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Vida Santa em Tempos Difíceis

A Lição da Escola Sabatina deste trimestre vem como estudo as cartas de Pedro. Estas cartas são conhecidas como um chamado divino à santidade.

Foram escritas aos cristão perseguidos. Em relação ao meio em que viviam, Pedro aconselha os seguidores de Cristo a serem cuidadosos no comportamento. Adverte-os contra as concupiscências da carne. Grande parte dos conselhos que Pedro deu à igreja do primeiro século, aplica-se aos membros da igreja hoje.

No segundo trimestre de 1973, os membros da Igreja Adventista estudavam a 1ª Epístola de Pedro com o título “Vida Santa em Tempos Difíceis”. Um título oportuno e sugestivo para a época e mais ainda agora, 44 anos depois, para os dias finais que vivemos, próximo à volta de Jesus. Até a capa é interessante como mostra a figura ao lado: um homem olhando para o alto, uma vez que poder para vitória só em Jesus, e pessoas em oração ao fundo. Compreende-se assim que o momento é para estarmos buscando a preparação segundo à norma pedida por Deus para nos tornamos filhos obedientes, guiados pelo Senhor Espírito Santo e desta maneira respondamos ao conselho de Pedro: “Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz.” 2 Pedro 3:14

Se você se interessou por esta lição de 1973, Vida Santa em Tempos Difíceis, e  quiser baixá-la para estudos, CLIQUE AQUI.

 

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Salário Do Pecado

CemitérioPrecisamos aceitar a verdade de que somos pecadores vivendo como escravos do pecado e de que necessitamos da graça de Deus para nos livrar dessa miserável condição.

“Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.” 1° João 1:8

O verso acima nos ensina que, se não reconhecemos nossa condição de pecadores, estamos enganando a nós mesmos e a verdade não está em nós.

“Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” 1 João 1:9

Este outro verso nos ensina como nossa vida de escravos do pecado pode ser mudada. Se confessarmos nossos pecados, Deus é “fiel e justo para nos perdoar os pecados” e ainda mais, Ele também irá nos “purificar de toda injustiça.” O Senhor nos oferece mais que o perdão, Ele nos oferece também a purificação mediante o sangue de Jesus. Louvado seja o Senhor!

“Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” 1° João 1:10

Infelizmente, algumas pessoas têm usado 1ª João 1:8 e 1ª João 1:10 como argumento para justificarem o fato de não acreditarem na possibilidade do homem no poder de Deus passar a viver livre do pecado. Estes versos não estão afirmando ser impossível a libertação do homem do pecado. A mensagem nestes versos é simplesmente a necessidade da conscientização da nossa realidade de escravos do pecado para que, então, cientes da nossa miserável condição, possamos buscar em Jesus o perdão e a purificação.

Nosso principal objetivo

“Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.” 1° João 2:1

Não podemos de forma alguma nos acomodar na condição de escravos do pecado. A mensagem é muito clara.  “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis.” Entre “estas coisas” que o apóstolo João escreveu para que não pequemos estão os versos 8 e 10 de 1°João.  Sendo assim, estes versos não podem ser utilizados para argumentar contra a possibilidade do homem viver livre do pecado. Não podemos continuar arrumando desculpas para o pecado.  Nosso objetivo diante de tudo que o Senhor disponibiliza para nos libertar deve ser sempre, não pecar.

Em nossa caminhada rumo à libertação do pecado, nosso maravilhoso Deus providenciou meios para que quando pecamos, possamos em Jesus obtermos o perdão. Mas novamente lembramos que não podemos nos acomodar no pecado devido o fato de termos a Jesus como nosso advogado. Jesus não atua como advogado para aqueles que estão acomodados ao pecado. Jesus intercede somente por aqueles que estão na caminhada rumo à plena libertação do pecado. Ao pecarem confessam a Deus sentindo o verdadeiro arrependimento e continuam com o propósito de serem totalmente libertados do pecado. “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.” 1° João 2:1  Nosso principal objetivo deve ser sempre não pecar. Viver sem pecar.

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Rom. 6:23

Algumas pessoas ainda têm afirmado que o que não podemos é pecar de “forma habitual,”  não podemos ser “pecadeiros.”  Se esse tipo de afirmação for  realmente verdadeira nós precisamos então reescrever Romanos 6:23.  “Porque o salário do pecado [Habitual] é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

Uma questão muito importante a ser considerada: Será que podemos nos contentar em ter como objetivo eliminar em nossa vida apenas o pecado habitual?  Será que podemos afirmar que o pecado ocasional não tem também como salário a morte?

A verdade é que pecado tanto habitual como ocasional procede do diabo e ambos conduzem a morte. Portanto devemos ter como objetivo, pelo poder de Deus, eliminar qualquer tipo de pecado em nossa vida. Devemos pensar no pecado como sendo uma doença que resulta em morte. Enquanto tivermos alguma quantidade, mesmo que pequena, desta doença em nós, estaremos condenados à morte. Apenas um pecado contamina todo o ser e torna o homem “instrumento de injustiça”.

Se um pecado é nutrido na alma, ou uma prática errônea conservada na vida, todo o ser é contaminado. O homem torna-se instrumento de injustiça.” DTN, pág.313

Alguém pode dizer: Mas Cristo veio salvar pecadores! Sim, isso realmente é verdade. Mas é bom lembrar que Cristo veio salvar pecadores dos seus pecados: “Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.” Mateus 1:21

“O pecado permanece na vida, se não reina mais nela?” Rom. 6:12-14

“Nossa natureza humana decaída certamente continua tendo propensões para o mal. Mas o “eu” decaído é subjugado diariamente pelo poder de Cristo em nosso íntimo. (Ver Gál. 2:20) Em Rom. 6:12, Paulo está falando sobre o perigo de ceder aos impulsos de nossa natureza humana decaída. Quando fazemos isso, o pecado reina em nosso corpo. Quando Cristo reina na vida, o pecado não poderá fazê-lo.

