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Discernimento: a salvaguarda do reavivamento

 Chuvas de bênçãos

‘’Considera em como amo os teus preceitos; vivifica-me, ó Senhor, segundo a tua bondade. As tuas palavras são em tudo verdade desde o principio, e cada um dos teus justos juízos dura para sempre’’ (Salmos 119:159-160)

O que significa discernir? Segundo o dicionário Bíblico Almeida, esta palavra quer dizer “saber a diferença, perceber com clareza , julgar e explicar”.

Quantas vezes queremos explicar ou falar sobre reavivamento sem saber a essência dele. Queremos dar explicações humanas, buscar através de métodos ou programas bem elaborados. A verdade e que muitas vezes falamos das coisas certas, mas trilhamos o caminho errado. E então o que nos falta? Você sabe a resposta? Talvez está palavra o faça refletir um pouco sobre “DISCERNIMENTO”.

Precisamos buscar o reavivamento. Mas precisamos saber que o diabo tem procurado criar movimentos falsos dizendo que é um movimento genuíno e verdadeiro.

“Em todo avivamento da obra de Deus o príncipe do mal está desperto para atividade mais intensa; aplica atualmente todos os seus esforços em preparar-se para a luta final contra Cristo e Seus seguidores. O último grande engano deve logo patentear-se diante de nós. O anticristo vai operar suas obras maravilhosas à nossa vista. Tão meticulosamente a contrafação se parecerá com o verdadeiro, que será impossível distinguir entre ambos sem o auxílio das Escrituras Sagradas. Pelo testemunho destas toda declaração e todo prodígio deverão ser provados.” O Grande Conflito , pág. 593.

Vontade de Deus e sua Palavra

O que é a vontade de Deus? Talvez seja difícil responder essa pergunta, mas vamos tentar responder da melhor forma possível usando a palavra de Deus.

Porque esta e a vontade de Deus: a Vossa santificação… (…) Por quanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação. (I Tes. 4:3 e 7)

Como o verdadeiro reavimento está fundamentado na palavra de Deus podemos entender o que Jesus disse sobre ela “Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade.” João 17:17.

Só há uma forma de reavivar a nossa fé, buscar auxilio em sua palavra. Somente ela poderá iluminar o nosso caminho e retirar todo impedimento para a chuva serôdia e nos ajudar a identificar o verdadeiro reavivamento.

O apóstolo Paulo considerou o conhecimento de Deus como o mais importante aspecto da vida, pois ele disse em Filipenses 3:7-8 “Mas o que para mim era lucro, isso considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considerei tudo como perda,… para O conhecer.”

Escreveu Jeremias: “Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte na sua força, nem o rico nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em Me conhecer.” Jeremias 9:23 e 24.

E disse Daniel: “O povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo.” Daniel 11:32.

Há um excitamento emotivo, mistura do verdadeiro com o falso, muito apropriado para transviar. Contudo, ninguém necessita ser enganado. À luz da Palavra de Deus não é difícil determinar a natureza destes movimentos. Onde quer que os homens negligenciem o testemunho da Escritura Sagrada, desviando-se das verdades claras que servem para provar a alma e que exigem a renúncia de si mesmo e a do mundo, podemos estar certos de que ali não é outorgada a bênção de Deus”. O Grande Conflito, págs. 464 e 465.

“Uma classe anda em humildade e mansidão, aprendendo de Jesus, a outra mostra que eles não são praticantes da Palavra, mas unicamente ouvintes. Uma classe é santificada pela verdade; a outra, nada conhece do poder transformador da graça divina. A primeira é daqueles que diariamente estão morrendo para o eu e vencendo o pecado. A última é daqueles que estão condescendendo com as concupiscências e se tornando servos de Satanás”. ( Santificação, pág. 60)

Amor de Deus e sua Lei

O autor da lição deixa bem claro que o reavivamento será fruto de conhecermos Deus, e conhecer a JESUS, “sempre vai nos levar à obediência.” Não podemos dizer que conhecemos se não estamos dispostos a fazer sua vontade. Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.” 1 João 2:4.

A lei de Deus é a única norma verdadeira de perfeição moral. Essa lei foi exemplificada na vida de Cristo. Ele diz de Si mesmo: “Tenho guardado os mandamentos de Meu Pai.” João 15:10. Nada menos que esta obediência satisfará às exigências da Palavra de Deus. “Aquele que diz que está nEle também deve andar como Ele andou.” I João 2:6. Nós não podemos alegar que somos impotentes para fazer isso, porque temos a afirmativa: “A Minha graça te basta.” II Cor. 12:9. Ao olharmos no espelho divino – a lei de Deus – vemos a excessiva malignidade do pecado e nossa própria condição de perdidos, como transgressores. Mas, pelo arrependimento e fé, somos justificados perante Deus, e, mediante a graça divina, habilitados a prestar obediência aos Seus mandamentos. (santificação pág. 80 e 81). Todo reavivamento exaltara a lei de Deus, não como objeto de salvação mas em resposta ao milagre operado em nossas vidas.

Formalismo, fanatismo e fé

O maior desafio da igreja hoje, talvez seja remover todo formalismo que muitas vezes estamos preocupados. Estamos tão acostumados a seguir regras que acabamos esquecemos quem é o Senhor delas, ao passo que o fanatismo chega ao estremo de todas as coisas. O que precisamos é chegar a um equilíbrio como cristãos. Não devemos ser relaxados e nem extremistas. Precisamos viver pela fé como o Filho de Deus viveu.

Ellen White descrevendo a diferença de fé e crença diz:

‘’A fé genuína opera por meio do amor e purifica a alma. Essa fé que tem poder de limpar a vida do pecado. Os demônios acreditam que cristo veio ao mundo com redentor do ser humano, que operou milagres poderosos, que ele sofreu morte vergonhosa para salvar o homem caído. Os demônios acreditam que ele ressuscitou da morte, que ascendeu ao céu e se assentou à direita do pai. Os demônios acreditam que Ele vira outra vez e que em breve, com poder e grande gloria, fará justiça àqueles que não conhecem a Deus e não obedeceram ao evangelho. Eles acreditam em tudo que está gravado no antigo e novo testamento. Mas essa fé salvará os demônios das trevas?Eles não tem a fé que opera por meio do amor e purifica a alma. Aquela fé, e somente aquela, que purifica o templo da alma é a fé genuína. (Sings of the Times, 17 de fevereiro de 1890).

