PAROUSIA NATUREZA HUMANA DE CRISTO

“A encarnação e o ‘Filho do Homem’”

“Texto extraído da obra Seventh-day Adventists Answer Questions on Doctrine”. 

Revista PAROUSIA, 1º Semestre de 2008. A NATUREZA DE CRISTO, p. 9

O que está em negrito é o título do texto extraído do livro Questões sobre Doutrina, publicado pela revista PAROUSIA, o que veremos a seguir é parte desse texto, que iremos comentar nesse artigo.

“[…] Dificilmente poderia ser interpretado, porém, do relato tanto de Isaías como de Mateus, que Jesus era enfermo ou que Ele experimentou as fragilidades que são herança da nossa natureza humana pecaminosa. Mas Ele suportou tudo isso. Não poderia ser que Ele suportasse isso também vicariamente, assim como suportou os pecados do mundo inteiro?

Essas fraquezas, fragilidades, debilidades, falhas são coisas que nós, com nossa natureza caída e pecaminosa, temos de suportar. Para nós elas são naturais, inerentes, mas quando Ele as suportou, Ele as tomou não como algo inerentemente seu, mas Ele as suportou como nosso substituto. Ele as suportou em Sua natureza perfeita e impecável. Outra vez observamos’: Cristo suportou tudo isto vicariamente, da mesma forma que vicariamente Ele suportou as iniquidades de todos nós.

É neste sentido que devemos compreender os escritos de Ellen G. White quando ela se refere ocasionalmente à natureza humana pecaminosa, caída e deteriorada […]”. Revista PAROUSIA, 1º Semestre de 2008. A NATUREZA DE CRISTO, p. 14

“Tudo que Jesus tomou, tudo que Ele suportou, quer seja o fardo e a penalidade de nossas iniquidades, ou as enfermidades e fraquezas de nossa natureza humana – tudo foi assumido e suportado vicariamente”. Revista PAROUSIA, 1º Semestre de 2008. A NATUREZA DE CRISTO, p. 15

Essa revista é uma referência para adventistas, principalmente pastores adventistas sobre a questão, natureza humana de Cristo. Nessa revista os autores buscaram publicações de diversas fontes para defenderem um determinado ponto de vista sobre a natureza humana de Cristo. Eu poderia escrever muita coisa sobre essa revista, mas eu vou comentar apenas a algumas afirmações ali encontradas, que acredito esses comentários vai deixar bem nítido o nível de confiabilidade desta revista. O que mostrarei nesse artigo deverá servir de alerta para aqueles que tem uma opinião formada sobre a humanidade de Cristo tendo essa revista uma fonte de informação, para eles confiável.

O texto que eles retiraram do livro Questões Sobre Doutrina realmente está lá, exatamente igual ao que eles utilizaram nessa revista.  Vou repetir o texto, agora retirado do livro Questões Sobre Doutrina.

O MESMO TEXTO AGORA NO QUESTÕES SOBRE DOUTRINA

“[…] Dificilmente poderia ser interpretado, porém, do relato tanto de Isaías como de Mateus, que Jesus era enfermo ou que Ele experimentou as fragilidades que são herança da nossa natureza humana pecaminosa. Mas Ele suportou tudo isso. Não poderia ser que Ele suportasse isso também vicariamente, assim como suportou os pecados do mundo inteiro?

Essas fraquezas, fragilidades, debilidades, falhas são coisas que nós, com nossa natureza caída e pecaminosa, temos de suportar. Para nós elas são naturais, inerentes, mas quando Ele as suportou, Ele as tomou não como algo inerentemente seu, mas Ele as suportou como nosso substituto. Ele as suportou em Sua natureza perfeita e impecável. Outra vez observamos’: Cristo suportou tudo isto vicariamente, da mesma forma que vicariamente Ele suportou as iniquidades de todos nós.

É neste sentido que devemos compreender os escritos de Ellen G. White quando ela se refere ocasionalmente à natureza humana pecaminosa, caída e deteriorada […]”. Questões Sobre Doutrina, p. 79.

“Tudo que Jesus tomou, tudo que Ele suportou, quer seja o fardo e a penalidade de nossas iniquidades, ou as enfermidades e fraquezas de nossa natureza humana – tudo foi assumido e suportado vicariamente”. Questões Sobre Doutrina, p. 80.

FATO NÃO LEVADO EM CINSIDERAÇÃO

O que os autores da revista PAROUSIA não levaram em consideração é o fato do livro Questões Sobre Doutrina recém-publicado ter uns comentários corrigindo algumas afirmações da primeira edição desse livro.

Não sei se os autores dessa revista não levaram em consideração esse detalhe por não terem conhecimento dessas correções na nova edição desse livro ou se tinham conhecimento e por conveniência ignoraram essas correções.

Fato é que, justamente esse texto usado na revista PAROUSIA sobre a humanidade de Cristo, que afirma que Cristo assumiu nossa natureza apenas no sentido vicário, é um dos textos da primeira edição desse livro que foi corrigido e criticado pelo livro Questões Sobre Doutrina publicado em 2008.

CORREÇÕES APRESENTADAS PELO QUESTÕES SOBRE DOUTRINA 2008

Vejam a seguir a nota do livro Questões Sobre Doutrina recém-editado corrigindo e criticando o texto usado pela revista PAROUSIA.

“As páginas 59 – 62 da edição de 1957 estabelecem a posição bastante curiosa de que Cristo tomou a natureza humana vicariamente de maneira idêntica à que carregou o pecado humano vicariamente. Isso é, de acordo com o livro Questões Sobre Doutrina, em Sua encarnação, Cristo realmente não tomou as enfermidades e fraquezas humanas como sendo suas de maneira inata, mas apenas no sentido vicário ou substituinte.

Essa posição certamente não é exposta no Novo Testamento nem foi sustentada por Ellen White. No Desejado de Todas as Nações ela declara que ‘Jesus aceitou a humanidade quando a raça tinha sido enfraquecida por quatro mil anos de pecado. Como qualquer filho de Adão Ele aceitou os resultados da operação da grande lei de hereditariedade.

E mais: ‘Por quatro mil anos a raça tinha estado decrescendo em força física, em poder mental e em dignidade moral; e Cristo tomou sobre Si as enfermidades da humanidade degenerada’ […]

Desta maneira, de acordo com Ellen White, na encarnação de Cristo de fato, em vez de vicariamente, tomou sobre Si a ‘nossa natureza pecaminosa’ (Review and Herald, 15 de dezembro de 1896, p. 789). Ou, conforme ela diz em citação semelhante, ‘Ele tomou sobre Si mesmo a natureza humana caída e sofredora, degradada e contaminada pelo pecado’ […] Como resultado, Cristo encarnou em um corpo que estava sujeito à fadiga, à dor, e à morte. Tornou-Se um com a humanidade de maneira que ‘é um irmão em nossas fraquezas, mas não em possuir idênticas paixões’” Livro Questões Sobre Doutrina, publicado em 2008, p. 79.

APENAS NO ASPECTO FÍSICO

“’Jesus era apenas semelhante a outros seres humanos em ter um corpo humano físico afetado pelo pecado, mas não o mesmo que os outros seres humanos, porque somente Ele era impecável em sua relação espiritual com Deus”. Revista PAROUSIA, 1º Semestre de 2008. A NATUREZA DE CRISTO, p. 25.

“Resumo: Este artigo provê argumentação para a defesa de que Jesus assumiu uma natureza humana moral e espiritualmente impecável, embora Ele tenha se tornado semelhante aos outros homens do ponto de vista físico”. Revista PAROUSIA, 1º Semestre de 2008. A NATUREZA DE CRISTO, p. 31.

Como vimos a revista PAROUSIA defende claramente que Cristo assumiu a natureza caída apenas no aspecto físico. Defendem essa crença com um propósito: Defender também a crença de que não precisamos seguir de forma exata a vida de Cristo para ser salvo e também defender que não precisamos vencer como Cristo venceu para sermos salvos. Enfim, essa revista defende o pensamento, a crença, da maioria dos membros e pastores adventistas, de que não é possível viver sem pecar. Na prática estão ensinando que podemos ser salvos NO pecado, ainda com algum pecado.

Vejamos a seguir afirmações que não condiz com a verdade da revista PAROUSIA e alguns textos do Espírito de profecia que nos mostram claramente que os ensinamentos dessa revista, está muito distante da verdade, muito distante do que realmente Deus pretende fazer na vida dos que serão salvos.

NÃO DE FORMA EXATA O EXEMPLO DE CRISTO

Revista PAROUSIA, não precisamos seguir de forma exata o exemplo de Cristo para ser salvo.

A soteriologia da posição da ‘natureza não caída’ é coerente com sua ontologia. Os defensores dessa posição não têm de insistir sobre identidade ontológica entre Cristo e nós porque para eles a salvação não é obtida por meio do seguimento exato do exemplo de alguém que em todos os aspectos foi semelhante a eles, mas lutou e saiu vitorioso”. Revista PAROUSIA, 1º Semestre de 2008. A NATUREZA HUMANA DE CRISTO, p. 29.