João enfatizou a mesma verdade. (Ver 1° S. João3:8-9) Ele não ensinou que, embora o pecado habitual seja do diabo, o pecado ocasional é permissível. Todo pecado é do diabo, e se Cristo vive na vida pelo Espírito Santo, o pecado não poderá existir ali. (Lição da Escola Sabatina, 4° trim. 1990, A Carta aos Romanos, pág. 74)

Para que não fique nenhuma dúvida de que, nós não podemos continuar pensando que devemos eliminar de nossa vida apenas o pecado habitual, é bom nos lembrarmos de alguns exemplos da palavra de Deus onde vemos que mesmo os pecados ocasionais  ou mesmo apenas um pecado, pode conduzir o homem à morte:

Adão e Eva, não tiveram que desenvolver o hábito de pecar, apenas um único pecado os tornou condenados a morte.

Uzá, não existe nenhuma indicação na palavra de Deus que nos faça acreditar que ele tinha o hábito de tocar na arca, apenas uma vez foi o suficiente para que ele morresse por ter desobedecido ao Senhor. 2° Samuel 6:1-7

Moisés, quarenta anos de obediência no deserto e apenas um pecado o impediu de entrar na terra prometida. Esse único pecado teria impedido sua salvação se ele não tivesse se arrependido e buscado no Senhor o perdão.

“Não houvesse a vida de Moisés sido maculada por aquele único pecado, deixando de dar a Deus a glória de tirar água da rocha, em Gades, e teria entrado na Terra Prometida.” Patriarcas e Profetas, pág. 348.

“Olhando retrospectivamente para suas experiências como chefe do povo de Deus, uma ação errada mareava a relação das mesmas. Se se pudesse apagar aquela transgressão, sentia não se arrecearia da morte. Assegurou- se- lhe que o arrependimento, e a fé no sacrifício prometido, eram tudo que Deus exigia, e de novo Moisés confessou seu pecado, e implorou perdão em nome de Jesus.” Patriarcas e Profetas, pág. 345.

Precisamos parar de arrumar desculpas para o pecado. Precisamos também, urgentemente, entender e aceitar que Cristo veio nos salvar do pecado e ter como objetivo uma vida totalmente livre do pecado pelo poder de Deus.

Ser redimido significa parar de pecar.

Queremos comparar o próximo texto do Espírito de profecia com alguns textos bíblicos que já citamos aqui para que nós possamos entender o que realmente significa ser salvo.

“Quanto mais humilde for a nossa visão a cerca de nós mesmos, mais claramente veremos o caráter imaculado de Jesus. […] Não enxergar o contraste marcante entre Cristo e nós é não conhecer a nós mesmos. Aquele que não aborrece a si mesmo não pode entender o significado da redenção. Ser redimido significa parar de pecar.”- RH, 25/09/1900 (Ellen White e a Humanidade de Cristo, pág. 193)

A primeira parte do texto do Espírito de profecia tem o mesmo objetivo  de 1° João 1:8 e  1° João 1:10, ao nos conscientizar de nossa condição de pecadores para que possamos buscar em Jesus a salvação.

“Quanto mais humilde for a nossa visão a cerca de nós mesmos, mais claramente veremos o caráter imaculado de Jesus. […] Não enxergar o contraste marcante entre Cristo e nós é não conhecer a nós mesmos. Aquele que não aborrece a si mesmo não pode entender o significado da redenção. […]”

“Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.” 1° João 1:8

“Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” 1° João 1:10

Como ser salvo e o que significa ser salvo

 “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” 1 João 1:9

Sendo que o salário do pecado habitual ou ocasional é a morte (Rom. 6:23) e que todos os homens estão condenados porque todos são pecadores (1°João 1:8 e 1:10), em 1° João 1:9 descobrimos como alcançamos a salvação. O Senhor nos concede perdão e purificação, ou seja, nos livra das conseqüências do pecado e do próprio pecado.

Por tudo que já vimos fica agora mais fácil de entender o que realmente significa ser salvo ou redimido: “Ser redimido significa parar de pecar.”-

Deus seja para sempre louvado pelo que já fez e pelo que deseja fazer em nossa vida!!!

ÚLTIMA GERAÇÃO

filhos de DeusÚltima geração de salvos será composta por servos de Deus totalmente libertados da escravidão do pecado. Antes que seja fechada a porta da graça esses servos de Deus selados e na plenitude do Espírito, pela graça de Deus estarão vivendo sem pecar. Mesmo estando vivendo no tempo de angústia enfrentando grandes provações essa última geração de salvos provará ser possível sim, fortalecido pela graça de Deus, viver sem pecar, fortalecidos pelo Senhor Espírito Santo estarão prestando plena obediência a lei de Deus.

No livro A Vitória da Igreja na Crise Final, publicado pela Casa Publicadora Brasileira encontramos informações importantes sobre a última geração. Neste livro o Pr. Fernando Chaij afirma que no final “toda a hoste dos remidos” estarão vivendo sem pecar. “Desta maneira estarão reivindicando a Deus, Seu amor, Sua lei, Seu caráter e sabedoria.” 