Ministério e milagres

“Geralmente os falsos reavivamentos colocam sua ênfase principal nos milagres. Os reavivamentos genuínos focalizam o ministério. Os falsos reavivamentos enfatizam os sinais e prodígios espetaculares; os reavivamentos genuínos reconhecem que o maior milagre é uma vida transformada.” Lição da escola sabatina, “Reavivamento e Reforma,” pág. 98

“A obediência a Deus é a base. Sinais e maravilhas se acontecerem, serão sempre secundários.” Lição da escola sabatina, “Reavivamento e Reforma,” pág. 98

Os movimentos religiosos hoje destacam que os milagres é a essência do reavivamento. Devemos levar em consideração que os milagres também acompanharam o reavivamento verdadeiro e não há como negar. Mas o que precisamos saber é como isso irá acontecer. Precisamos estar atentos para que tenhamos capacidade de discernir o verdadeiro do falso reavivamento e não cometermos injustiças. Precisamos lembrar que na igreja em sua origem manifestou-se muitos sinais e prodígios. (Atos 2:43; 3:1-10; 9:32; 9:36; 4:31; 5:12-16). Vemos nesses textos bíblicos pessoas sendo ressuscitadas, curadas, libertadas do inimigo, pessoas sendo curadas até mesmo por serem tocadas pela sombra dos apóstolos.

No futuro haverá novamente sinais e prodígios entre o povo de Deus.

“Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas seguirão aos crentes.” O Grande Conflito, pág. 611 e 612.

O que precisa acontecer em nossa vida para recebermos a chuva Serôdia

“A chuva serôdia virá, e a bênção de Deus encherá toda alma que estiver purificada de toda contaminação. É nossa obra hoje entregar nossa alma a Cristo, para estarmos preparados para o tempo de refrigério pela presença do Senhor – preparados para o batismo do Espírito Santo.” Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 191. Eventos Finais pág. 193

Frutos e dons

Os dons do Espírito podem ser divididos em duas categorias: qualidades e vocações.

O que são qualidades? É a condição natural de uma pessoa que permitiu a atuação divina em sua vida, que tem como resultado prestar ajuda a alguém, hospitalidade, exortação e o ensino. Estas qualidades são concedidas por Deus individualmente (Ef. 4:11-12).

O que é vocação?  Está relacionada ao chamado que Deus faz também individualmente a uma pessoa concedendo dons para edificação do corpo de cristo.“Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil”. 1 Coríntios 12:7

Existe perigo em todo suposto reavivamento que tenha pouco interesse no fruto do Espírito, mas que esteja obcecado pela posse dos dons do Espírito. Se Deus concedesse os dons do Espírito em plenitude aos cristãos que não manifestassem o fruto do Espírito, a igreja se tornaria o centro de exibicionismo egoísta. Se Deus derramasse o poder do Céu enquanto as nossas linhas espirituais de transmissão estivessem esgotadas, os resultados seriam desastrosos. Cuidado com movimentos que se concentram nos dons e poder do Espírito Santo, e não na obediência à vontade de Deus e no caráter transformado que revela o fruto do Espírito! (lição da escola Sabatina).

O que você diria à pessoa que experimentou algo que ela julga ter sido manifestação sobrenatural de Deus? Como você pode ajudá-la a saber se realmente é legítimo ou não isso? Com base na realidade do grande conflito, quem ou o que pode estar por trás dos milagres?

Que o Senhor nos ajude!

Deus seja para sempre louvado!

Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento

Arrependimento e Confissão

“Uma expressão de Hebreu 12:17 resume muito bem a questão. Falando de Esaú, a passagem diz que, “querendo herdar a benção” ele se entristeceu. Como Faraó, Balaão e Judas, o coração de Esaú não foi quebrantado por causa da dor que seu pecado havia trazido à sua família ou ao coração de Deus. Sua preocupação era com o direito de primogenitura que havia perdido. Ele ficou triste porque não tinha recebido o que acreditava ser seu por direito. Seus motivos não eram puros. Sua tristeza foi por sim mesmo. O falso arrependimento focaliza as consequências do pecado e não o próprio pecado.

A lei da semeadura e colheita é divina. É verdade que o pecado traz consequências terríveis, mas o arrependimento não se concentra nos resultados negativos do pecado. Em vez disso, a preocupação está na desonra e tristeza causadas a Deus.

O verdadeiro arrependimento se caracteriza por, pelo menos, três coisas: Primeira, tristeza porque o pecado fere o coração de Deus. Ficamos tristes porque ferimos Aquele que tanto nos ama. Segunda, honesta confissão do pecado cometido. O verdadeiro arrependimento não está associado a desculpas para nosso comportamento. Não culpamos outra pessoa. Assumimos a responsabilidade pelas nossas ações. Terceira, o verdadeiro arrependimento inclui a decisão de se afastar do pecado. Não pode haver arrependimento genuíno a menos que haja uma reforma correspondente na vida. O falso arrependimento, por outro lado, focaliza a própria pessoa. A preocupação está nas consequências do pecado. É um estado emocional de tristeza porque o pecado traz consequências negativas. Inventamos desculpas e colocamos a culpa em outra pessoa. Não ficamos preocupados com a mudança de comportamento, a menos que a mudança traga recompensas.” Lição E. S. 3° Trim. 2013, pág. 42 – Lição de Aluno, pág. 72 – Lição de Professor

É fato que nosso pecado, seja em grau ou quantidade, causa tristeza em Deus e também separação. Cristo sentiu tudo isto ao assumir nossos pecados no processo de crucificação. Devemos ter consciência disto. Se quisermos glorificar o nome de Deus precisamos viver a vida de Cristo em nosso coração, uma vida de obediência e poder. 