OBEDIÊNCIA SIM DE FORMA EXATA

“Quando atribuímos a Sua natureza humana um poder que não é possível que o homem tenha em seus conflitos com Satanás, destruímos a inteireza de Sua humanidade. Ele concede Sua graça e poder imputados a todos os que O aceitam pela fé. A obediência de Cristo a Seu Pai era a mesma obediência que é requerida do homem”. Mensagens Escolhidas vol. 3, p. 139.

“Veio ao nosso mundo para manter um caráter puro e sem pecado, e para refutar a mentira de Satanás de que não era possível aos seres humanos guardar a lei de Deus. Cristo veio viver a lei em Seu caráter humano exatamente na maneira pela qual todos podem viver a lei na natureza humana se procederem como Cristo procedeu”. Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 166.

“É requerida obediência exata, e os que dizem não ser possível levar uma vida perfeita, lançam sobre Deus a acusação de injustiça e falsidade”. Review and Herald, 7de fevereiro de 1957, pág. 30. (Lição da Escola Sabatina, 2° trim. 1989, “Triunfo no Presente e Glória no Futuro” pág. 48

NÃO VENCER COMO CRISTO VENCEU

Revista PAROUSIA, não precisamos vencer como Cristo venceu para sermos salvos.

“A vitória de Cristo em ‘carne pecaminosa’ é, para eles, a garantia de que nós também podemos ‘vencer como Ele venceu’. A ideia, contudo, pode ser bem-intencionada, mas deixa de entender que nós não somos chamados para duplicar a vitória de Cristo. De fato, os cristãos não vencem como Jesus venceu, antes, vencemos porque Ele venceu […] “. Revista PAROUSIA, 1º Semestre de 2008. A NATUREZA DE CRISTO, p. 47.

VENCER SIM COMO CRISTO VENCEU

“[…]não somos chamados para duplicar a vitória de Cristo […]”.

“[…] A própria imagem de Deus tem de ser reproduzida na humanidade[…]”.

“É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele torna-se o crente participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer toda tendência hereditária e cultivada para o mal, e gravar Seu próprio caráter em Sua igreja. Disse Jesus a respeito do Espírito: “Ele Me glorificará.” O Salvador veio glorificar o Pai pela demonstração de Seu amor; assim o Espírito havia de glorificar a Cristo, revelando ao mundo a Sua graça. A própria imagem de Deus tem de ser reproduzida na humanidade. A honra de Deus, a honra de Cristo, acha-se envolvida no aperfeiçoamento do caráter de Seu povo”. O Desejado De Todas As Nações, p. 671

“Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de sei Filho, a fim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos”. Romanos 8:29

“[…] De fato, os cristãos não vencem como Jesus venceu […]”.

“Se permanecerem nEle, dEle poderão extrair vitalidade e nutrição, ser imbuídos de Seu Espírito, andar assim como Ele andou, vencer assim como Ele venceu e ser exaltados à Sua destra”. MM 1977 Maranata O Senhor Vem, p. 51

“Como Vencedor, deu-nos Ele a vantagem de Sua vitória, a fim de que, em nossos esforços para resistir às tentações de Satanás, uníssemos nossa fraqueza à Sua força, nossa desvalia aos Seus méritos. E sustidos por Seu poder perdurável, sob forte tentação, podemos resistir, em Seu nome Todo-poderoso, e vencer como Ele venceu”. Signs of the Times, 12 de março de 1912. Nos Lugares Celestiais p. 251

“Nestas palavras indica-se uma obra individual para cada um de nós. Cumpre-nos fazer decididos esforços para vencer como Cristo venceu. Ninguém é dispensado dessa luta. Se as portas da santa cidade se hão de abrir para nós completamente, se havemos de ver o Rei em Sua beleza, temos de vencer agora como Cristo venceu”. MM 1956, Filhos e Filhas de Deus, p. 371

“Não precisamos classificar a obediência de Cristo, por si mesma, como alguma coisa para a qual Ele Se achava particularmente adaptado, por Sua especial natureza divina, pois Ele Se encontrava diante de Deus como o representante do homem e foi tentado como substituto e fiador do homem. Se Cristo possuísse um poder especial que o homem não tem o privilégio de possuir, Satanás ter-se-ia aproveitado desse fato. A obra de Cristo era tirar das reivindicações de Satanás o seu domínio sobre o homem, e só podia fazê-lo da maneira como Ele veio – como homem, tentado como homem e prestando a obediência de um homem”.  Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 139

“Muitos dizem, todavia, que Jesus não real como nós outros, que Ele não esteve no mundo da mesma forma que nós, que Ele era divino e que nós não podemos ser vencedores como Ele foi vencedor. Mas Paulo escreve”: Porque, na verdade, Ele não tomou a natureza dos anjos; mas tomou a descendência de Abraão. Pelo que convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos. ”-RH, o1/04/1892; Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 161.

“O Filho de Deus era irrepreensível. “Precisamos ter como alvo essa perfeição, e vencer como Ele venceu, caso queiramos ter um lugar à Sua direita”. Testimonies, vol. 3, pág. 336. Filhos e Filhas de Deus pág. 154.

Diante das afirmações que vimos da revista PAROUSIA, convido meus irmãos para lerem o texto do Espírito de profecia a seguir e responderem uma importante pergunta.

Essa edição da revista PAROUSIA com tais afirmações está contribuindo para preparação dos que subsistirão no tempo de angústia?

 A seguir texto do Grande Conflito para ler, refletir e responder essa importante pergunta!

“Agora, enquanto nosso grande Sumo Sacerdote está a fazer expiação por nós, devemos procurar tornar-nos perfeitos em Cristo. Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. Satanás encontra nos corações humanos algum ponto em que pode obter apoio; algum desejo pecaminoso é acariciado, por meio do qual suas tentações asseguram a sua força. Mas Cristo declarou de Si mesmo: “Aproxima-se o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim.” João 14:30. Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia”. O Grande Conflito, pág. 623.

Para finalizarmos deixaremos três textos do Espírito de profecia que deixaram muito claro a mensagem de quem a revista PAROUSIA está defendendo e a mensagem de quem a revista PAROUSIA está contradizendo.

“Satanás declarou que os seres humanos não podiam viver sem pecar. Cristo passou por onde Adão tropeçou e caiu, e por uma vida sem pecado colocou a humanidade em terreno vantajoso, a fim de que cada qual pudesse estar perante o Pai, aceito no Amado. Review and Herald, 9 de março de 1905”. MM 1968, NOS LUGARES CELESTIAIS, p. 13.

“O homem caiu. A imagem de Deus nele se acha deformada. Por causa da desobediência ele se tornou depravado em suas inclinações e debilitado em suas faculdades, aparentemente incapaz de esperar qualquer outra coisa além de tribulação e castigo. Mas Deus, por intermédio de Cristo, planejou um escape, e diz a todos: “Portanto, sede vós perfeitos.” Mat. 5:48. O Seu propósito é que o homem seja correto e digno diante dEle, e assim o Seu plano não será frustrado. Ele enviou o Seu Filho a este mundo a fim de pagar a penalidade do pecado, e mostrar ao homem como viver uma vida sem pecado.” Signs of the Times, 30 de março de 1904. Cuidado de Deus, MM 1995, pág. 320

“Cristo tomou a humanidade e suportou o ódio do mundo para que pudesse revelar a homens e mulheres que estes poderiam viver sem pecado, que suas palavras, atos, seu espírito, poderiam ser santificados para Deus. Podemos ser cristãos perfeitos se manifestarmos esse poder em nossa vida. Quando a luz do Céu repousar sobre nós continuamente, representaremos a Cristo. Foi a justiça revelada em Sua vida que O distinguiu do mundo e despertou seu ódio. […] As palavras de Cristo são ditas para Seu povo em todas as épocas – para nós sobre quem o fim dos séculos é chegado. Manuscrito 97, 1909”. MM 1983. OLHANDO PARA O ALTO, p. 297

Cuidado irmãos, estudem com muita oração, para não serem apanhados nas ciladas ou mentiras do inimigo. Temos uma importante advertência feita por um profeta inspirado por Deus. “[…]Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço […]”.

“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor”! Jeremias 17:5

AINDA PECADORES

      

Na igreja que frequento tem um irmão, ancião, líder na igreja, que gosta de afirmar diante da igreja, “sempre vamos continuar como pecadores”. Seria bom se ele estivesse fazendo essa afirmação no sentido de que, sem Cristo em nosso coração, por sermos susceptíveis ao pecado, estaremos vivendo em pecado, cometendo pecados. Mas este não é o caso, ao que tudo indica, ele está defendendo a impossibilidade de plena libertação do pecado, o que é comum entre a maioria de membros e pastores da igreja Adventista.   A seguir alguns textos do Espírito de profecia que deve ser vir de alerta para aqueles que acreditam que serão salvos mesmo ainda estando vivendo como pecadores, ainda vivendo na prática do pecado.