Textos do livro A Vitória da Igreja na Crise Final

“Temos que recordar, não obstante, que da igreja estiver vivendo quando terminar o tempo de graça, Deus espera um nível particularmente alto de semelhança com Cristo, sendo que a última igreja deverá estar excepcionalmente isenta de mancha, e o estará em realidade. Uma experiência de provas e perseguições, junto com uma obra especial do Espírito Santo, permitirá que esta excelência seja possível. Os santos, desta maneira, estarão preparados para receber o selo de Deus. “Os que hão de receber o selo do Deus vivo, e ser protegidos, no tempo de angústia, devem refletir completamente a imagem de Jesus.” Primeiros Escritos, p. 70. “Nenhum de nós jamais receberá o selo de Deus, enquanto o caráter tiver uma nódoa ou mácula sequer.” Test. Seletos, vol. 2, p. 69. Esta condição particular, adquirida por muitos filhos de Deus através da História, será a característica prevalecente de toda a igreja – a parte que há de receber o selo de Deus e ser salva – no momento em que expirar o tempo de graça.  Nossa cooperação voluntária com o poder do Céu permite que o Senhor opere milagres, e esse ideal se torna perfeitamente possível. Deus o predisse e fez ampla provisão para que esta experiência seja uma realidade, tanto individual como coletivamente.” Pr. Fernando Chaij, “A Vitória da Igreja na Crise Final”, pág. 20-21

“Deus porém, tem outro grande propósito ao nos deixar passar pela última hora de angústia.  Satanás, o grande rebelde, tem acusado a Deus de ser arbitrário, e  de requerer de Suas criaturas o cumprimento de uma lei injusta e impossível de se cumprir. Nesse tempo, em virtude de um nível especial de experiência cristã adquirido pelos remidos antes do fim do processo do selamento, eles se tornarão testemunhas vivas em favor de Deus, perante todo o Universo, quanto à possibilidade de uma vida sem pecado, uma vida de perfeita obediência. Neste aspecto não serão somente alguns casos isolados de seres humanos aqui e ali os que poderão mostrar a falsidade da acusação satânica, mas toda a hoste dos remidos que, mediante uma completa entrega a Deus e ao poder do Espírito Santo, viverão uma vida sem pecado, testificando da justiça que caracteriza a Deus e Sua lei perfeita.”  Pr. Fernando Chaij, “A Vitória da Igreja na Crise Final”, pág. 53

“Durante o tempo de angústia, o Universo inteiro observará os nefastos resultados do governo que Satanás têm exercido no mundo, e a completa falsidade de sua acusação de que a lei de Deus é injusta, e impossível de ser obedecida. Nas mais difíceis circunstâncias, quando estiverem rodeados de lutas, perseguição e ameaça de morte, todos os remidos estarão cumprindo a lei de Deus de modo perfeito, mediante a graça de Cristo, sem um Mediador, e mantendo imaculado seu caráter. Desta maneira estarão reivindicando a Deus, Seu amor, Sua lei, Seu caráter e sabedoria.”  Pr. Fernando Chaij, “A Vitória da Igreja na Crise Final”, pág. 57

“Os 144.000 têm o nome de seu Pai escrito em suas testas. Estes não foram contaminados com falcas doutrinas. Seguem o Cordeiro onde quer que vá. São os remidos, as primícias para Deus e o Cordeiro. Em sua boca não se achou engano. Estão sem falta diante do trono de Deus. (Apoc. 14:1-5). Entes cantam um cântico, cântico maravilhoso de vitória e felicidade. Serão uma inegável demonstração diante do Universo, de que lhes foi possível permanecer sem pecado durante o tempo de angústia. E esta é uma prova de que haveria sido absolutamente possível que Adão e Eva obedecessem perfeitamente á lei de Deus, o que revela que a acusação de Satanás, segundo a lei de Deus era injusta e impossível de ser guardada por parte do homem, era uma total falsidade. Para os triunfantes da hora final foi mais difícil alcançar este alvo de obediência perfeita, porque eles possuíam uma mente e corpo humanos que haviam sofrido os efeitos de seis mil anos de pecado e degradação. Mas, pela fé, e por uma total dependência do poder de Deus, cumpriam o pacto com Cristo, e agora vão receber sua eterna recompensa.  Pr. Fernando Chaij, “A Vitória da Igreja na Crise Final”, pág. 100-101        

Quem são os cento e quarenta e quatro mil, e porque este número.Testemunho e Serviço

Em primeiro lugar, sabemos que todos os santos que estiverem vivos ao final do tempo da graça e que passam pelo tempo de angústia, estarão entre eles. ( PE, 15.) Sabemos ainda que todos eles serão filhos de Deus, selados, e que estarão perfeitamente unidos. ( PE, 15.) Pr. Fernando Chaij, “A Vitória da Igreja na Crise Final”, pág. 114

Sinais de identificação dos 144.000. Este é o aspecto importante deste estudo: saber quais são as características que estas pessoas bem-aventuradas necessitam ter, a fim de procurar adquiri-las pela graça de Deus.

  1. Foram remidos dentre os da Terra ( Apoc. 14:3). Foram comprados pelo precioso sangue de Jesus Cristo, e ao responder ao grande preço pago por Ele, foram separados do mundo como filhos de Deus numa hora muito especial da história humana.
  2. São selados (Apoc. 7:4). Em outras palavras, obtiveram a vitória sobre o pecado e as manchas do caráter, de modo que os anjos puderam pôr sobre eles o selo do Deus vivo. O selo representa uma lei perfeita que foi escrita nas tábuas de carne do coração. Representa o caráter perfeito de Deus que lhe foi concedido pela fé. Foram também estabelecidos numa experiência sã e permanente com Deus, de modo que podem passar pelo tempo de angústia sem mediador, e podem fazê-lo só pela graça sustentadora de Cristo e Seu poder.
  3. O nome do Pai está escrito em suas frontes (Apoc. 14:1). “’Deus, Nova Jerusalém’, e tinham uma estrela gloriosa que continha o novo nome de Jesus”. Primeiros Escritos, pág. 15

O nome do Pai é o nome geral, o que chamaríamos sobre nome, ou nome de família, que lhes foi dado porque foram adotados como filhos de Deus. Mas junto com este nome recebem também um nome novo, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe (Apoc. 2:17). Este é um nome individual, o primeiro nome. Ninguém conhece este primeiro nome, porque é dado de acordo com uma experiência particular que lhes permitiu desenvolver qualidades definidas que o indivíduo necessitava para aperfeiçoar o caráter e ser semelhante a Cristo. 