Infelizmente algumas pessoas acreditam que o homem não pode ser um pecador habitual, mas que aqueles “pecadinhos” ocasionais são inevitáveis. Deste modo, para eles, é impossível que o homem atinja uma condição de vida antes da glorificação onde mesmo esses “pecadinhos” ocasionais passem a não mais existir. De uma forma mais clara para elas é impossível que o homem de alguma forma passe a viver sem pecar.

Sempre lembrando que quando falamos de viver sem pecar antes da glorificação não estamos falando de vida sem a possibilidade de pecar, estamos falando simplesmente de vidas que enquanto estiverem na plenitude do nosso Senhor Espírito Santo estarão livres da escravidão do pecado, estarão vivendo sem a presença do pecado.

O verdadeiro e o falso arrependimento

Segundo a nossa lição da Escola Sabatina o verdadeiro arrependimento atua na vida do homem da seguinte forma: 1- gera no coração do homem a tristeza por estar fazendo algo que desagrada a Deus. 2- De coração quebrantado, este homem sente a necessidade de confessar seus pecados e de também invocar o poder de Deus sobre sua vida para não mais cometer novamente aqueles mesmos pecados. 3- Toma a decisão de se afastar do pecado.

Nossa lição define o falso arrependimento como sendo aquele que focaliza apenas as consequências do pecado e não o próprio pecado. Outro detalhe exposto na lição também, é que quando estamos apenas com esse falso arrependimento “inventamos desculpas” (para o pecado) e colocamos a culpa em outra pessoa.

Agora perguntamos: Não é a crença de que é impossível viver completamente sem o pecado, uma forma de nos acomodarmos na condição em que ainda permanecemos com alguns pecados não vencidos e não abandonados?

Um erro conduz a outro. Enquanto somos condescendentes com algum pecado, não sentiremos a necessidade do verdadeiro arrependimento e, obviamente, viveremos o falso arrependimento achando que estamos justificados ou perdoados diante de Deus. Misericórdia Senhor!

Outra pergunta: Como sentir a necessidade do verdadeiro arrependimento e de ter uma vida completamente santificada enquanto estamos acomodados em uma condição de vida na qual ficamos arrumando desculpas ou justificativas para a existência e permanência de “alguns” pecados?

Não podemos gostar do pecado. Deus não gosta. Temos a tendência de usar nossa natureza como desculpa para a existência e permanência de alguns pecados em nossa vida, mas não podemos esquecer o que o Senhor tem nos ensinado neste trimestre nos estudos das lições. Na terceira lição vimos que existe na palavra de Deus poder para transformar nossa natureza e restaurar em nós a imagem divina:

A Palavra de  Deus é um  vivo, dinâmico e poderoso agente de transformação. O mesmo poder que estava na Palavra escrita de Deus pronunciada por Deus na criação está na Palavra escrita de Deus. Ao aceitar os mandamentos e promessas de Deus pela fé, recebemos o poder do Espírito Santo para fazer  a vontade de Cristo. “ A energia criadora que trouxe à existência os mundos está na Palavra de Deus. Essa Palavra comunica poder e gera vida. Cada ordenança é uma promessa; aceita voluntariamente, recebida na alma, traz consigo a vida do Ser infinito. Transforma a natureza restaurando-a à imagem de Deus.” (Ellen G. White, Educação, p. 126) Lição da E. S. Reavivamento e Reforma, pág. 31

Como vive o homem que teve a natureza transformada pelo Senhor Espírito Santo

“Não há segurança para uma pessoa que tenha religião meramente legal, uma forma de piedade. A vida cristã não é uma modificação ou melhoramento da antiga, mas uma transformação da natureza. Tem lugar a morte do eu e do pecado, e uma vida toda nova. Essa mudança só se pode efetuar mediante a eficaz operação do Espírito Santo.”  O Desejado De Todas As Nações, pág. 172

Mais uma vez lembramos: Não existe desculpa para o pecado!

“A influência do tentador não deve ser considerada desculpa para qualquer má ação. Satanás rejubila quando ouve os professos seguidores de Cristo apresentarem desculpas quanto à sua deformidade de caráter. São essas escusas que levam ao pecado. Não há desculpas para pecar. Uma santa disposição, uma vida cristã, são acessíveis a todo filho de Deus, arrependido e crente.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 311.

“Cristo nos imputa Seu caráter imaculado, e nos apresenta ao Pai em Sua própria pureza. Há muitos que julgam ser impossível escapar do poder do pecado, mas a promessa é que podemos ser cheios da plenitude de Deus. Nós ambicionamos muito pouco. O alvo é muito mais elevado.” Review and Herald, 12 de julho de 1892. Cristo Nossa Justiça, pág. 109

Os textos inspirados acima nos alertam que não devemos ficar arrumando desculpas para o pecado porque não existe algo que justifique a sua existência e permanência em nossa vida. O que realmente devemos fazer é orar ao Senhor pedindo que Ele nos conceda o verdadeiro arrependimento para que tenhamos o desejo de uma vida completamente santificada e poder para viver a norma estabelecida por Deus. Assim cumpriremos nossa missão de glorificar o Seu nome e abreviar o fim desse mundo de tanto sofrimento.

Confissão

O “verdadeiro arrependimento” gera no homem o desejo de afastar-se do pecado. Ao buscar no Senhor o “verdadeiro arrependimento”, irá alcançá-lo, confessará seus pecados a Deus. Esta confissão não será uma confissão vaga. Deverá ser confessado tudo que tem feito de errado que desagrade ao Senhor. Com certeza, encontrará não apenas perdão, mas também libertação dos seus pecados.

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” 1 João 1:9

Este verso é lindo! Ressaltamos a parte final que menciona a purificação resultando na obra completa que Deus quer realizar além de perdoar: “…e nos purificar de toda a injustiça.”. Dificilmente ouvimos este final e, quando ouvimos, soam como palavras soltas ao vento, sem fé, ditas por dizer. Misericórdia!

Nossa confissão deve ser como orienta nossa lição. Deve ser específica e com um objetivo definido: a libertação dos pecados confessados conforme menciona também o verso de 1 João 1:9.