“Não há maneira em que possais ser salvos em pecado. Toda pessoa que alcance a vida eterna tem de ser semelhante a Cristo, “santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores“. Heb. 7:26. Os seguidores de Cristo devem resplandecer como luzes no meio de uma geração corrompida e perversa. Review and Herald, 3 de junho de 1884”. MM 1968, Nos lugares Celestiais, p. 160

“A igreja talvez pareça como prestes a cair, mas não cairá. Ela permanece, ao passo que os pecadores de Sião serão lançados fora no peneiramento – a palha separada do trigo precioso. É esse um transe terrível, não obstante importa que tenha lugar. Ninguém senão os que venceram pelo sangue do Cordeiro e a palavra de seu testemunho será encontrado com os leais e fiéis, sem mácula nem ruga de pecado, sem engano em sua boca. Carta 55, 1886”. MM 1977, Maranata, O Senhor Vem, p. 30.

“A igreja talvez pareça como prestes a cair, mas não cairá. Ela permanece, ao passo que os pecadores de Sião serão lançados fora na sacudidura  – a palha separada do trigo precioso. É esse um transe terrível, não obstante importa que tenha lugar. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 380”. Eventos Finais, p. 180

SALVOS DO PECADO E NÃO NO PECADO

“Mas orar em nome de Cristo significa muito. Quer dizer que havemos de aceitar-Lhe o caráter, manifestar-Lhe o espírito e fazer Suas obras. A promessa do Salvador é dada sob condição. “Se Me amardes”, diz, “guardareis os Meus mandamentos”. João 14:15. Ele salva os homens, não em pecado, mas do pecado; e os que O amam manifestarão seu amor pela obediência”. O Desejado de Todas as Nações, p. 668

“O desígnio divino não é meramente livrar do sofrimento inevitável resultante do pecado, mas salvar do próprio pecado. A alma, corrompida e deformada, tem de ser purificada, transformada, a fim de poder ser revestida da ‘graça do Senhor nosso Deus’, conforme ‘a imagem de Seu Filho’”. O Maior Discurso de Cristo, p. 61

As sagradas Escrituras confirma essa mensagem da serva do Senhor, Cristo nos salvaria “DOS” nossos pecados.

Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos seus pecados“”. Mateus 1:21

“Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo; o qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras”. Tito 2:11-14

PREPARADO PARA VOLTA DE JESUS

O que representa estar realmente preparado para a volta de Jesus? Vejam com atenção os textos bíblicos a seguir.

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”.  1 Tessalonicenses 5:23

“Portanto, amados, enquanto esperam estas coisas, empenhem-se para serem encontrados por ele em paz, imaculados e inculpáveis”. 2 Pedro 3:14, NVI.

Desperta professo povo de Deus!

Mateus 5:48. EM QUEM ACREDITAR?

“Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito vosso Pai, que está nos Céus”. Mateus 5:48.

Esse é sem dúvida alguma um texto bíblico cuja real interpretação é rejeitada pela maioria, mesmo entre aqueles que professam fazer parte do remanescente do povo de Deus. Estou me referindo é claro aos adventistas. Não é difícil vermos “advogados do senhor pecado”, teólogos e leigos adventistas, dando uma interpretação equivocada sobre esse texto, tentando defender a impossibilidade de plena libertação do pecado antes do fechamento da porta da graça. Na verdade, nem mesmo mencionam, fechamento da porta da graça, porque se mencionassem, se colocariam em uma situação embaraçosa, pois teriam que mencionar quando é fechada a porta da graça, então teriam que mencionar também como continuar pecando e mesmo assim ser salvo, não tendo mais Jesus atuando como intercessor. Em outras palavras teriam que explicar como ser salvo ainda estando cometendo pecados em um tempo em que já não existe possibilidade de perdão, pelo fato de Jesus já não estar mais atuando como intercessor.

Temos aqui que explicar um detalhe importante. Quando nos referimos a um tempo sem intercessor, não estamos afirmando que os salvos estarão em um determinado tempo vivendo sem Jesus. Infelizmente teólogos adventistas renomados, se aproveitando de seu prestígio, covardemente publicam mentiras, como a de que ensinamos que buscamos uma tal santidade que uma vez alcançada não precisaremos mais de Jesus. Fazem isso sem dar referências para provar que tais pessoas com tais crenças existam realmente fora da mente deles. Não gosto de repetir esse tipo de comportamento, então vou dar exemplo, referência confirmando o que estou afirmando.

Exemplo, Pr. Amin A. Rodor, MM Encontros com Deus páginas 160 e 326.

Os salvos depois do fechamento da porta da graça não terão mais Jesus atuando como intercessor no santuário celestial, mas Jesus estará sim com eles, Cristo prometeu estar com os salvos até a consumação dos séculos, Mateus 28:20. Cristo estará com os salvos depois do fechamento da porta da graça, os fortalecendo para que possam através do poder de Deus o manter o nível de santidade que foi alcançado antes do fechamento da porta da graça.

Infelizmente temos que ficar tentando esclarecer calúnias de teólogos adventistas que deveriam estar guiando nosso povo no caminho da salvação, mas que estão fazendo exatamente o oposto, estão guiando a muitos para a perdição eterna. Quantos lerão esse artigo e quantos leram a meditação Encontros com Deus? Que o Senhor nos ajude!

Voltemos a Mateus 5:48.

Esses teólogos afirmam que em Mateus 5:48 Deus não está nos chamando para uma santidade completamente livre do pecado, afirmam que quando Deus nos chama para sermos perfeitos como é perfeito nosso Pai Celeste, Ele está nos chamando simplesmente para sermos perfeitos em amor.  Realmente o contexto imediato desse versículo é o amor, mas será que esse chamado a perfeição não se aplica também a um contexto mais abrangente, ou seja, levando em conta tudo o que Jesus ensinou no sermão do monte? Em outras palavras, será que esse chamado a perfeição não tem nada a ver com, por exemplo, as bem-aventuranças? Nada a ver com ser humilde, ser manso, ser pacificador e ser limpo de coração? Nada a ver com as orientações de Jesus sobre o adultério e homicídio? Sem dúvida alguma, esses teólogos estão enganados e enganando a muitos! Esse chamado a perfeição, a santidade tem tudo a ver sim com o que Jesus já havia ensinado e mais, abrange também tudo o que Jesus disse na continuação desse sermão. Esse chamado a perfeição abrange tudo que Jesus nos ensinou por palavras e pelo testemunho.

Mas vamos supor que esse chamado a perfeição se aplica somente ao contexto imediato, o amor, como esses teólogos afirmam. Se fosse esse o caso então eu pergunto: Seria possível uma pessoa que ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo estar ao mesmo tempo vivendo em pecado? Sendo que Jesus resumiu a obediência a toda a lei nesses dois mandamentos. Mateus 22: 34 a 40.

Seria possível uma pessoa repleta de amor a Deus e ao próximo estar vivendo simultaneamente em pecado se vemos que em Romanos 13: 8 a 10 novamente vemos que a obediência a lei de Deus se resume no amor?

 Se você quiser basta fazer uma pesquisa no You Tube por exemplo e não terá dificuldade de encontrar teólogos adventistas com uma aplicação pobre e mentirosa de Mateus 5:48. Bom se você já viu o que esses teólogos ensinam sobre Mateus 5:48 eu novamente pergunto. Você que é adventista, você já teve curiosidade e procurou saber o que a mensageira do Senhor escreveu sobre esse chamado a perfeição? A seguir veremos o que a mensageira do Senhor escreveu sobre Mateus 5:48 e constataremos que o que os teólogos “politicamente corretos” ensinam é completamente diferente do que Ellen G. White ensinou sobre esse versículo.

Segundo a mensageira do Senhor em Mateus 4:48 Deus nos chama sim para uma vida livre do pecado. “[…] podeis tornar-vos semelhantes a Ele no caráter, e apresentar-vos irrepreensíveis diante dos homens e dos anjos”.

“A palavra “pois” implica em uma conclusão, uma dedução do que foi dito antes. Jesus estivera descrevendo a Seus ouvintes a infalível misericórdia e amor de Deus, e manda-lhes portanto que sejam perfeitos. Pois que vosso Pai celeste “é benigno até para com os ingratos e maus” (Luc. 6:35), pois que Se abaixou para vos erguer, portanto, disse Jesus, podeis tornar-vos semelhantes a Ele no caráter, e apresentar-vos irrepreensíveis diante dos homens e dos anjos”. O Maior Discurso De Cristo, p. 76

Não apenas no contexto imediato, “[…] Em todo o Sermão do Monte, descreve os frutos desse reino […]”

“Agora Ele lhes indica o caráter da justiça que devem possuir todos quantos entram no Céu. Em todo o Sermão do Monte, descreve os frutos desse reino, e agora, em uma sentença, aponta-lhe a origem e a natureza: Sede perfeitos, como Deus é perfeito. A lei não passa de uma imagem do caráter de Deus. Contemplai em vosso Pai celestial uma manifestação perfeita dos princípios que são o fundamento de Seu governo”. O Maior Discurso De Cristo, p. 77.