  1. Eles não se contaminaram com mulheres, porque são virgens (Apoc. 14:4). Não se comprometeram com falsas doutrinas de igrejas espúrias, ou com atividades proibidas pela bíblia e que são equiparadas à idolatria. Guardaram uma relação de fidelidade como que conjugal com o celestial esposo, e mantiveram-se livres de falsas crenças e práticas.
  2. Em sua boca não se achou engano (Apoc. 14:5). São verazes em todo sentido, porque “Jeová aborrece a língua mentirosa”. Prov. 6:16,17. E também porque “Deus é um Deus de verdade”(Deut. 32:4), sendo também Ele mesmo a personificação da verdade na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo. (S. João 14:6)

Quão necessário é que desenvolvamos esta qualidade moral agora mesmo em nossas transações e em nosso falar, visto que ao fazê-lo estaremos adquirindo uma das qualidades básicas da vida cristã, necessária para a transladação.

  1. São sem mancha (Apoc. 14:5). Estas são grandes palavras. Normalmente falamos acerca de uma perfeição relativa, e um processo de crescimento e maturidade espiritual. Mas a passagem aqui se refere a um estado de impecabilidade, a uma vida sem mácula. E isto não é um mero desejo, mas um fato consumado. O revelador viu que os que os 144.000 eram imaculados. E se, se tratava de um fato observado pelo apóstolo, significa que Deus nos pode prover condições para alcançá-lo também.

Nenhum poder ou esforço humano pessoal basta para consegui-lo. Mas quando este vaso terreno que é nossa vida é posto incondicionalmente nas mãos capazes do divino Artífice, Ele assume a hábil e difícil tarefa de produzir um vaso perfeito, o que requererá nada menos que um grande milagre do Espírito Santo.

A geração que vive por ocasião da segunda vinda de Jesus terá alcançado esta condição em sua experiência. Estarão selados. Serão mantidos sem pecado pelo poder operador e protetor do Espírito de Deus. E demonstrarão diante de todo o Universo que o ideal de Deus estabelecido no princípio – obediência  perfeita a uma lei perfeita – era uma possibilidade total. Pr. Fernando Chaij, “A Vitória da Igreja na Crise Final” pág. 116 – 118

Deus seja louvado por ter concedido ao Pr. Fernando Chaij sabedoria e coragem para nos trazer informações tão importantes para nossa salvação.

Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento

Arrependimento e Confissão

“Uma expressão de Hebreu 12:17 resume muito bem a questão. Falando de Esaú, a passagem diz que, “querendo herdar a benção” ele se entristeceu. Como Faraó, Balaão e Judas, o coração de Esaú não foi quebrantado por causa da dor que seu pecado havia trazido à sua família ou ao coração de Deus. Sua preocupação era com o direito de primogenitura que havia perdido. Ele ficou triste porque não tinha recebido o que acreditava ser seu por direito. Seus motivos não eram puros. Sua tristeza foi por sim mesmo. O falso arrependimento focaliza as consequências do pecado e não o próprio pecado.

A lei da semeadura e colheita é divina. É verdade que o pecado traz consequências terríveis, mas o arrependimento não se concentra nos resultados negativos do pecado. Em vez disso, a preocupação está na desonra e tristeza causadas a Deus.

O verdadeiro arrependimento se caracteriza por, pelo menos, três coisas: Primeira, tristeza porque o pecado fere o coração de Deus. Ficamos tristes porque ferimos Aquele que tanto nos ama. Segunda, honesta confissão do pecado cometido. O verdadeiro arrependimento não está associado a desculpas para nosso comportamento. Não culpamos outra pessoa. Assumimos a responsabilidade pelas nossas ações. Terceira, o verdadeiro arrependimento inclui a decisão de se afastar do pecado. Não pode haver arrependimento genuíno a menos que haja uma reforma correspondente na vida. O falso arrependimento, por outro lado, focaliza a própria pessoa. A preocupação está nas consequências do pecado. É um estado emocional de tristeza porque o pecado traz consequências negativas. Inventamos desculpas e colocamos a culpa em outra pessoa. Não ficamos preocupados com a mudança de comportamento, a menos que a mudança traga recompensas.” Lição E. S. 3° Trim. 2013, pág. 42 – Lição de Aluno, pág. 72 – Lição de Professor

É fato que nosso pecado, seja em grau ou quantidade, causa tristeza em Deus e também separação. Cristo sentiu tudo isto ao assumir nossos pecados no processo de crucificação. Devemos ter consciência disto. Se quisermos glorificar o nome de Deus precisamos viver a vida de Cristo em nosso coração, uma vida de obediência e poder. 

Infelizmente algumas pessoas acreditam que o homem não pode ser um pecador habitual, mas que aqueles “pecadinhos” ocasionais são inevitáveis. Deste modo, para eles, é impossível que o homem atinja uma condição de vida antes da glorificação onde mesmo esses “pecadinhos” ocasionais passem a não mais existir. De uma forma mais clara para elas é impossível que o homem de alguma forma passe a viver sem pecar.

Sempre lembrando que quando falamos de viver sem pecar antes da glorificação não estamos falando de vida sem a possibilidade de pecar, estamos falando simplesmente de vidas que enquanto estiverem na plenitude do nosso Senhor Espírito Santo estarão livres da escravidão do pecado, estarão vivendo sem a presença do pecado.

O verdadeiro e o falso arrependimento

Segundo a nossa lição da Escola Sabatina o verdadeiro arrependimento atua na vida do homem da seguinte forma: 1- gera no coração do homem a tristeza por estar fazendo algo que desagrada a Deus. 2- De coração quebrantado, este homem sente a necessidade de confessar seus pecados e de também invocar o poder de Deus sobre sua vida para não mais cometer novamente aqueles mesmos pecados. 3- Toma a decisão de se afastar do pecado.

Nossa lição define o falso arrependimento como sendo aquele que focaliza apenas as consequências do pecado e não o próprio pecado. Outro detalhe exposto na lição também, é que quando estamos apenas com esse falso arrependimento “inventamos desculpas” (para o pecado) e colocamos a culpa em outra pessoa.

