação p. 187-188

Fazem isso ignorando textos da serva do Senhor que revelam que a justiça de Cristo, “não é uma capa para encobrir pecados não confessados e não abandonados”, e que a justiça de Cristo cobrirá, “pecados e faltas para ocultar a deformidade do caráter“.

“Não é genuíno nenhum arrependimento que não opere a reforma. A justiça de Cristo não é uma capa para encobrir pecados não confessados e não abandonados; é um princípio de vida que transforma o caráter e rege a conduta. Santidade é integridade para com Deus; é a inteira entrega da alma e da vida para habitação dos princípios do Céu”. O Desejado de Todas as Nações, p. 555.

Unicamente por fiel arrependimento serão perdoados os seus pecados; pois Deus não cobrirá o mal com as vestes de Sua justiça”. MM 1956, Filhos e Filhas de Deus, p. 13

“A única esperança de todo homem está em Jesus Cristo, que trouxe a veste de Sua justiça para pôr sobre o pecador que despisse as suas vestes de imundícia. … Todos quantos entrarem [pelas portas da cidade] trajarão as vestes da justiça de Cristo. […] Não haverá nenhuma cobertura de pecados e faltas para ocultar a deformidade do caráter; veste alguma será meio lavada; mas todas serão puras e imaculadas”. The Youth’s Instructor, 18 de agosto de 1886. (MM 1956, Filhos e Filhas de Deus, p. 66)“Toda impureza de pensamento, toda paixão concupiscente, separa a alma de Deus; pois Cristo jamais pode pôr Sua veste de justiça sobre um pecador, para ocultar-lhe a deformidade”. MM 1962, Nossa Alta Vocação, p. 212

Fato, “Muitos dizem …”, podemos colocar como sendo muitos pastores adventistas, como percebemos a tendência dos membros aceitarem sem questionamento o que os pastores afirmam eles seguem o mesmo caminho. Infelizmente!

“Muitos dizem, todavia, que Jesus não era como nós outros, que Ele não esteve no mundo da mesma forma que nós, que Ele era divino e que nós não podemos ser vencedores como Ele foi vencedor. Mas Paulo escreve: ‘Porque, na verdade, Ele não tomou a natureza dos anjos, mas tomou a descendência de Abraão. Pelo que convinha que Ele em tudo fosse semelhante aos irmãos”.-RH,1°/04/1892; (Ellen White e a Humanidade de Cristo, pág. 161)

Cristo veio provar ser falsa as acusações de Satanás!

“Satanás, o anjo caído, declarara que nenhum homem podia guardar a lei de Deus depois da desobediência de Adão. Ele alegava que toda a humanidade estava sob o seu domínio”. ME vol.3 p. 136

“Satanás declarara que era impossível ao homem obedecer aos mandamentos de Deus; e é verdade que por nossa própria força não lhes podemos obedecer. Cristo, porém, veio na forma humana, e por Sua perfeita obediência provou que a humanidade e a divindade combinadas podem obedecer a todos os preceitos de Deus”. Parábolas de Jesus p. 314

“Cristo veio para sofrer em favor da raça caída, pois Satanás se gabara de que ninguém poderia resistir aos seus ardis e viver uma vida imaculada neste mundo. Revestido com a natureza humana, o Redentor sujeitou-Se a todas as tentações com as quais são cercados os seres humanos, e venceu em todos os aspectos. O registro de Sua vida é entregue ao mundo, para que ninguém tenha dúvidas quanto ao poder da graça de Deus. Para cada pessoa que se empenha em busca da perfeição do caráter cristão, este mundo torna-se um campo de batalha, no qual se trava o conflito entre o bem e o mal. E todos os que confiam em Cristo obterão a vitória”. Carta 38, 1907.Cristo Triunfante pág. 32

Eu gostaria muito, mas muito mesmo que as pessoas em geral, que não acreditam na possibilidade da plena libertação do pecado antes do fechamento da porta da graça analisassem os textos a seguir. Em breve estarei publicando um livro sobre a humanidade de Cristo nesse blog.

“Veio ao nosso mundo para manter um caráter puro e sem pecado, e para refutar a mentira de Satanás de que não era possível aos seres humanos guardar a lei de Deus. Cristo veio viver a lei em Seu caráter humano exatamente na maneira pela qual todos podem viver a lei na natureza humana se procederem como Cristo procedeu. […]”.  Elle. White, e a Humanidade de Cristo, p. 166

“O Senhor Jesus veio ao nosso mundo, não para revelar o que Deus podia fazer, e, sim, o que o homem podia realizar, mediante a fé no poder de Deus para ajudar em toda emergência. O homem deve, pela fé, ser participante da natureza divina e vencer toda tentação com que é assaltado. O Senhor requer agora que todo filho e filha de Adão, pela fé em Jesus Cristo, O sirva na natureza humana que temos atualmente”. ME vol. 3, p. 140.

“Cristo veio viver a lei em Seu caráter humano exatamente na maneira pela qual todos podem viver a lei na natureza humana se procederem como Cristo procedeu”. Ellen White e a Humanidade de Cristo p. 166

“A humanidade perfeita de Cristo é a mesma que o homem pode ter através da conexão com Cristo. Como Deus, Cristo não poderia ser tentado mais do que não foi tentado por Sua fidelidade no céu. Mas como Cristo Se humilhou à natureza do homem, Ele poderia ser tentado. Ele não tinha assumido nem mesmo a natureza dos anjos, mas a humanidade, perfeitamente idêntica à nossa própria natureza, exceto sem a mancha do pecado”.  Ms57-1890.8

“O grande Mestre veio a nosso mundo, não somente para fazer expiação pelo pecado, mas também para ser um mestre tanto por preceito como pelo exemplo. Veio mostrar ao homem como guardar a lei na humanidade, de modo que ele não tivesse nenhuma desculpa para seguir seu próprio critério imperfeito“. Vemos a obediência de Cristo. Sua vida era sem pecado. A obediência durante toda a Sua vida é uma censura à humanidade desobediente. A obediência de Cristo não deve ser posta de lado como se fosse completamente diferente da obediência que Ele requer de nós individualmente. Cristo nos mostrou que é possível para toda a humanidade obedecer às leis de Deus. ” ME, vol. 3, p.135.

“Não precisamos classificar a obediência de Cristo, por si mesma, como alguma coisa para a qual Ele Se achava particularmente adaptado, por Sua especial natureza divina, pois Ele Se encontrava diante de Deus como o representante do homem e foi tentado como substituto e fiador do homem. Se Cristo possuísse um poder especial que o homem não tem o privilégio de possuir, Satanás ter-se-ia aproveitado desse fato. A obra de Cristo era tirar das reivindicações de Satanás o seu domínio sobre o homem, e só podia fazê-lo da maneira como Ele veio – como homem, tentado como homem e prestando a obediência de um homem. […]” Mensagens Escolhidas vol. 3, pág. 139

“Cristo veio viver a lei em Seu caráter humano exatamente na maneira pela qual todos podem viver a lei na natureza humana se procederem como Cristo procedeu”. Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 166.

“Cristo viveu uma vida de perfeita obediência à Lei de Deus, deixando nisto um exemplo perfeito a toda criatura humana. A vida que Ele viveu neste mundo, devemos nós viver, mediante Seu poder, e sob as Suas instruções”. A Ciência Do Bom Viver, p. 180

Esse artigo não está pronto, é provável que eu acrescente mais coisas nele. Aceito colaboração ou críticas para  continuação desse artigo.

Desperta professo povo de Deus antes que seja tarde demais!

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