Agora o livro O Desejado De Todas As Nações.

“O ideal de Deus para Seus filhos é mais alto do que pode alcançar o pensamento humano. “Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos Céus.” Mat. 5:48. Este mandamento é uma promessa. O plano da redenção visa ao nosso completo libertamento do poder de Satanás. Cristo separa sempre do pecado a alma contrita. Veio para destruir as obras do diabo, e tomou providências para que o Espírito Santo fosse comunicado a toda alma arrependida, para guardá-la de pecar. A influência do tentador não deve ser considerada desculpa para qualquer má ação. Satanás rejubila quando ouve os professos seguidores de Cristo apresentarem desculpas quanto à sua deformidade de caráter. São essas escusas que levam ao pecado. Não há desculpas para pecar. Uma santa disposição, uma vida cristã, são acessíveis a todo filho de Deus, arrependido e crente.

O ideal do caráter cristão, é a semelhança com Cristo. Como o Filho do homem foi perfeito em Sua vida, assim devem Seus seguidores ser perfeitos na sua. Jesus foi em todas as coisas feito semelhante a Seus irmãos. Tornou-Se carne, da mesma maneira que nós. Tinha fome, sede e fadiga. Sustentava-Se com alimento e refrigerava-Se pelo sono. Era Deus em carne. Ele compartilhou da sorte do homem; não obstante, foi o imaculado Filho de Deus. Seu caráter deve ser o nosso. Diz o Senhor dos que nEle crêem: “Neles habitarei, e entre eles andarei; e Eu serei o seu Deus e eles serão o Meu povo.” II Cor. 6:16.

Cristo é a escada que Jacó viu, tendo a base na Terra, e o topo chegando à porta do Céu, ao próprio limiar da glória. Se aquela escada houvesse deixado de chegar à Terra, por um único degrau que fosse, teríamos ficado perdidos. Mas Cristo vem ter conosco onde nos achamos. Tomou nossa natureza e venceu, para que, revestindo-nos de Sua natureza, nós pudéssemos vencer. Feito “em semelhança da carne do pecado” (Rom. 8:3), viveu uma vida isenta de pecado. Agora, por Sua divindade, firma-Se ao trono do Céu, ao passo que, pela Sua humanidade, Se liga a nós. Manda-nos que, pela fé nEle, atinjamos à glória do caráter de Deus. Portanto, devemos ser perfeitos, assim como “é perfeito vosso Pai que está nos Céus”. Mat. 5:48”. O Desejado De Todas As Nações, p. 311-312.

“[…] O plano da redenção visa ao nosso completo libertamento do poder de Satanás. Cristo separa sempre do pecado a alma contrita […]”.

“[…] e tomou providências para que o Espírito Santo fosse comunicado a toda alma arrependida, para guardá-la de pecar […]”.

Será que após vermos o que a mensageira do Senhor escreveu sobre Mateus 5:48 alguém, algum adventista, ainda se atreveria a afirmar que esse texto não é um chamado a plena libertação do pecado? Isso só é possível se esse ou essa adventista não acreditar no Espírito de profecia e principalmente não aceitar que esse chamado a perfeição está sim relacionado com tudo que nos foi ensinado no sermão da montanha, em toda palavra de Deus!

Nesse chamado a perfeição, Deus está nos chamando para que pelo Seu poder possamos alcançar o Devido preparo para a volta de Jesus.

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. 1 Tessalonicenses 5:23

“Por essa razão, pois, amados, esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis”. 2 Pedro 3:14

Para que não fique a menor sombra de dúvida, vamos encerrar com essa mensagem da serva do Senhor publicada em 1995.

“O homem caiu. A imagem de Deus nele se acha deformada. Por causa da desobediência ele se tornou depravado em suas inclinações e debilitado em suas faculdades, aparentemente incapaz de esperar qualquer outra coisa além de tribulação e castigo. Mas Deus, por intermédio de Cristo, planejou um escape, e diz a todos: “Portanto, sede vós perfeitos.” Mat. 5:48. O Seu propósito é que o homem seja correto e digno diante dEle, e assim o Seu plano não será frustrado. Ele enviou o Seu Filho a este mundo a fim de pagar a penalidade do pecado, e mostrar ao homem como viver uma vida sem pecado”. MM 1995, Cuidado De Deus, p. 320.

Escolham em quem acreditar, no que Deus nos ensinou através da Bíblia e o Espírito de profecia ou nos “teólogos politicamente corretos”, que ensinam o que agrada aos corações carnais!

Vocês vão escolher os que ensinam uma religião piegas?

“Há esperança para cada um de nós, mas de uma só maneira – apegando-nos a Cristo e empregando toda energia para obter a perfeição de Seu caráter. Essa religião piegas que faz pouco do pecado, e só realça o amor de Deus pelo pecador, encoraja os pecadores a crer que Deus os salvará enquanto continuarem no pecado, sabendo que é pecado. É isso que estão fazendo muitos que professam crer na verdade presente”. MM 2002, Cristo Triunfante, p. 80.

Ao escolherem em quem acreditar estejam atentos a afirmação do Senhor em Jeremias 17:5.

“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor”. Jeremias 17:5.

Desperta professo povo de Deus!

1 João e a libertação do pecado 2

“Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.” 1° João 1:8

“As ideias de perfeição e viver sem pecado foram tão combatidas que o próprio termo “combatidas” já deveria nos alertar quanto a atos e palavras que nada têm de cristãos. João não está negando a obra de Deus, que acabou de afirmar. A questão, no verso 8, tem a ver com a nossa afirmativa de que não temos pecado. Essa é uma mentira arrogante, baseada na autoconfiança de que tenhamos alcançado um estado no qual vivamos sem pecado, por nós mesmos. Isso transforma numa brincadeira o dom de Deus em Jesus Cristo.” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 2, pág. 4

O texto acima citado deixa claro que as ideias de perfeição e viver sem pecado foram muito “combatidas.” Nada mudou desde 1997 quando este texto foi escrito e cada vez mais têm sido combatidas.

A lição da escola sabatina faz aplicação de 1ª João 1:8, quando pessoas tomadas de arrogância e baseadas em sua alto confiança, alegam ter alcançado um estado no qual estão vivendo sem pecado por suas próprias forças. É certo que esse tipo de atitude deve ser “combatido,” embora com base na experiência de Jesus Cristo em lidar com as pessoas, o termo mais apropriado aqui seria orientado com amor e não combatido.

Aqui, faz-se necessário alguns questionamentos:

 O que dizer das pessoas que acreditam na perfeição de caráter e na possibilidade de viver sem pecar não por suas próprias forças, mas como o resultado da graça do Senhor que transforma e purifica?

 O que dizer de pessoas que reconhecem que mesmo tendo obtido a perfeição de caráter e de estarem vivendo sem pecar, jamais pronunciarão de forma arrogante que são perfeitas e que já não estão pecando mais, porque elas mesmas não terão consciência de já terem obtido essa condição?

 O que dizer de pessoas que mesmo acreditando que é possível para o homem passar a viver sem pecar, reconhecem que os que alcançarem essa graça maravilhosa e sempre como o salmista, estarão fazendo a seguinte oração: Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno. Salmos 139:23-24?

 O que dizer das pessoas que acreditam na possibilidade do homem passar a viver sem pecar pela graça de Deus, mas que também reconhecem que a possibilidade de pecar continuará existindo e que essa condição de estar vivendo sem pecar só será mantida enquanto o homem estiver mantendo um relacionamento íntimo e constante com Cristo?

 Será que essas pessoas também precisam ser combatidas? Será que elas merecem serem chamadas de fanáticas, extremistas, perfeccionistas, hereges e outras coisas mais?

“Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” 1° João 1:10

“Como podemos fazer com que Deus seja visto como mentiroso?” 1° João 1:10  “Note como esse verso aparece na versão de Fhillips: “Se assumimos atitude de afirmar: ‘Não tenho pecado’, simplesmente negamos o diagnóstico de Deus quanto à nossa condição e nos isolamos de ouvir o que Ele tem a nos dizer”

“Mais do que isso, assumimos a mentira do diabo, que garantiu a Eva que ela não morreria como resultado do seu pecado, mas que se tornaria como Deus. O diabo sempre tentou representar Deus de acordo com uma natureza pecaminosa.” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 2, pág. 6

Comentando este verso, a lição da escola sabatina destaca o fato de que quando afirmamos não termos cometidos pecados fazemos com que Deus seja visto como mentiroso. E isso é uma grande verdade, quando negamos que temos cometido pecados, fazemos com que o Senhor seja visto como mentiroso porque segundo a palavra de Deus todos os homens são pecadores. Rom. 5:12

O homem deve reconhecer e aceitar o “diagnóstico” de Deus, aceitar que é pecador, escravo do pecado para que possa então aceitar ao Senhor como seu libertador.