Agora perguntamos: Não é a crença de que é impossível viver completamente sem o pecado, uma forma de nos acomodarmos na condição em que ainda permanecemos com alguns pecados não vencidos e não abandonados?

Um erro conduz a outro. Enquanto somos condescendentes com algum pecado, não sentiremos a necessidade do verdadeiro arrependimento e, obviamente, viveremos o falso arrependimento achando que estamos justificados ou perdoados diante de Deus. Misericórdia Senhor!

Outra pergunta: Como sentir a necessidade do verdadeiro arrependimento e de ter uma vida completamente santificada enquanto estamos acomodados em uma condição de vida na qual ficamos arrumando desculpas ou justificativas para a existência e permanência de “alguns” pecados?

Não podemos gostar do pecado. Deus não gosta. Temos a tendência de usar nossa natureza como desculpa para a existência e permanência de alguns pecados em nossa vida, mas não podemos esquecer o que o Senhor tem nos ensinado neste trimestre nos estudos das lições. Na terceira lição vimos que existe na palavra de Deus poder para transformar nossa natureza e restaurar em nós a imagem divina:

A Palavra de  Deus é um  vivo, dinâmico e poderoso agente de transformação. O mesmo poder que estava na Palavra escrita de Deus pronunciada por Deus na criação está na Palavra escrita de Deus. Ao aceitar os mandamentos e promessas de Deus pela fé, recebemos o poder do Espírito Santo para fazer  a vontade de Cristo. “ A energia criadora que trouxe à existência os mundos está na Palavra de Deus. Essa Palavra comunica poder e gera vida. Cada ordenança é uma promessa; aceita voluntariamente, recebida na alma, traz consigo a vida do Ser infinito. Transforma a natureza restaurando-a à imagem de Deus.” (Ellen G. White, Educação, p. 126) Lição da E. S. Reavivamento e Reforma, pág. 31

Como vive o homem que teve a natureza transformada pelo Senhor Espírito Santo

“Não há segurança para uma pessoa que tenha religião meramente legal, uma forma de piedade. A vida cristã não é uma modificação ou melhoramento da antiga, mas uma transformação da natureza. Tem lugar a morte do eu e do pecado, e uma vida toda nova. Essa mudança só se pode efetuar mediante a eficaz operação do Espírito Santo.”  O Desejado De Todas As Nações, pág. 172

Mais uma vez lembramos: Não existe desculpa para o pecado!

“A influência do tentador não deve ser considerada desculpa para qualquer má ação. Satanás rejubila quando ouve os professos seguidores de Cristo apresentarem desculpas quanto à sua deformidade de caráter. São essas escusas que levam ao pecado. Não há desculpas para pecar. Uma santa disposição, uma vida cristã, são acessíveis a todo filho de Deus, arrependido e crente.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 311.

“Cristo nos imputa Seu caráter imaculado, e nos apresenta ao Pai em Sua própria pureza. Há muitos que julgam ser impossível escapar do poder do pecado, mas a promessa é que podemos ser cheios da plenitude de Deus. Nós ambicionamos muito pouco. O alvo é muito mais elevado.” Review and Herald, 12 de julho de 1892. Cristo Nossa Justiça, pág. 109

Os textos inspirados acima nos alertam que não devemos ficar arrumando desculpas para o pecado porque não existe algo que justifique a sua existência e permanência em nossa vida. O que realmente devemos fazer é orar ao Senhor pedindo que Ele nos conceda o verdadeiro arrependimento para que tenhamos o desejo de uma vida completamente santificada e poder para viver a norma estabelecida por Deus. Assim cumpriremos nossa missão de glorificar o Seu nome e abreviar o fim desse mundo de tanto sofrimento.

Confissão

O “verdadeiro arrependimento” gera no homem o desejo de afastar-se do pecado. Ao buscar no Senhor o “verdadeiro arrependimento”, irá alcançá-lo, confessará seus pecados a Deus. Esta confissão não será uma confissão vaga. Deverá ser confessado tudo que tem feito de errado que desagrade ao Senhor. Com certeza, encontrará não apenas perdão, mas também libertação dos seus pecados.

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” 1 João 1:9

Este verso é lindo! Ressaltamos a parte final que menciona a purificação resultando na obra completa que Deus quer realizar além de perdoar: “…e nos purificar de toda a injustiça.”. Dificilmente ouvimos este final e, quando ouvimos, soam como palavras soltas ao vento, sem fé, ditas por dizer. Misericórdia!

Nossa confissão deve ser como orienta nossa lição. Deve ser específica e com um objetivo definido: a libertação dos pecados confessados conforme menciona também o verso de 1 João 1:9.

Outro dia ouvi um irmão mencionar a seguinte frase em sua oração: “Senhor, somos miseráveis pecadores…”

É verdade que temos que ter este reconhecimento da nossa condição de miseráveis pecadores. Mas diante de tudo que nosso Deus disponibiliza para mudar nossa vida devemos ter muita vergonha de ainda permanecermos nessa condição, não acha?

Quando dizemos, “somos miseráveis pecadores” também devemos dizer: “Senhor aumente nossa fé para que possamos ver e aceitar o Teu poder para mudar nossa vida, de miseráveis pecadores para fiéis e obedientes servos do nosso Senhor e assim glorificar Seu nome através da nossa vida.”  