Outro dia ouvi um irmão mencionar a seguinte frase em sua oração: “Senhor, somos miseráveis pecadores…”

É verdade que temos que ter este reconhecimento da nossa condição de miseráveis pecadores. Mas diante de tudo que nosso Deus disponibiliza para mudar nossa vida devemos ter muita vergonha de ainda permanecermos nessa condição, não acha?

Quando dizemos, “somos miseráveis pecadores” também devemos dizer: “Senhor aumente nossa fé para que possamos ver e aceitar o Teu poder para mudar nossa vida, de miseráveis pecadores para fiéis e obedientes servos do nosso Senhor e assim glorificar Seu nome através da nossa vida.”  

“Arrependimento e confissão são dois prerrequisitos necessários para que recebamos o poder do Espírito Santo em abundância.” Lição da E. S. Reavivamento e Reforma,  pág. 68

“É ’a bondade de Deus’ que  nos leva ao arrependimento. É o poder de convencimento do Espírito Santo que nos conscientiza da necessidade de um Salvador que perdoa os pecados. Ao mesmo tempo, devemos lembrar que o Espírito Santo não enche corações  impenitentes. (RO. 2:8; Atos 2:38,39; 3:19). Lição da E. S. Reavivamento e Reforma,  pág. 69

“No cenáculo, os discípulos arrependeram-se e confessaram seus pecados a Deus e uns aos outros. Foram reconciliados com Deus e unidos aos irmãos. Prepararam o coração para receber o derramamento do Espírito Santo no Pentecostes. O pecado impede esse mesmo derramamento em nossa vida, bloqueando o fluxo do Espírito de Deus. Arrependimento e confissão de pecados específicos abrem os canais obstruídos da alma, para que recebamos o mais precioso dom de Deus, o Espírito Santo em sua plenitude.” Lição da E. S. Reavivamento e Reforma,  pág. 75

O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” Provérbios 28:13

A promessa não é para aqueles que permanecem anos e mais anos na condição de “miseráveis pecadores” sem o desejo de uma mudança de vida. A promessa é para aqueles que confessam e pelo poder de Deus DEIXAM  os seus pecados.

“Não é genuíno nenhum arrependimento que não opere a reforma. A justiça de Cristo não é uma capa para encobrir pecados não confessados e não abandonados; é um princípio de vida que transforma o caráter e rege a conduta. Santidade é integridade para com Deus; é a inteira entrega da alma e da vida para habitação dos princípios do Céu.” O Desejado De Todas As Nações, pág. 556

Senhor conceda-nos o verdadeiro arrependimento. Conscientize-nos da necessidade de permitirmos que o Senhor faça Sua obra em nosso coração. Dá-nos a graça de viver para sua glória ao afastar nossa vida do pecado e purificar-nos pelo Teu poder. Faça-nos entender e aceitar que somente assim estaremos preparados para recebermos o Senhor Espírito Santo em abundância. Em nome de Jesus pedimos…

Deus seja para sempre louvado!

Testemunho e serviço: o fruto do reavivamento

Testemunho e Serviço

O comentário de Sábado a tarde da lição diz assim:

“O propósito do reavivamento é encher nosso coração com tanto amor por Jesus que almejemos compartilhar esse amor com todas as pessoas. No genuíno reavivamento, nosso coração é despertado para a bondade, compaixão, perdão e poder de Deus. Ficamos encantados por Seu amor e somos transformados por Sua graça. De tal maneira que não podemos ficar em silêncio.

Em contrapartida, um “reavivamento” que focaliza “apenas a experiência espiritual” erra o alvo. Se o reavivamento desenvolve atitudes críticas com relação às pessoas que não estão à altura do nosso “padrão de santidade”, certamente não é inspirado pelo Céu. Se a ênfase do reavivamento é simplesmente mudar o comportamento exterior, em vez de mudar o coração, algo está errado.

O genuíno reavivamento nunca leva ao egocentrismo ou, especialmente, à autossuficiência ou autoexaltação, mas a uma altruísta preocupação com os outros. Quando nosso coração é renovado pela graça de Deus, desejamos abençoar e servir os que estão em necessidade. Todo o reavivamento genuíno leva a uma ênfase renovada na missão e no serviço.” Lição E. S. 3° Trim. 2013, pág. 24 – Lição de Aluno, pág. 42 – Lição de Professor

Temos na lição dessa semana uma definição clara e precisa do genuíno reavivamento e seu propósito. O verdadeiro reavivamento se manifesta em servos de Deus com o coração repleto de amor. Servos de Deus que de forma natural e espontânea, dão testemunho da alegria e satisfação que estão sentindo por terem Cristo reinando no seu coração. Servos de Deus sem egocentrismo, auto suficiência, auto exaltação, espírito de critica ou de julgamento. Nos verdadeiros servos reinam somente amor e o grande desejo de levar a todos a salvação que eles próprios estão desfrutando em Cristo Jesus. Esse é o reavivamento que devemos buscar e que pala graça de Deus, iremos alcançar.

Firmados na necessidade do reavivamento verdadeiro precisamos ter consciência de que não devemos estabelecer nossas “próprias normas” de vida para o testemunho e serviço. Existe uma norma “estabelecida por Deus”. Esta norma não deve ser baixada ou adaptada aos nossos próprios critérios imperfeitos. É a “norma de Deus” e ponto.

Leiamos em oração os textos a seguir:

“Deve ser nosso objetivo sempre alcançar a norma estabelecida por Deus. Devemos erguer-nos acima da gélida atmosfera em que temos vivido até agora, e com a qual Satanás desejaria circundar nossas almas, e respirar na santificada atmosfera do céu.” Review and Herald, 6 de maio 1890 (Cristo Nossa Justça, pág 105)

“Deus requer perfeição moral em todos. Os que receberam luz e oportunidades devem, como mordomos de Deus, aspirar à perfeição, e nunca, nunca baixar a norma de justiça a fim de acomodar tendências herdadas e cultivadas para o mal. Cristo tomou sobre Si nossa natureza humana e viveu nossa vida, para mostrar-nos que podemos ser semelhantes a Ele participando da natureza divina. Podemos ser santos, como Cristo foi santo na natureza humana. Por que, então, há tantos caracteres desagradáveis no mundo? É porque eles não suspeitam que suas maneiras desagradáveis e sua linguagem rude e descortês constituem o resultado de um coração pecaminoso.” Este Dia com Deus – MM 1980, pág. 30