Agora gostaria que os irmãos analisassem com muito carinho o seguinte argumento:

Uma vez que segundo a palavra de Deus o Senhor é capaz de libertar e curar o homem plenamente, não deixa ser tentado além do que pode suportar, existe graça disponível para nos livrar de “tropeços”. prova disso são os textos seguintes,

 “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas novas aos quebrantados de coração e proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados.” Isaías 61:1

 “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:32

“Vinde, então, e argui-me, diz o Senhor ; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã”. Isaías 1:18

“Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis; antes, com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar”. 1 Coríntios 10:13

“Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória”. Judas 1:24

Tento lido essas promessas de Deus pergunto: Negar o fato de que o Senhor pode libertar o homem da escravidão do pecado, lhe dando condições para que ele passe a viver sem pecar, esta também não é uma forma de afirmar que o Senhor é mentiroso? Afirmar que não temos como resistir a certas tentações e que não existe poder que seja capaz de evitar que pequemos não é acusar Deus também de mentiroso?

“Quem subsistirá no tempo de angústia? Agora, enquanto nosso grande Sumo Sacerdote está a fazer expiação por nós, devemos procurar tornar-nos perfeitos em Cristo. Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação […] Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia.” O Grande Conflito, pág. 623.

“É requerida obediência exata, e os que dizem não ser possível levar uma vida perfeita, lançam sobre Deus a acusação de injustiça e falsidade.” Reimpressões De Review and Herald, vol. 6, pág. 519, ver também Review and Herald, 7de fevereiro de 1957, pág. 30. (Lição da Escola Sabatina, 2° trim. 1989, “Triunfo no Presente e Glória no Futuro” pág. 48

Agora veremos três versos importantíssimos de Iª João:

“Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu.” 1° João 3:6;

“Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.”1° João 3:9;

“Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o maligno não lhe toca.” 1° João 5:18.

Não existem contradições entre Iª João 1:8 e 10 e Iª João 3:6, 3:9, 5:18. Estes versos não se contradizem, mas se completam:

 Iª João 1:8 e 10 representam a condição, “diagnóstico”, de escravo do pecado que o homem deve reconhecer para que possa aceitar ao Senhor como seu salvador e libertador!

 Iª João 3:6, 3:9, 5:18, retratam a condição de vida sem o pecado que o homem terá enquanto Jesus Cristo estiver reinando no seu coração.

“Qual o resultado da salvação?”

“Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu.” 1° João 3:6

“Não é necessário questionar se João está falando de determinado pecado ou do pecado em geral. Todo pecado procede do diabo (1° João 4:8). Enquanto permitirmos que o Espírito Santo atue em nossa mente, Ele nos livrará de pecar. ‘É possível ser sarado enquanto se está conscientemente cometendo pecado? Não; é a fé genuína que diz: Sei que tenho cometido pecado, mas que Jesus me perdoou; e daqui em diante resistirei à tentação em Sua força e por Sua força.’ ‘Qualquer que nEle tem esta esperança [permanece nEle] purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro.’ Tem em sua alma um princípio permanente, que o abilita a vencer a tentação. Qualquer que permanece nEle não peca.’ Deus tem poder para a alma que está em Cristo, quando essa alma se acha sob tentação.’” Ellen G. White, Filhos e Filhas de Deus, MM 1956, pág. 297.

“Você não pode sucumbir aos desejos da natureza pecaminosa e ainda dizer que permanece unido a Jesus. Jesus não está dizendo que o cristão jamais peca, mas que o pecado sempre será considerado pelo cristão como separação de Deus. O compromisso não é de não pecar mais; “se, todavia, alguém pecar” (1° João 2:1), pode contar com Cristo como seu advogado celestial.” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 6, pág. 4

Este texto é fantástico! Está claro que: “Enquanto permitirmos que o Espírito Santo atue em nossa mente, Ele nos livrará de pecar.”

Uma observação importantíssima sobre a última frase deste texto da lição da escola sabatina:

“O compromisso não é de não pecar mais; “se, todavia, alguém pecar” (1° João 2:1), pode contar com Cristo como seu advogado celestial.”

O homem não pode deixar de firmar um compromisso ou sentir o desejo de, no poder de Deus não pecar mais, simplesmente porque ele tem a Jesus como seu advogado. Isso seria o homem sentir-se livre para pecar devido o fato de ter um advogado. O correto seria: O compromisso é de não pecar mais; “se, todavia, alguém pecar” ( 1° João 2:1), pode contar com Cristo como seu advogado celestial.”

O próprio texto da lição da escola sabatina deixa claro que, aquele que tem a fé genuína, firma o compromisso de no poder de Deus não pecar mais:

“É possível ser sarado enquanto se está conscientemente cometendo pecado? Não; é a fé genuína que diz: Sei que tenho cometido pecado, mas que Jesus me perdoou; e daqui em diante resistirei à tentação em Sua força e por Sua força.” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 6, pág. 4

“Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.” 1° João 3:9

“Havendo mostrado o sublime privilégio dos cristãos, o apóstolo volve-se rapidamente para a consequência de sermos filhos de Deus. “Todo aquele que permanece nEle não vive pecando” (1° João 3:6). Integridade moral e espiritual não é uma simples opção na vida cristã. Um estilo de vida santificado é a indicação de que a pessoa é filho de Deus. Do contrário, não faz sentido afirmar que Jesus “Se manifestou para tirar os pecados, e nEle não existe pecado” (verso 5).

O apóstolo nos provê uma teologia do pecado em apenas em alguns versos. O pecado é algo muito grave. Ele nos diz o que é pecado: “a transgressão da lei” (1° João 3:4); “ilegalidade” (RSV). Ele nos diz como se originou o pecado: “o diabo vive pecando desde o princípio” (verso 8). Ele nos diz como o pecado é desfeito: Jesus “Se manifestou para tirar os pecados” (verso 5). Ele diz que devemos estar conscientes dos perigos do pecado: “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém” (verso 7). Ele nos diz que pecar é negar a Jesus (verso 6) e tornar-se “filho do diabo” (verso 10).

O que nossa lição ensina é como o pecado e a justiça, como ser filhos das trevas e filhos de Deus são questões diametralmente opostas. O ponto debatido tem que ver com fé e estilo de vida. Em quem devemos crer? De acordo com quem ser moldado a vida? A resposta cristã é clara: o Filho de Deus, que apareceu “para destruir as obras do diabo” (1° João 3:8). E o dever dos cristãos também é claro: “Aqueles que têm essa esperança em Cristo”, aguardando Sua volta, “purificam-se a si mesmos, assim como Cristo é puro” (verso 3, BLH).

Pureza envolve libertação do pecado. “Todo aquele que é nascido de Deus não comete pecado; pois a natureza de Deus permanece nele, e ele não pode pecar porque é nascido de Deus.” (verso 9, RSV). João não estava ensinando que é impossível que os crentes nascidos de novo escolham pecar (ver 1° João 2:1). O que o apóstolo estava ensinando era que enquanto o Espírito Santo reina na mente e no coração, o pecado não pode penetrar ali. O Espírito concede libertação do cativeiro do pecado, de modo que ninguém possa alegar que é cristão e continuar pecando. A direção é mudada:do pecado para justiça, das trevas para luz, deste mundo para o mundo por vir, de filhos do diabo para filhos de Deus. A suprema evidência de que se é filho de Deus consiste em ser semelhante a Ele.” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 6, pág. 4A

“Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o maligno não lhe toca.” 1° João 5:18

“A realidade da vitória sobre o pecado. A certeza cristã tem que ver com a libertação do poder do pecado: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado” (1

João 5:18). Aqui não é insinuado que o crente não pode cair ou fracassar. Essa questão já foi resolvida em 1° João 2:1. O que é dito aí é que os crentes, enquanto forem dominados pelo Espírito Santo, não irão pecar. Jesus, “Aquele que nasceu de Deus”, livra-os de cair. Ele efetua isso pelo poder do Seu Santo Espírito. Eles não serão escravos do pecado, não viverão sem ajuda sob o poder do pecado, não amarão o pecado e terão vitória pelo poder da habitação do Espírito Santo em seu íntimo. Os cristãos que nasceram de novo escaparam da escravidão do pecado (Rom. 6:14; 8:1 e 2). Eles são agora “escravos da justiça” (Rom. 6:18). O poder de Cristo guarda-os de continuarem no pecado. Jesus é nossa vitória. E não temos substituto; daí a advertência final: “Guardai-vos dos ídolos” (1° João 5:21)” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 11, pág. 4A

Na primeira epístola de João encontramos uma mensagem poderosa de vitória sobre o pecado mediante o poder de Deus. Precisamos aceitar a dura realidade de que somos escravos do pecado, mas também precisamos aceitar que Cristo pode nos libertar dessa escravidão para que possamos viver como verdadeiros filhos de Deus.

“Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio, Para isto, se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.” 1° João 3:8

“Sabeis também que Ele se manifestou para tirar os pecados, e nEle não existe pecado.” 1° João 3:5

No poder de Deus somos chamados:

 Para sermos puros como Jesus é puro – “Todo aquele que nEle tem essa esperança torna-se puro, como Ele é puro” 1° João 3:3

 Vivermos como Jesus viveu – “Aquele que afirma permanecer nEle deve também viver como Ele viveu.” 1° João 2:6

 Sermos justos como Jesus é justo – “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como Ele é justo.” 1° João 3:7

“Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o maligno não lhe toca.” 1° João 5:18

“Qualquer que permanece nEle não peca: qualquer que peca não O viu nem O conheceu”. I João 3:6

Vejamos o que a serva do Senhor escreveu sobre 1 João 3:6.

“Qualquer que permanece nEle não peca: qualquer que peca não O viu nem O conheceu”. I João 3:6. Aí é que está a verdadeira prova. Se habitamos em Cristo, se o amor de Deus habita em nós, nossos sentimentos, nossos pensamentos, nossas ações estão em harmonia com a vontade de Deus tal como se expressa nos preceitos de Sua santa lei. “Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como Ele é justo.” I João 3:7. A justiça está definida no padrão da santa lei de Deus, expressa nos dez preceitos dados no Sinai.” Ellen G. White, Caminho a Cristo, pág. 61

Quando citamos 1 João 3:6 precisamos esclarecer um importante detalhe. Segundo uma pessoa muito conhecida no meio adventista esse versículo não é uma prova da possibilidade de se viver pela graça de Deus sem pecar, segundo essa pessoa 1 João 3:6 significa simplesmente que não podemos é ser “pecadeiros”.  Vimos que isso não é verdade! Nesse estudo vimos que essa pessoa está muito, mas muito mesmo, equivocada na forma de interpretar 1 João 3;6. O triste é que para muitos adventistas basta terem a opinião dessa pessoa, não investigam, não examinam, e se não mudarem esse tipo comportamento rejeitando assim a verdadeira norma que o Senhor tem para os que serão salvos, muitos serão conduzidos para a perdição eterna.

Será que quando “nossos sentimentos, nossos pensamentos, nossas ações estão em harmonia com a vontade de Deus tal como se expressa nos preceitos de Sua santa lei”, não é a descrição de vida livre do pecado? Escolham em quem acreditar!

 A palavra de Deus nos alerta. “Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!”  Jeremias 17:5

Desperta professo povo de Deus!

RESPONSABILIDADE DA LIDERANÇA DA IGREJA

É comum vermos teólogos de nossa igreja, igreja Adventista Do Sétimo Dia, transmitindo mensagens “politicamente corretas”, ou seja, pregando aquilo que a maioria deseja ouvir. Essas pessoas que ocupam cargos importantes em nossa igreja evitam pregar mensagens sobre a plena libertação do pecado, o que é mais estranho é que essas pessoas perseguem, tratam de forma injusta os que ousam pregar as mensagens que eles negligentemente não pregam.  Mensagem como por exemplo a condição necessária para subsistir no tempo de angústia.

Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. […] “Aproxima-se o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim.” João 14:30. Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia”. O Grande Conflito, pág. 623.

Ouse pregar a mensagem contida nesse texto, será rotulado de, perfeccionista, fanático e outras coisas mais, perderá seus cargos na igreja, caso os tenha, proibido de pregar, tudo isso com consentimento da liderança da igreja, pastores e departamentais.

Essas pessoas deveriam ter consciência de que um dia serão cobrados pelo fato de não estarem trabalhando segundo a vontade de Deus e também pelo fato de perseguirem injustamente as pessoas que tentam fazer o trabalho que eles estão negligentemente deixando de fazer. Seria bom essas pessoas analisarem os textos do Espírito de profecia que veremos a seguir.

Os anciãos, aqueles a quem Deus dera grande luz, e que haviam ocupado o lugar de depositários dos interesses espirituais do povo, haviam traído o seu depósito.”

“O Senhor não fará bem nem mal. É demasiado misericordioso para visitar Seu povo em juízos. Assim, paz e segurança é o grito de homens que nunca mais erguerão a voz como trombeta para mostrar ao povo de Deus suas transgressões, e à casa de Jacó os seus pecados. Esses cães mudos, que não querem ladrar, são aqueles que sentirão a justa vingança de um Deus ofendido”.

“Vemos aí que a igreja – o santuário do Senhor – foi a primeira a sentir o golpe da ira de Deus. Os anciãos, aqueles a quem Deus dera grande luz, e que haviam ocupado o lugar de depositários dos interesses espirituais do povo, haviam traído o seu depósito. Colocaram-se no ponto de vista de que não precisamos esperar milagres e as assinaladas manifestações do poder de Deus, como nos dias da antiguidade. Os tempos mudaram. Estas palavras fortaleceram-lhes a incredulidade, e dizem: O Senhor não fará bem nem mal. É demasiado misericordioso para visitar Seu povo em juízos. Assim, paz e segurança é o grito de homens que nunca mais erguerão a voz como trombeta para mostrar ao povo de Deus suas transgressões, e à casa de Jacó os seus pecados. Esses cães mudos, que não querem ladrar, são aqueles que sentirão a justa vingança de um Deus ofendido. Homens, virgens e crianças, todos perecerão juntos”. Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 65 – 66.

Essas pessoas estão fazendo pouco do pecado e ensinam uma religião piegas, ridícula!

“Há esperança para cada um de nós, mas de uma só maneira e apegando-nos a Cristo e empregando toda energia para obter a perfeição de Seu caráter. Essa religião piegas que faz pouco do pecado, e só realça o amor de Deus pelo pecador, encoraja os pecadores a crer que Deus os salvará enquanto continuarem no pecado, sabendo que é pecado. É isso que estão fazendo muitos que professam crer na verdade presente”. MM 2002, Cristo Triunfante, p. 80

Rejeitando pregar a verdade sobre a possibilidade e necessidade da plena libertação do pecado, a liderança da nossa igreja está causando o desagrado de Deus e incentivando a permanência no pecado. Na prática é isso que estão fazendo. Na prática é isso que está acontecendo!

“O desagrado de Deus está sobre o Seu povo. Ele não manifestará Seu poder enquanto em seu meio existirem pecados entre eles e forem incentivados por pessoas em posições de responsabilidade”. Testemunho Para a Igreja, vol. 3, p. 270.

Meditem nos textos a seguir, “cães mudos”!

“Se a presença de um só Acã foi suficiente para enfraquecer todo o acampamento de Israel, será que ainda vamos nos surpreender diante dos pequenos sucessos que conseguimos, uma vez que cada igreja e quase cada família tem seu Acã?” Testemunho Para a Igreja, vol. 5, p. 157.

A igreja como um todo é, em certa medida, responsável pelos erros de cada um de seus membros, porque eles toleram o mal não levantando a voz contra ele. O favor de Deus não é desfrutado por várias razões. Seu Espírito é ofendido pelo orgulho, extravagância, desonestidade e fraude aos quais se entrega alguns que professam santidade. Todas essas coisas trazem o desagrado de Deus sobre o Seu povo. A incredulidade e os pecados do antigo Israel foram apresentados perante mim, e vi que os erros e iniquidade semelhantes existem entre o moderno Israel. A pena da inspiração registrou os seus crimes para o benefício daqueles que vivem nestes últimos dias, para que possam evitar seu mau exemplo. Acã cobiçou e escondeu uma barra de ouro e uma boa veste babilônica, que foram tomados como espólio do inimigo”. Testemunho Para a Igreja, vol. 4, p. 490.

“O pecado de Acã trouxe revés a toda a nação. Pelo pecado de um homem, o desprazer de Deus repousará sobre Sua igreja até que a transgressão seja descoberta e removida. A influência que mais temida deve ser pela igreja não é a dos francos oponentes, incrédulos e blasfemos, mas dos que incoerentemente professam a Cristo. Estes são os que impedem as bênçãos de Deus de virem a Israel, e acarretam fraqueza ao Seu povo”. Patriarcas e Profetas, p. 497.

“Os professos seguidores de Cristo não são mais um povo separado e peculiar. A linha de demarcação é imperceptível. O povo está-se subordinando ao mundo, às suas práticas, costumes e egoísmos. A igreja passou para o mundo, transgredindo a lei, quando o mundo devia passar para a igreja na obediência da mesma. Diariamente a igreja se está convertendo ao mundo”. Parábolas de Jesus, p. 315-316.