“Arrependimento e confissão são dois prerrequisitos necessários para que recebamos o poder do Espírito Santo em abundância.” Lição da E. S. Reavivamento e Reforma,  pág. 68

“É ’a bondade de Deus’ que  nos leva ao arrependimento. É o poder de convencimento do Espírito Santo que nos conscientiza da necessidade de um Salvador que perdoa os pecados. Ao mesmo tempo, devemos lembrar que o Espírito Santo não enche corações  impenitentes. (RO. 2:8; Atos 2:38,39; 3:19). Lição da E. S. Reavivamento e Reforma,  pág. 69

“No cenáculo, os discípulos arrependeram-se e confessaram seus pecados a Deus e uns aos outros. Foram reconciliados com Deus e unidos aos irmãos. Prepararam o coração para receber o derramamento do Espírito Santo no Pentecostes. O pecado impede esse mesmo derramamento em nossa vida, bloqueando o fluxo do Espírito de Deus. Arrependimento e confissão de pecados específicos abrem os canais obstruídos da alma, para que recebamos o mais precioso dom de Deus, o Espírito Santo em sua plenitude.” Lição da E. S. Reavivamento e Reforma,  pág. 75

O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” Provérbios 28:13

A promessa não é para aqueles que permanecem anos e mais anos na condição de “miseráveis pecadores” sem o desejo de uma mudança de vida. A promessa é para aqueles que confessam e pelo poder de Deus DEIXAM  os seus pecados.

“Não é genuíno nenhum arrependimento que não opere a reforma. A justiça de Cristo não é uma capa para encobrir pecados não confessados e não abandonados; é um princípio de vida que transforma o caráter e rege a conduta. Santidade é integridade para com Deus; é a inteira entrega da alma e da vida para habitação dos princípios do Céu.” O Desejado De Todas As Nações, pág. 556

Senhor conceda-nos o verdadeiro arrependimento. Conscientize-nos da necessidade de permitirmos que o Senhor faça Sua obra em nosso coração. Dá-nos a graça de viver para sua glória ao afastar nossa vida do pecado e purificar-nos pelo Teu poder. Faça-nos entender e aceitar que somente assim estaremos preparados para recebermos o Senhor Espírito Santo em abundância. Em nome de Jesus pedimos…

Deus seja para sempre louvado!

Testemunho e serviço: o fruto do reavivamento

Testemunho e Serviço

O comentário de Sábado a tarde da lição diz assim:

“O propósito do reavivamento é encher nosso coração com tanto amor por Jesus que almejemos compartilhar esse amor com todas as pessoas. No genuíno reavivamento, nosso coração é despertado para a bondade, compaixão, perdão e poder de Deus. Ficamos encantados por Seu amor e somos transformados por Sua graça. De tal maneira que não podemos ficar em silêncio.

Em contrapartida, um “reavivamento” que focaliza “apenas a experiência espiritual” erra o alvo. Se o reavivamento desenvolve atitudes críticas com relação às pessoas que não estão à altura do nosso “padrão de santidade”, certamente não é inspirado pelo Céu. Se a ênfase do reavivamento é simplesmente mudar o comportamento exterior, em vez de mudar o coração, algo está errado.

O genuíno reavivamento nunca leva ao egocentrismo ou, especialmente, à autossuficiência ou autoexaltação, mas a uma altruísta preocupação com os outros. Quando nosso coração é renovado pela graça de Deus, desejamos abençoar e servir os que estão em necessidade. Todo o reavivamento genuíno leva a uma ênfase renovada na missão e no serviço.” Lição E. S. 3° Trim. 2013, pág. 24 – Lição de Aluno, pág. 42 – Lição de Professor

Temos na lição dessa semana uma definição clara e precisa do genuíno reavivamento e seu propósito. O verdadeiro reavivamento se manifesta em servos de Deus com o coração repleto de amor. Servos de Deus que de forma natural e espontânea, dão testemunho da alegria e satisfação que estão sentindo por terem Cristo reinando no seu coração. Servos de Deus sem egocentrismo, auto suficiência, auto exaltação, espírito de critica ou de julgamento. Nos verdadeiros servos reinam somente amor e o grande desejo de levar a todos a salvação que eles próprios estão desfrutando em Cristo Jesus. Esse é o reavivamento que devemos buscar e que pala graça de Deus, iremos alcançar.

Firmados na necessidade do reavivamento verdadeiro precisamos ter consciência de que não devemos estabelecer nossas “próprias normas” de vida para o testemunho e serviço. Existe uma norma “estabelecida por Deus”. Esta norma não deve ser baixada ou adaptada aos nossos próprios critérios imperfeitos. É a “norma de Deus” e ponto.

Leiamos em oração os textos a seguir:

“Deve ser nosso objetivo sempre alcançar a norma estabelecida por Deus. Devemos erguer-nos acima da gélida atmosfera em que temos vivido até agora, e com a qual Satanás desejaria circundar nossas almas, e respirar na santificada atmosfera do céu.” Review and Herald, 6 de maio 1890 (Cristo Nossa Justça, pág 105)

“Deus requer perfeição moral em todos. Os que receberam luz e oportunidades devem, como mordomos de Deus, aspirar à perfeição, e nunca, nunca baixar a norma de justiça a fim de acomodar tendências herdadas e cultivadas para o mal. Cristo tomou sobre Si nossa natureza humana e viveu nossa vida, para mostrar-nos que podemos ser semelhantes a Ele participando da natureza divina. Podemos ser santos, como Cristo foi santo na natureza humana. Por que, então, há tantos caracteres desagradáveis no mundo? É porque eles não suspeitam que suas maneiras desagradáveis e sua linguagem rude e descortês constituem o resultado de um coração pecaminoso.” Este Dia com Deus – MM 1980, pág. 30

A causa de fracasso dos reavivamentos modernos

“Nas verdades de Sua Palavra, Deus deu aos homens a revelação de Si mesmo; e a todos os que as aceitam servem de escudo contra os enganos de Satanás. Foi a negligência destas verdades que abriu a porta aos males que tanto se estão generalizando agora no mundo religioso. Tem-se perdido de vista, em grande parte, a natureza e importância da lei de Deus. Uma concepção errônea do caráter, perpetuidade e vigência da lei divina, tem ocasionado erros quanto à conversão e santificação, resultando em baixar, na igreja, a norma da piedade. Aqui deve encontrar-se o segredo da falta do Espírito e poder de Deus nos avivamentos de nosso tempo.” Grande Conflito, pág. 465

A norma determinada por Deus é a mesma norma que Cristo viveu no mundo. Logo, Cristo é nosso exemplo perfeito e como Ele devemos viver. Esta norma nos oferece uma comunhão tal com Deus que nossa vida se torna completamente livre da escravidão do pecado, libertação plena do pecado.