A causa de fracasso dos reavivamentos modernos

“Nas verdades de Sua Palavra, Deus deu aos homens a revelação de Si mesmo; e a todos os que as aceitam servem de escudo contra os enganos de Satanás. Foi a negligência destas verdades que abriu a porta aos males que tanto se estão generalizando agora no mundo religioso. Tem-se perdido de vista, em grande parte, a natureza e importância da lei de Deus. Uma concepção errônea do caráter, perpetuidade e vigência da lei divina, tem ocasionado erros quanto à conversão e santificação, resultando em baixar, na igreja, a norma da piedade. Aqui deve encontrar-se o segredo da falta do Espírito e poder de Deus nos avivamentos de nosso tempo.” Grande Conflito, pág. 465

A norma determinada por Deus é a mesma norma que Cristo viveu no mundo. Logo, Cristo é nosso exemplo perfeito e como Ele devemos viver. Esta norma nos oferece uma comunhão tal com Deus que nossa vida se torna completamente livre da escravidão do pecado, libertação plena do pecado.

É bom frisar que não estamos falando sobre a vida livre da “possibilidade de pecar” antes da glorificação. Estamos falando de vidas livres do pecado enquanto estiverem realmente com Jesus reinando de forma “plena no coração”. Esta é a condição que deverá ser alcançada antes do fechamento da porta da graça por aqueles que desejam subsistir no tempo de angústia. Leiamos o texto a seguir que comprova esta afirmação:

“Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia.” O Grande Conflito, pág. 623.

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” 1 Tessalonicenses 5:23

Devemos sempre ter como objetivo alcançar a norma estabelecida por Deus

“O Espírito trabalha no coração do homem de acordo com o seu desejo e consentimento, nele implantando natureza nova; mas a classe representada pelas virgens loucas contentou-se com uma obra superficial.” Parábolas de Jesus, pág. 411

“Lembre-se de que nunca alcançará mais elevada norma que a que se propuser. Fixe pois alto seu alvo e passo a passo, embora com esforços dolorosos, abnegação e sacrifício, subi até ao topo a escada do progresso.” Parábolas de Jesus, pág. 331

“É lei, tanto da natureza intelectual como da espiritual, que, pela contemplação, nos transformamos. O espírito gradualmente se adapta aos assuntos com os quais lhe é permitido ocupar-se. Identifica-se com aquilo que está acostumado a amar e reverenciar. Jamais se levantará o homem acima de sua norma de pureza, de bondade ou de verdade. Se o eu é o seu mais alto ideal, nunca atingirá ele qualquer coisa mais elevada. Antes, cairá constantemente. A graça de Deus unicamente tem poder para soerguer o homem. Abandonado a si mesmo, seu caminho inevitavelmente será em direção descendente.” Grande Conflito, pág. 555

“É uma lei do espírito humano que, pelo contemplar, somos transformados. O homem não se elevará acima de suas concepções sobre a verdade, pureza e santidade. Se o espírito nunca é exaltado acima do nível da humanidade, se não é pela fé elevado a contemplar a sabedoria e o amor infinitos, o homem estará constantemente a submergir mais e mais.” Patriarcas e Profetas, pág. 91

Se tivermos por objetivo alcançar nossas próprias normas e não a norma estabelecida por Deus, o máximo que alcançaremos será nossas normas imperfeitas. Qual deve ser nosso propósito em buscar alcançar a norma “estabelecida por Deus?”

Para responder essa pergunta gostaríamos de chamar a atenção dos irmãos para a última frase do texto da lição de sábado: “Todo o reavivamento genuíno leva a uma ênfase renovada na missão e no serviço”.

Nosso propósito ao buscar o reavivamento genuíno e alcançar a norma estabelecida por Deus, não deve ser, como já foi citado, desenvolver um comportamento critico, de auto exaltação ou qualquer outro atributo que desagrade ao nosso Deus.

Nosso objetivo em buscar o reavivamento genuíno deve ser cumprir a missão e o serviço que o Senhor nos confiou. A missão e o serviço resultam em sermos instrumentos usados pelo Senhor para libertar as pessoas que estão sofrendo nas garras de Satanás. É imprescindível que sejamos luz para que elas possam ver e aceitar a proteção dos braços amorosos de Jesus.

Este mundo é horrível! Desastres naturais, violência, fome, doenças, pessoas sofrendo e morrendo. Devemos ter como objetivo viver  e pregar o evangelho, e assim abreviar a volta de Jesus e o fim desse mundo de tanto sofrimento. O apóstolo Pedro em sua segunda carta expressa assim:

“Visto que tudo será assim desfeito, que tipo de pessoas é necessário que vocês sejam? Vivam de maneira santa e piedosa, esperando o dia de Deus e apressando a sua vinda. Naquele dia os céus serão desfeitos pelo fogo, e os elementos se derreterão pelo calor. Todavia, de acordo com a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça.” 2 Pedro 3:11-13

Esta e a nossa missão e deve ser o nosso maior objetivo cumpri-la.

Algumas citações animadoras para o tempo do fim:

“A boa-nova é que Ele terá uma geração final de homens e mulheres comprometidos a quem usará para completar Sua missão na Terra.” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pág. 93.

“O mundo que espera e o Universo que assiste devem ver, de uma vez por todas, que a obra da cruz está terminada na vida do povo de Deus. Em outras palavras, Deus deseja desenvolver um grupo de pessoas, no fim dos tempos, que estejam apaixonadas para conhecê-Lo, absolutamente convencidas de que Seu caminho é o melhor e totalmente dispostas a compartilhar o Seu amor com os outros.” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pág. 45.

“Quando Deus tiver um grupo de pessoas cujo objetivo principal for agradá-Lo, Ele derramará Seu Espírito em abundância. Quando orarmos pelo derramamento do Espírito Santo, nosso objetivo não será ter um derramamento do Espírito Santo, nosso objetivo não será ter um poder sobrenatural. O Espírito Santo dá testemunho de Jesus. Ele glorifica a Jesus em nossa vida (João 15:26; 16:14).” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pag. 66.