“Jesus está prestes a deixar o propiciatório do santuário celestial, a fim de usar vestes de vingança, e derramar Sua ira em juízo sobre aqueles que não corresponderam à luz que Deus lhes deu. “Visto como se não executa logo o juízo sobre a má obra, por isso o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal.” Ecl. 8:11. Em vez de se sensibilizarem pela paciência e longanimidade que o Senhor tem exercido para com eles, os que não temem a Deus nem amam a verdade, fortalecem o coração no mau caminho. Há, porém, limites até para a longanimidade de Deus, e muitos estão ultrapassando tais limites. Sobrepujaram os limites da graça, e portanto Deus deve intervir e reivindicar Sua honra”. Testemunhos Seletos, vol. 2, p.62.

O texto a seguir tem uma aplicação especial para aqueles que se contentam em guardar o sábado, não beber café e não comer carne de porco e pensam que isso é suficiente para serem salvos.

Nem todos os que professam guardar o sábado serão selados. Muitos há, mesmo entre os que ensinam a verdade a outros, que não receberão na testa o selo de Deus. Tinham a luz da verdade, souberam a vontade de seu Mestre, compreenderam todos os pontos de nossa fé, mas não tiveram as obras correspondentes. Aqueles que estiveram tão familiarizados com as profecias e com os tesouros da sabedoria divina, deveriam ter agido de conformidade com sua fé. Deveriam ter dirigido sua casa segundo os mesmos princípios, para que por meio de uma família bem ordenada pudessem apresentar ao mundo a influência da verdade no coração humano”. Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 68.

Mensagem a seguir tem uma aplicação especial para nossos pastores e liderança da igreja, cuja preocupação é alcançar alvos de batismo, preocupação com números, e não com a santificação da igreja.

Deus ficaria mais satisfeito com seis pessoas inteiramente convertidas à verdade, do que com sessenta fazendo profissão de fé, mas não estando de fato convertidas”. Obreiros Evangélicos, p. 270.

O Senhor não opera agora para trazer muitas pessoas para a verdade, por causa dos membros da igreja que nunca foram convertidos, e dos que, uma vez convertidos, voltaram atrás. Que influência haviam de ter esses membros não consagrados, sobre os novos conversos? Não tornariam sem efeito a mensagem dada por Deus, a qual Seu povo deve apresentar?” Conselho Sobre Regime Alimentar, p. 455.

“É uma solene declaração que faço à igreja, de que nem um entre vinte dos nomes que se acham registrados nos livros da igreja, está preparado para finalizar sua história terrestre, e achar-se-ia tão verdadeiramente sem Deus e sem esperança no mundo, como o pecador comum. Professam servir a Deus, mas estão servindo mais fervorosamente a Mamom”. Serviço Cristão, p. 41.

Se na época da serva do Senhor era nenhum entre vinte, o que dizer de hoje?

Quem são os responsáveis. Não temo dizer ser nossos pastores e liderança da nossa igreja.

“Sei que o que digo me colocará em conflito. Esse não é meu desejo; pois o conflito parece ser incessante até o fim dos tempos; mas eu não posso viver covardemente nem morrer covardemente, deixando meu trabalho incompleto. Devo seguir os passos do meu Mestre.” EGW Revista Ministério março – abril 2012 p. 7.

Portanto, assim te farei, ó Israel! E porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus”. Amós 4:12

PRERROGATIVA SOMENTE DE DEUS

Objetivo desse artigo é refutar acusações de teólogos quase que idolatrados pelos adventistas que nos acusam de estarmos nos sentindo superiores aos demais, insinuam que estamos afirmando que não estamos mais pecando e de que acreditamos que em algum momento seremos tão santos que não precisaremos mais de Jesus. É triste ter que responder acusações tão absurdas. Mostraremos nesse artigo que julgar se uma pessoa está ou não vivendo livre do pecado é uma prerrogativa somente de Deus, portanto, não estamos afirmando que estamos vivendo sem pecar, nem mesmo temos a expectativa de chegar o momento em que teremos condições de fazer tal afirmação, mostraremos também que jamais atingiremos uma condição onde não mais precisaremos de Jesus.

“Segue a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.” Hebreus 12:14

O Senhor nos chama para uma vida santificada. No poder do Senhor e somente nEle, poderemos ser mais que vencedores sobre todas as tentações, sobre todos nossos defeitos de caráter herdados ou cultivados. “O sangue de Jesus, Seu filho, nos purifica de todo pecado.” 1° João 1:7

Se realmente almejamos a salvação temos que ter como objetivo a perfeição de caráter, uma vida completamente livre da escravidão do pecado. No poder do Senhor Espírito Santo isso é possível.

“A santificação não é obra de um momento, uma hora, ou um dia. É um contínuo crescimento na graça. Não sabemos um dia qual será nossa luta no dia seguinte. Satanás vive e está ativo, e precisamos cada dia clamar fervorosamente a Deus por auxílio e força para resistir-lhe. Enquanto Satanás reinar, teremos de subjugar o próprio eu, teremos assaltos a vencer, e não há lugar de parada, nenhum ponto a que possamos chegar e dizer que atingimos plenamente. [ …] A vida cristã é uma constante marcha avante. Jesus coloca-Se como refinador e purificador de Seu povo; e quando Sua imagem estiver perfeitamente refletida neles, eles estarão perfeitos e santos, e preparados para a trasladação.”     Testemunhos Seletos, vol. 1, p. 112-114.; Maranata O Senhor Vem p. 87

Agora, será que nessa busca por perfeição de caráter não existe o perigo de que alguns se tornem arrogantes, fanáticos, se sentindo superiores aos demais irmãos?

Sim, claro que existe essa possibilidade e de fato isso poderá acontecer. Satanás sempre procurou usar pessoas fanáticas, extremistas para confundir as pessoas sinceras e atrapalhar a obra do Senhor. É nosso objetivo aqui destacar como será o comportamento daqueles que realmente foram santificados pelo Senhor.

Será que os verdadeiros filhos de Deus, santificados, dirão de forma arrogante que são perfeitos? Dirão que estão vivendo sem pecar e se sentindo superiores? Será que esses santos do Senhor, por estarem vivendo completamente livres do pecado, sentirão que não necessitam mais do Senhor?

A última vez que conversei com um desses grandes teólogos adventista, muito provavelmente por falta de argumento ele começou a mostrar textos revelam que homens santos jamais afirmaram estar sem pecado, tentei falar que não estava fazendo tal afirmação.

É bom deixar bem claro que aqueles que realmente forem santificados pelo Senhor jamais dirão de uma forma arrogante que são perfeitos, que estão vivendo sem pecar. Por estarem contemplando a Jesus sempre estarão buscando mais do Seu amor e de sua pureza, sempre terão uma opinião humilde a respeito de si mesmo. Mesmo que esses servos do Senhor estejam vivendo sem pecar ou mesmo que eles tenham alcançado a perfeição de caráter, eles não perceberão que esse nível de santidade já terá se tornado uma realidade na vida deles, isso será para eles “imperceptível”. Assim afirma Ellen White, a serva do Senhor:

“É o Espírito Santo, o Consolador, que Jesus disse que havia de mandar ao mundo, que nos muda o caráter à imagem de Cristo; e quando isto é efetuado, refletimos como em um espelho a glória do Senhor. Isto é, o caráter daquele que assim contempla a Cristo é-Lhe tão semelhante, que quem o olha vê o próprio caráter de Cristo a refletir-se como de um espelho. De maneira imperceptível para nós mesmos, somos transformados de dia em dia, de nossa própria maneira de ser e vontade, para os modos e a vontade de Cristo, para a beleza de Seu caráter. Assim crescemos à estatura de Cristo e, inconscientemente, refletimos-Lhe a imagem”. (Review and Herald, 28 de abril de 1891). Nossa Alta Vocação p. 56

“É nosso privilégio, por meio de diligente estudo da Palavra, aprender em que ponto não estamos revelando os princípios dessa Palavra em nossa vida diária. E quando o espelho nos revela os nossos defeitos, devemos com fervorosa oração e fé procurar removê-los e estar à altura do padrão que nos é dado. Ao nos esforçarmos por alcançar a perfeição que Deus deseja para nós, de maneira imperceptível a nós a imagem de Deus será revelada em palavras, obras e espíritoO humano será moldado pelo divino. Carta 300, 1907.” Este Dia Com Deus p. 179

O apóstolo Paulo é um exemplo de como se comportará os santificados no Senhor, vejamos o que a serva do Senhor escreveu a seu respeito.