É bom frisar que não estamos falando sobre a vida livre da “possibilidade de pecar” antes da glorificação. Estamos falando de vidas livres do pecado enquanto estiverem realmente com Jesus reinando de forma “plena no coração”. Esta é a condição que deverá ser alcançada antes do fechamento da porta da graça por aqueles que desejam subsistir no tempo de angústia. Leiamos o texto a seguir que comprova esta afirmação:

“Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia.” O Grande Conflito, pág. 623.

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” 1 Tessalonicenses 5:23

Devemos sempre ter como objetivo alcançar a norma estabelecida por Deus

“O Espírito trabalha no coração do homem de acordo com o seu desejo e consentimento, nele implantando natureza nova; mas a classe representada pelas virgens loucas contentou-se com uma obra superficial.” Parábolas de Jesus, pág. 411

“Lembre-se de que nunca alcançará mais elevada norma que a que se propuser. Fixe pois alto seu alvo e passo a passo, embora com esforços dolorosos, abnegação e sacrifício, subi até ao topo a escada do progresso.” Parábolas de Jesus, pág. 331

“É lei, tanto da natureza intelectual como da espiritual, que, pela contemplação, nos transformamos. O espírito gradualmente se adapta aos assuntos com os quais lhe é permitido ocupar-se. Identifica-se com aquilo que está acostumado a amar e reverenciar. Jamais se levantará o homem acima de sua norma de pureza, de bondade ou de verdade. Se o eu é o seu mais alto ideal, nunca atingirá ele qualquer coisa mais elevada. Antes, cairá constantemente. A graça de Deus unicamente tem poder para soerguer o homem. Abandonado a si mesmo, seu caminho inevitavelmente será em direção descendente.” Grande Conflito, pág. 555

“É uma lei do espírito humano que, pelo contemplar, somos transformados. O homem não se elevará acima de suas concepções sobre a verdade, pureza e santidade. Se o espírito nunca é exaltado acima do nível da humanidade, se não é pela fé elevado a contemplar a sabedoria e o amor infinitos, o homem estará constantemente a submergir mais e mais.” Patriarcas e Profetas, pág. 91

Se tivermos por objetivo alcançar nossas próprias normas e não a norma estabelecida por Deus, o máximo que alcançaremos será nossas normas imperfeitas. Qual deve ser nosso propósito em buscar alcançar a norma “estabelecida por Deus?”

Para responder essa pergunta gostaríamos de chamar a atenção dos irmãos para a última frase do texto da lição de sábado: “Todo o reavivamento genuíno leva a uma ênfase renovada na missão e no serviço”.

Nosso propósito ao buscar o reavivamento genuíno e alcançar a norma estabelecida por Deus, não deve ser, como já foi citado, desenvolver um comportamento critico, de auto exaltação ou qualquer outro atributo que desagrade ao nosso Deus.

Nosso objetivo em buscar o reavivamento genuíno deve ser cumprir a missão e o serviço que o Senhor nos confiou. A missão e o serviço resultam em sermos instrumentos usados pelo Senhor para libertar as pessoas que estão sofrendo nas garras de Satanás. É imprescindível que sejamos luz para que elas possam ver e aceitar a proteção dos braços amorosos de Jesus.

Este mundo é horrível! Desastres naturais, violência, fome, doenças, pessoas sofrendo e morrendo. Devemos ter como objetivo viver  e pregar o evangelho, e assim abreviar a volta de Jesus e o fim desse mundo de tanto sofrimento. O apóstolo Pedro em sua segunda carta expressa assim:

“Visto que tudo será assim desfeito, que tipo de pessoas é necessário que vocês sejam? Vivam de maneira santa e piedosa, esperando o dia de Deus e apressando a sua vinda. Naquele dia os céus serão desfeitos pelo fogo, e os elementos se derreterão pelo calor. Todavia, de acordo com a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça.” 2 Pedro 3:11-13

Esta e a nossa missão e deve ser o nosso maior objetivo cumpri-la.

Algumas citações animadoras para o tempo do fim:

“A boa-nova é que Ele terá uma geração final de homens e mulheres comprometidos a quem usará para completar Sua missão na Terra.” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pág. 93.

“O mundo que espera e o Universo que assiste devem ver, de uma vez por todas, que a obra da cruz está terminada na vida do povo de Deus. Em outras palavras, Deus deseja desenvolver um grupo de pessoas, no fim dos tempos, que estejam apaixonadas para conhecê-Lo, absolutamente convencidas de que Seu caminho é o melhor e totalmente dispostas a compartilhar o Seu amor com os outros.” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pág. 45.

“Quando Deus tiver um grupo de pessoas cujo objetivo principal for agradá-Lo, Ele derramará Seu Espírito em abundância. Quando orarmos pelo derramamento do Espírito Santo, nosso objetivo não será ter um derramamento do Espírito Santo, nosso objetivo não será ter um poder sobrenatural. O Espírito Santo dá testemunho de Jesus. Ele glorifica a Jesus em nossa vida (João 15:26; 16:14).” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pag. 66.

“Quando Deus tiver um povo totalmente comprometido com Jesus, submisso à Sua vontade, revelando Seu caráter amoroso ao mundo, Ele derramará Seu Espírito no poder do Pentecostes para terminar sua obra.” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pag. 91.

“Todo o Céu nos contempla. A história das eras está brilhando sobre esta geração final de adventistas. Deus quer fazer na vida de cada um de nós “infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos”. Efésios 3:20. “Cristo confiou à igreja um sagrado encargo. Cada membro deve ser um conduto através do qual Deus possa comunicar ao mundo os tesouros da Sua graça, as insondáveis riquezas de Cristo. Não há nada que o Salvador deseje tanto como agentes que representem ao mundo Seu Espírito e Seu caráter. Nada existe que o mundo necessite mais do que a manifestação do amor do Salvador através da humanidade. Todo o Céu está a espera de homens e mulheres cujo intermédio Deus possa revelar o poder do cristianismo. (Atos dos Apóstolos, p. 600)”.” Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pag. 83.