“Quando Deus tiver um povo totalmente comprometido com Jesus, submisso à Sua vontade, revelando Seu caráter amoroso ao mundo, Ele derramará Seu Espírito no poder do Pentecostes para terminar sua obra.” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pag. 91.

“Todo o Céu nos contempla. A história das eras está brilhando sobre esta geração final de adventistas. Deus quer fazer na vida de cada um de nós “infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos”. Efésios 3:20. “Cristo confiou à igreja um sagrado encargo. Cada membro deve ser um conduto através do qual Deus possa comunicar ao mundo os tesouros da Sua graça, as insondáveis riquezas de Cristo. Não há nada que o Salvador deseje tanto como agentes que representem ao mundo Seu Espírito e Seu caráter. Nada existe que o mundo necessite mais do que a manifestação do amor do Salvador através da humanidade. Todo o Céu está a espera de homens e mulheres cujo intermédio Deus possa revelar o poder do cristianismo. (Atos dos Apóstolos, p. 600)”.” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pag. 83.

O que o Senhor está esperando?

“Quando já o fruto se mostra, mete-lhe logo a foice, porque está chegada a ceifa.” Mar. 4:29. Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus.” Parábolas De Jesus pág. 69

Como a missão que o Senhor nos confiou será cumprida?

“Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro a fim de proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas seguirão aos crentes. […]  A mensagem há de ser levada não tanto por argumentos como pela convicção profunda do Espírito de Deus.” Grande Conflito pág., 612; Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pag. 83.

Deus seja Louvado!

Nossa Maior Necessidade – Ellen G. White

Sou Teu Senhor

“Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve.” Sal. 51:7.

Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo, deve ser a nossa primeira ocupação. Importa haver diligente esforço para obter a bênção do Senhor, não porque Deus não esteja disposto a outorgá-la, mas porque nos encontramos carecidos de preparo para recebê-la. Nosso Pai celeste está mais disposto a dar Seu Espírito Santo àqueles que Lho peçam, do que pais terrenos o estão a dar boas dádivas a seus filhos. Compete-nos, porém, mediante confissão, humilhação, arrependimento e fervorosa oração, cumprir as condições estipuladas por Deus em Sua promessa para conceder-nos Sua bênção.

Só podemos esperar um reavivamento em resposta à oração. Enquanto o povo se acha tão destituído do Espírito Santo de Deus, não pode apreciar a pregação da Palavra; mas quando o poder do Espírito lhes tocar o coração, então os sermões não ficarão sem efeito. Guiados pelos ensinos da Palavra de Deus, com a manifestação de Seu Espírito, no exercício de sã discrição, os que assistem a nossas reuniões adquirirão preciosa experiência e, voltando ao lar, acham-se preparados para exercer saudável influência.

Os antigos porta-bandeiras sabiam o que significava lutar com Deus em oração, e fruir o derramamento de Seu Espírito. Estes, porém, estão se retirando do cenário; e quem está surgindo para preencher-lhes o lugar? Como é com a geração que surge? Estão eles convertidos a Deus? Estamos nós alerta quanto à obra que se está desenvolvendo no santuário celeste, ou estamos à espera de algum poder impelente que venha sobre a igreja antes de despertarmos? Temos esperança de ver toda a igreja reavivada? Tal tempo nunca há de vir.

Há na igreja pessoas não convertidas, e que não se unirão em fervorosa, eficaz oração. Precisamos entrar na obra individualmente. Precisamos orar mais, e falar menos. Review and Herald, 22 de março de 1887.

(Texto extraído da Meditação Matinal:  E Recebereis Poder, Ellen G. White – 1/10/1999, pág, 283)

O REAVIVAMENTO PROMETIDO – A ORAÇÃO

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.” Atos 2:42. Aqui temos uma pequena descrição da condição em que se encontravam os cristãos primitivos. Das práticas citadas nesse verso, focaremos, hoje, a oração! Em Atos 4:31 lemos: “E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus”.

A oração fazia parte do dia a dia desses crentes em Cristo. Estar constantemente em oração foi um fator essencial para que aqueles cristãos recebessem o Espírito Santo. “As maiores vitórias obtidas em favor da causa de Deus, não são o resultado de elaborados argumentos, amplos recursos, vasta influência, ou abundância de meios; elas são alcançadas na câmara de audiência com Deus, quando, com sincera e angustiosa fé, os homens se apegam ao forte braço do poder.” (Obreiros Evangélicos, p. 259). Como podemos desejar ser transformados por Deus, reavivados e ungidos por Seu Santo Espírito, se não temos entrado na câmara de audiência do Senhor?!

Se desejamos reavivamento, precisamos orar. “[…] a oração inicia o reavivamento. A oração sustenta o reavivamento. A oração nutre o reavivamento e o acompanha.” (O Reavivamento Prometido, p. 10).

Através da oração, damos abertura a Deus para agir em nossa vida. Enquanto oramos, vislumbramos nossos pecados e os confessamos, somos movidos pelo Espírito Santo a abandonar esses pecados. É vivendo em oração que nosso caráter pode ser aperfeiçoado. A oração produz intimidade com Jesus, aquele a quem devemos servir e imitar. E quando oramos, nossas mentes são abertas à guia do Espírito de Deus!

Quanto tempo você tem gasto em oração? É muito fácil que a correria da semana, os inúmeros afazeres e compromissos roubem nosso tempo e nos atrapalhem a conversar calmamente com o Senhor, não apenas falando, mas também o ouvindo. É bem verdade que muitas de nossas orações são decoradas, e se as anotássemos ao longo de poucos dias, veríamos que o conteúdo é o mesmo. Também é verdade que muitas vezes terminamos nossa oração e de forma ligeira levamos nossa mente a outros assuntos, sequer aguardando que o Senhor nos responda. É como se sentássemos para conversar com um amigo, e quando terminássemos nossa fala, levantássemos e fôssemos embora, sem ouvirmos sua voz. Precisamos mudar nossos hábitos de oração!