 “O apóstolo Paulo havia sido arrebatado até o terceiro Céu, e tinha visto e ouvido coisas que não poderiam ser proferidas; contudo, sua humilde afirmação é: “Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo.” Filip. 3:12. Que os anjos do Céu escrevam as vitórias de Paulo ao combater o bom combate da fé. Que o Céu se rejubile em sua marcha firme rumo do Céu e que, ao manter ele em vista o prêmio, considere tudo o mais como escória. Os anjos se regozijam ao contar seus triunfos, mas Paulo mesmo não se vangloria de suas conquistas. A atitude de Paulo é a atitude que cada seguidor de Cristo deveria tomar ao prosseguir na luta pela coroa imortal.” Atos Dos Apóstolos p. 562

Vejamos outro texto bastante esclarecedor:

“Desejo dizer a todos aqueles a quem foi revelada a glória de Deus: “Nunca tereis a menor propensão para afirmar: ‘Sou santo, estou santificado.’” Depois de minha primeira visão da glória, eu não pude discernir a luz mais brilhante. Pensaram que minha vista estava perdida; mas, quando tornei a acostumar-me com as coisas deste mundo, pude ver outra vez. É por isso que eu vos digo que nunca deveis gabar-vos, afirmando: “Sou santo, estou santificado”, pois isso constitui a mais segura evidência de que não conheceis as Escrituras nem o poder de Deus. Deixai que Deus o escreva em Seus livros, se quiser fazê-lo, mas vós nunca o deveis dizer. Eu nunca ousei dizer: “Sou santa, sou sem pecado”, mas procuro fazer de todo o meu coração o que acho ser a vontade de Deus, e tenho a doce paz de Deus em minha alma. Posso confiar o cuidado de minha alma a Deus, como a um fiel Criador, e sei que Ele guardará o que foi entregue aos Seus cuidados. A minha comida e bebida é fazer a vontade do meu Mestre.” Mensagens Escolhidas vol. 3 p. 355

ABRANGÊNCIA DA LEI DE DEUS

Acreditar na possiblidade de que alguém consiga julgar se está ou não em pecado é desconsiderar a abrangência da lei de Deus. Ao constatarmos abrangência da lei de Deus compreenderemos que fazer esse tipo de julgamento é uma prerrogativa somente de Deus. Somente Ele tem a capacidade de sondar nosso coração e avaliar nossas intenções e propósitos. Veremos a seguir textos que revelam o quão abrangente é a lei de Deus.

“Diz o salmista: “A lei do Senhor é perfeita.” Quão admirável em sua simplicidade, sua amplitude e perfeição, é a lei de Jeová! É tão breve, que nos é possível decorar facilmente cada preceito, e todavia tão abrangente que exprime toda a vontade de Deus, e toma conhecimento não somente das ações exteriores, mas dos pensamentos e intenções, dos desejos e emoções do coração”. Mensagens Escolhidas vol. 1 p. 217

“A lei de Deus, conforme apresentada nas Escrituras, é ampla em seus requisitos. Atingi os pensamentos e sentimentos. […] Se a lei se estendesse apenas a conduta exterior, os homens não seriam culpados de seus pensamentos, desejos e desígnios errados. […]  Mas a lei exige que a própria alma seja pura e a mente santa, para que os pensamentos e sentimentos estejam de acordo com o padrão de amor e retidão”. Mind Character and Personality, vol. 2, p. 564; Mente, Caráter e Personalidade; p. 564

Cristo mostra serem os mandamentos excessivamente amplos, abrangendo mesmo os pensamentos, intentos e propósitos do coração”.  Lar Adventista p. 336

“A lei de Deus denuncia o ciúme, a inveja, o ódio, a malignidade, a vingança, a concupiscência e a ambição que brotam no coração, mas não encontraram expressão em ato exterior, porque faltou ocasião, e não vontade”. Mensagens Escolhidas vol. 1 p. 217

SEMPRE DEPENDENTES DE CRISTO

Já vi li algo escrito por um teólogo muito conhecido na igreja Adventista afirmando que as pessoas que acreditam na plena libertação do pecado esperam chegar em um determinado nível de santidade em que não mais precisaram de Jesus. Isso é um absurdo. Faz esse tipo de acusação, mas não dá nenhuma referência provando que sua acusação tem fundamento.

Muito importante é esclarecer o fato que os verdadeiros filhos de Deus nunca dirão ou sentirão que não mais necessitam do Senhor. Eles jamais esquecerão o que nosso salvador nos disse: “Eu Sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” João 15:5

Vou mostrar que existe realmente teólogos adventistas fazendo essa acusação absurda. Fazem afirmações e não dão referência, não quero cometer o mesmo erro.

“Isso também significa que se Jesus veio com uma natureza pecaminosa, mas resistiu, então talvez alguém mais possa fazer o mesmo, e que essa pessoa não necessita de Jesus para salvá-la”. Norman R. Gulley, Tocado Por Nossos Sentimentos, p. 216

“Perfeccionistas, que por causa de sua compreensão superficial de pecado, facilmente se sentem ‘triunfantes e vitoriosos’. Cometem o engano de se julgarem espiritualmente superiores, vítimas da síndrome do ‘já alcancei’. Concluem que, em algum momento, alcançarão um estágio de impecaminosidade absoluta e serão tão santos que não mais precisarão de Cristo”. Pr.Amin A. Rodor, MM  2014, Encontros Com Deus, p. 160

O TEMPO DE ANGÚSTIA

No tempo de angústia onde os salvos DO pecado, estarão vivendo completamente livres do pecado pela graça de Deus não estarão como dizem alguns acusadores, batendo no peito e dizendo, “somos perfeitos, estamos vivendo sem pecar”, vejam que naquele momento eles, “receiam não se terem arrependido de todo pecado, e que, devido a alguma falta, não se cumpra a promessa do Salvador […]”. O que eles temem não é a tortura ou a morte, o temor deles é que “se se mostrassem indignos, e perdessem a vida por causa dos seus defeitos de caráter, o santo nome de Deus seria então vituperado”.

“Embora o povo de Deus esteja rodeado de inimigos que se esforçam por destruí-lo, a angústia que sofrem não é, todavia, o medo da perseguição por causa da verdade; receiam não se terem arrependido de todo pecado, e que, devido a alguma falta, não se cumpra a promessa do Salvador: “Eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo.” Apoc. 3:10. Se pudessem ter a segurança de seu perdão, não recuariam da tortura ou da morte; mas, se se mostrassem indignos, e perdessem a vida por causa dos seus defeitos de caráter, o santo nome de Deus seria então vituperado”. O Grande Conflito, p. 619

No texto a seguir veremos o nível de santificação em que estarão vivendo os salvos pela graça de Deus, no tempo de angústia. “Mas, ao mesmo tempo em que têm uma profunda intuição de sua indignidade, não possuem falta oculta para revelar”.

“Semelhantemente, no tempo de angústia, se o povo de Deus tivesse pecados não confessados que surgissem diante deles enquanto torturados pelo temor e angústia, seriam vencidos; o desespero suprimir-lhes-ia a fé, e não poderiam ter confiança para suplicar de Deus o livramento. Mas, ao mesmo tempo em que têm uma profunda intuição de sua indignidade, não possuem falta oculta para revelar. Seus pecados foram examinados e extinguidos no juízo; não os podem trazer à lembrança”. O Grande Conflito, p. 620

Estarão vivendo como Cristo viveu, completamente livres do pecado.

“Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. Satanás encontra nos corações humanos algum ponto em que pode obter apoio; algum desejo pecaminoso é acariciado, por meio do qual suas tentações asseguram a sua força. Mas Cristo declarou de Si mesmo: “Aproxima-se o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim.” João 14:30. Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia”. O Grande Conflito, p. 623.

“O poder de uma vida mais alta, mais pura e mais nobre é nossa grande necessidade. O mundo tem ocupado demais os nossos pensamentos, e o reino de Deus muito pouco. Em Seus esforços para alcançar o ideal de Deus para si, o cristão não deve desesperar de coisa alguma. A perfeição moral e espiritual mediante a graça e o poder de Cristo é prometida a todos. Jesus é a fonte de poder, a origem da vida. Ele nos leva a Sua Palavra, e da árvore da vida nos apresenta as folhas para a saúde de almas enfermas de pecado. Ele nos leva ao trono de Deus, e põe em nossa boca uma oração pela qual somos levados a íntimo contato com Ele próprio. Em nosso benefício põe em operação os instrumentos todo-poderosos do Céu. Em cada passo tocamos Seu vivo poder.” Atos Dos Apóstolos p. 478

O Senhor nos ordena: “Portanto, sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.” Mat. 5:48

Devemos ter sempre em mente: “Tudo posso naquele que me fortalece.” Fil. 4:13

Os salvos pelo poder do Senhor estarão vivendo de forma irrepreensível quando Jesus voltar: 

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”.  1 Tessalonicenses 5:23

“Portanto, amados, enquanto esperam estas coisas, empenhem-se para serem encontrados por ele em paz, imaculados e inculpáveis”. 2 Pedro 3:14, NVI.

Desperta professo povo de Deus!