O que o Senhor está esperando?

“Quando já o fruto se mostra, mete-lhe logo a foice, porque está chegada a ceifa.” Mar. 4:29. Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus.” Parábolas De Jesus pág. 69

Como a missão que o Senhor nos confiou será cumprida?

“Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro a fim de proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas seguirão aos crentes. […]  A mensagem há de ser levada não tanto por argumentos como pela convicção profunda do Espírito de Deus.” Grande Conflito pág., 612; Mark Finley, O Reavivamento Prometido, pag. 83.

Deus seja Louvado!

Jesus pode nos guardar de tropeçar

não quero tropeçarUm texto formidável para reflexão:

Jesus pode nos guardar de tropeçar

“Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória.”  Judas 24

1-De quantos pecados Jesus pode nos livrar? Judas 24; 1° cor. 10:13; Efé. 6:16

Não somente Jesus pode nos livrar da apostasia, Ele também pode nos proteger de cair em pecado, e ainda nos apresenta “imaculados diante de Sua glória” (Judas 24). Uma vez que não temos de enfrentar qualquer tentação além de nossa capacidade para resistir quando somos fortalecidos pelo Senhor (1° Cor. 10:13), não há motivos para sermos vencidos por qualquer tentação. Com “escudo da fé, com o qual podeis apagar todos os dardos inflamados do maligno.” (Efé. 6:16) Todos é uma palavra absoluta; não há forma alguma de Satanás atingir a quem está protegido por Cristo.

Argumentar que, por causa das tendências humanas naturais para o pecado, há alguns pecados que não conseguimos vencer é depreciar o poder de Cristo. Ele promete poder para vencer a qualquer tentação, venha de onde vier; e promete neutralizar todos os ataques de Satanás contra nós. Por que duvidar dEle?

2-Que outras promessas encorajadoras temos a respeito do poder de Cristo para nos fazer vitoriosos? João 10:29; Efés. 3:20; Heb. 2:18

As implicações dessas promessas são enormes. Cristo pode nos dar a vitória sobre o orgulho, intolerância, egoísmo, inveja, desonestidade, impureza, amargura e hipocrisia. Ele pode colocar paz onde havia paixão, amor onde havia ódio, e confiança onde havia medo.

“Estamos nos preparando para encontrar-nos com Aquele que, acompanhado por uma comitiva de santos anjos, há de aparecer nas nuvens do céu, para dar aos fiéis e justos o toque final da imortalidade. Quando Ele vier, não nos há de purificar de nossos pecados, remover de nós os defeitos que há em nosso caráter, ou curar-nos das fraquezas de nosso temperamento e disposição. Se acaso esta obra houver de ser efetuada em nós, sê-lo-á totalmente antes daquela ocasião.” Ellen G. White, Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 355

Será que você está pensando que, pelo fato de não ter vencido alguns pecados, Cristo irá desculpa-los e salvar você com seus pecados? Qual o remédio para essa atitude?

Lição da Escola Sabatina, “Iluminados Pelo Espírito” 3° trim. 1995, lição 7, pág. 2

Outro texto:

Onde o pecado é abundante, a graça de Deus é mais abundante ainda (Rom. 5:20), não para equilibrar ou desculpar, mas para perdoar e remover o pecado. “A fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo nosso Senhor” (Rom. 5:21). A justiça da qual Paulo está falando é a justiça de Cristo que, quando aceita, subjuga o pecado e nos fortifica para viver em harmonia com a vontade de Deus. Temos que conservar bem claro na mente que Cristo pode nos livrar de cair. Não é requerido de nós que, em momento algum, vivamos pela nossa própria força. Pela graça, avançamos com a força de nosso Salvador, a nós concedida pelo Espírito Santo (Rom. 14:4; Efé. 3:15-16). A graça de Deus determina, coloca-nos e nos conserva no caminho da verdade.

“Por meio da poderosa atuação do Espírito Santo que o governo de Satanás será vencido e subjugado. É o Espírito Santo que convence do pecado e o expele da alma com a permissão do agente humano. … Através dos méritos de Cristo pode o homem habilitar-se para exercer as mais nobres faculdades do seu ser e libertar-se do pecado.” Ellen G. White, Minha Consagração Hoje, (Meditações Matinais, 1989, pág. 43). O Senhor não nos permitirá contentar com menos do que a completa vitória que Ele nos concede (1° João 5:4; Fil. 3:14-15)

O padrão do antigo testamento

Perfeição é conformidade com o caráter de Deus. O evangelho é o meio para remover todos os obstáculos e providenciar todos os recursos para conseguir essa conformidade (Rom. 1:16-17; 2° Cor. 4:3-7; 3:17-18).

O que pensaria você a respeito de um sapateiro que coloca uma sola errada em seu sapato, ou de um mecânico que não consegue consertar um defeito visível? É claro que perderia a confiança neles e tentaria encontrar melhor atendimento em outro lugar.

O que pensaria você a respeito de Deus se Ele pudesse apenas salvar a pessoa de parte de seus pecados, mas, pelas Suas limitações deixasse ainda algum resíduo de pecado nessa pessoa? Claro que não iríamos atribuir todo poder e majestade a Deus, nem olharíamos o plano da salvação como algo completo e competente. Mas, graças a Deus, não temos que chegar a essa conclusão. Ele fez uma provisão completa, de acordo com a perfeição de caráter que Ele requer (2° Crôn. 16:9; Sal. 18:30-32; 1° João 2:5).

Lição da Escola Sabatina, “Iluminados Pelo Espírito” 3° trim. 1995, lição 7, pág. 3A

Só nos resta dizer:

Amém! Louvado seja Senhor! Faça a obra que precisa ser feita em meu coração em nome de Jesus.