Que tal começarmos tirando um tempo especial, todos os dias, para ficarmos a sós com Deus?

“Jesus mesmo, enquanto andava entre os homens, muitas vezes Se entregava à oração. Nosso Salvador identificou-Se com nossas necessidades e fraquezas, tornando-Se um suplicante, um solicitador junto de Seu Pai, para buscar dEle novos suprimentos de força, a fim de que pudesse sair revigorado para os deveres e provações. Ele é nosso exemplo em todas as coisas. É um irmão em nossas fraquezas, pois “como nós, em tudo foi tentado” (Heb. 4:15); mas, sem pecado como era, Sua natureza recuava do mal; suportou lutas e agonias de alma num mundo de pecado. Sua humanidade tornou-Lhe a oração uma necessidade, e privilégio. Encontrava conforto e alegria na comunhão com o Pai. E se o Salvador dos homens, o Filho de Deus, sentia a necessidade de orar, quanto mais devemos nós, débeis e pecaminosos mortais que somos, sentir a necessidade de fervente e constante oração!” Caminho a Cristo, p. 93 e 94.

O desejo do reavivamento deve ser acompanhado de oração. Não essa oração decorada e vazia que nos acostumamos a fazer e que sequer permite que nosso coração se abra de fato ao SENHOR do universo, mas uma oração que seja como “o abrir do coração a Deus como a um amigo” (Caminho a Cristo, p. 93). Nessa oração deve haver exaltação a Deus, confissão de pecados, agradecimento por bençãos e súplica pelo Espírito Santo!

É impossível a alma prosperar enquanto é negligenciada a oração.” Caminho a Cristo, p. 98.

(Texto extraído do blog: http://mulheradventista.com/o-reavivamento-prometido-a-oracao)

Não espere o reavivamento da igreja para clamar o reavivamento individual. O processo ocorre ao contrário. Infelizmente muitos não aceitarão e serão sacudidos para fora. O reavivamento deve ser buscado através da oração individual e também com a igreja. Uma das maneiras é buscá-lo é através da participação de um pequeno grupo.  Tomamos a liberdade de colocar à disposição dos irmãos uma publicação intitulada COMO REAVIVAR A IGREJA DO SÉCULO 21, da CPB. Nesta obra, Russell Burrill define, esclarece e demonstra como ser reavivados através dos pequenos grupos. Aproveite esta oportunidade e busque o que realmente deve ser prioridade em nossa vida. CLIQUE AQUI para baixar.

Lição da escola sabatina: Reavivamento e Reforma

Lição reavivamento e reformaDesastres naturais, aumento das doenças, violência, fome e outras coisas mais são cumprimento de profecias indicando que o fim está próximo. Vivemos os últimos dias deste mundo de dor e sofrimento e sendo assim será de grande valia estudarmos o tema Reavivamento e Reforma que iniciaremos esta semana.

Povo de Deus, peçamos ao Senhor Espírito Santo que nos encha de sabedoria para podermos ter plena compreensão da mensagem de Deus para nós nestes estudos que faremos. Que o Senhor nos ajude para que a mensagem desta lição possa ser compreendida e aceita e vivida. Atendamos ao convite:

 “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades.” Mensagens Escolhidas vol. 1 pág. 121

Neste terceiro trimestre de 2013 estaremos estudando a lição intitulada Reavivamento e Reforma de autoria do Pr. Mark Finley.  Na introdução da lição encontramos quatro importantíssimas perguntas que seguem:

  1. Será que Deus está esperando algum momento mágico para derramar o Espírito Santo sobre a igreja?
  2. O que significa uma vida cheia do Espírito?
  3. Há algo que possamos fazer para cooperar com Deus, a fim de receber o Espírito Santo?
  4. Onde começam o reavivamento e a reforma?

Desafiamos nossos queridos irmãos a responderem estas perguntas no decorrer dos 13 estudos que seguirão até o final de setembro. Com certeza será um grande aprendizado, mais ainda, um preparo para o encontro com Jesus em breve.

Ao final do trimestre apresentaremos os textos desta lição onde encontramos as respostas a estas questões. Estas respostas são extremamente importantes para nossa salvação e que, portanto, não deverão ficar sem respostas.

Apresentaremos também outros textos do Espírito de profecia que não estão nessa lição e que tratam do tema reavivamento e reforma como forma de esclarecimento e complemento para nosso estudo. A lição Reavivamento e Reforma (3° trim. 2013) está maravilhosa. Além das respostas que postaremos ao final do trimestre, a cada semana estaremos apresentando um pequeno comentário sobre a lição da semana.

Reavivamento e reforma  são assuntos de extrema importância para este momento da igreja e nada acontece por acaso: “Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu.” Eclesiastes 3:1. Portanto, atendamos ao momento desta graça divina acontecer em nossa vida. Deus está nos fazendo um convite para ressuscitarmos espiritualmente em Cristo.

Assim, cheios de poder do Senhor Espírito Santo atuando em nós ricamente, que a nossa conversão seja genuína e que pelo poder do Senhor, esta mensagem seja realmente praticada na nossa vida. Somente assim, compreendendo, aceitando e praticando o verdadeiro reavivamento espiritual, pelo poder de Deus, alcançaremos a libertação deste mundo.

Que o Senhor nos ajude e nos ilumine! MARANATA!

Reavivamento: nossa grande necessidade

Lápide morto espiritualmente

Somos uma igreja composta por membros que ainda estão “mortos em ofensas e pecados” (Ver Efé. 2:4-7, Col. 2:13). Para mudarmos esta situação, sem dúvida alguma, o reavivamento é nossa grande e urgente necessidade.

Definindo reavivamento temos:

“Reavivamento significa renovação da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual.” Mensagens Escolhidas vol. 1 pág. 128.

A lição da escola sabatina deste trimestre destaca o texto a seguir que descreve as características que a igreja de Deus possui:

“No momento em que a água chegava em Laodicéia, estava morna. Jesus usou esse simbolismo para representar a condição de Sua igreja nos últimos dias, descrita como autoconfiante, complacente, apática e indiferente espiritualmente. Uma igreja que perdeu sua paixão e que precisa de um reavivamento espiritual.” Lição da E. S., 3° trim. 2013, Reavivamento e Reforma, pág. 3

Lamentavelmente a igreja de Deus, ignorando sua real condição e sua necessidade de mudança, insiste em ser “[…] autoconfiante, complacente, apática e indiferente espiritualmente.”

A igreja de Deus está dormindo ou negando os princípios divinos neste tempo de grande perigo. Pior ainda é que nela existem os que reagem de forma negativa contra aqueles que tentam despertá-la desse sono letal. Misericórdia Senhor!

Precisamos admitir que, insistir em permanecer no pecado ou com algum pecado, é continuar rejeitando o reavivamento que o Senhor deseja nos oferecer. É continuar rejeitando a plenitude do Senhor Espírito Santo.

O Senhor pode “hoje” mudar nossa condição

Precisamos acreditar e aceitar que no poder do Senhor, é possível a plena libertação da escravidão do pecado.

“Em Apocalipse 3:14, a palavra grega para “princípio” é archê. Pode significar “princípio” no sentido de que a pessoa a quem ela se refere é o iniciador do evento ou ação. Nesse contexto, archê se refere a Jesus como Aquele que dá início, ou é a causa primeira de toda criação. Em outras palavras, Ele é o criador (João 1:1-3; Ef. 3:8-9). Isso é extremamente significativo. Jesus, que por Sua palavra trouxe os mundos à existência, que criou a terra. Aquele cuja palavra fez com que existisse vida, esse mesmo Jesus falou de esperança para Laodiceia. O Criador todo-poderoso pode criar nova vida. Pode criar novos anseios espirituais em nosso coração. Ele pode transformar nossa vida espiritual.” Lição da E. S., 3° trim. 2013, Reavivamento e Reforma, pág. 4

Destacando: “O Criador todo-poderoso pode criar nova vida. Pode criar novos anseios espirituais em nosso coração. Ele pode transformar nossa vida espiritual.”

O mesmo Deus todo-poderoso que criou os Céus e a Terra pode nos transformar de tal forma que, enquanto estivermos permitindo que Ele realmente reine em nosso coração estaremos vivendo completamente libertados da escravidão do pecado. Deus seja louvado!

Não podemos ficar como cegos diante desta possibilidade

Que o Senhor continue nos iluminando, ilumine também a liderança da igreja, para que vejamos e aceitemos essa grande verdade, a possibilidade de transformação da nossa vida operada pelo Senhor Espírito Santo, de nos libertar da escravidão do pecado agora, antes que seja demasiado tarde.

Deus pode nos curar da cegueira espiritual

“Um dos enganos fatais de Satanás é cegar-nos para a realidade de nossas necessidades espirituais. Alguns dos líderes religiosos do tempo de Jesus eram cegos para a própria pobreza espiritual. Eles eram membros da “igreja” que, enquanto esperavam a vinda do Messias, liam a bíblia, guardavam o sábado e devolviam o dízimo. No entanto, muitos estavam em trevas quanto ao tipo de reino espiritual que o Messias anunciaria. Jesus os chamou de “guias cegos” (Mat. 23:24). Paulo escreveu à igreja de Corinto sobre os incrédulos “nos quais o deus desse século cegou o entendimento” (2 Cor. 4:4). Se permitirmos, Ele vai restaurar nossa visão espiritual perdida. Por isso, Jesus disse que veio para proclamar a “restauração da vista aos cegos” (Lc 4:18). Se permitirmos, Ele vai restaurar nossa visão espiritual perdida. No Novo Testamento, toda vez que Jesus abria os olhos dos cegos, estava revelando Seu desejo de abrir os olhos da nossa mente, a fim de nos habilitar a vê-Lo claramente.” Lição da E. S., 3° trim. 2013, Reavivamento e Reforma, pág. 6

Clamemos assim: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece as minhas inquietações. Vê se em minha conduta algo que te ofende, e dirige-me pelo caminho eterno.”  Salmos 139:23-24

Uma repreensão amorosa

“Nosso Senhor ama tanto Seu povo que não quer permitir a perdição dele. Deus fará o que for preciso para reacender a chama espiritual no coração desse povo. Sua forte repreensão é motivada por um amor ainda mais forte. O castigo revela Seu desejo de nos curar. O profeta Oséias ecoa esse sentimento com esse chamado ao arrependimento. “Vinde, e tornemos para o Senhor, porque Ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará” (Os. 6:1). Lição da E. S., 3° trim. 2013, Reavivamento e Reforma, pág. 5

“As vestiduras brancas são a justiça de Cristo, que pode ser introduzida no caráter. Pureza de coração e de motivo caracterizarão os que estão lavando suas vestiduras e tornando-as brancas no sangue do cordeiro” (Ellen G. White, The Advent Review e Sabbath Herald [A Revista do Advento e Arauto do Sábado], 24 de julho de 1888). Lição da E. S. 3° trim. 2013, Reavivamento e Reforma, pág. 9

Que os nossos professores atendam realmente o apelo da lição na pág. 10:

“Enfatize que a mensagem a Laodiceia, em Apocalipse 3, é o apelo de Deus para irmãos além da experiência cristã casual (que nos custa pouco), para uma vida de total comprometimento com Jesus. Esse apelo não é apenas para abandonarmos atitudes e hábitos que nos separam de Jesus, mas para conhecermos e amarmos a Cristo de modo tão profundo que jamais pensaríamos em desagradar Aquele que tanto nos ama.” Lição da E. S., 3° trim. 2013, Reavivamento e Reforma, pág. 10, (Texto adicional na lição de professores).

“Um poderoso reavivamento ocorrerá em Seu povo. Cristo santificará e purificará Sua igreja a fim de que ela seja apresentada diante dEle “sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante” e para apresentá-la como “igreja gloriosa” diante do trono de Deus.” Lição da E. S., 3° trim. 2013, Reavivamento e Reforma, pág. 12, (Texto adicional na lição de professores).

Para melhor compreensão dos assuntos abordados, aconselhamos que os irmãos leiam os artigos a seguir. Estes artigos estão intimamente ligados ao estudo da lição desta semana.

Deus seja para sempre louvado!