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Laodicéia e a rejeição da Justiça de Cristo

3“Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu.” Apocalipse 3:16-17

A descrição da condição dos laodiceanos é uma descrição triste e verdadeira da condição que prevalece em nossos dias entre o povo de Deus. Cristãos mornos, mas que mesmo assim, de uma forma arrogante dizem ser ricos, abastados e afirmam que não precisam de coisa alguma. Ignoram que são desgraçados, miseráveis, pobres, cegos e nus.

Nosso Deus por nos amar muito e desejar a nossa salvação, nos convida para uma mudança de vida, nos chama para um novo estilo de vida no qual Ele possa reinar de forma absoluta e completa em nosso coração. Cristãos vivendo um cristianismo real e verdadeiro, sem hipocrisia. Cristãos completamente transformados pela graça maravilhosa de Deus.

Depois de descrever a triste situação dos cristãos laodiceanos, Deus dá um maravilhoso conselho em busca dos corações sinceros:

“Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.” Apocalipse 3:18

O Senhor afirma que os laodiceanos estão nus e os aconselha que busquem roupas brancas para que não apareça a vergonha da sua nudez.

Precisamos compreender os planos de Deus para nossa vida para atendermos este conselho divino. É extremamente importante compreendermos o que representa a nudez dos laodiceanos e que “roupas brancas” são estas que o Senhor nos aconselha que busquemos para que não apareça a vergonha da nossa nudez.

“Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo.” Gálatas 3:27

Um cristão que não está nu diante do Senhor é um cristão que está “revestido” de Cristo Jesus. Um cristão que, como o apóstolo Paulo, pode dizer: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” Gálatas 2:20

A seguir algumas características essenciais de uma pessoa  “revestida” de Cristo Jesus:

  • Uma nova vida em Cristo Jesus

“Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Porque aquele que está morto está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos; Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça” Romanos 6:1-14

Sim, meus queridos irmãos, o Senhor nos chama para um novo estilo de vida onde estaremos pelo poder transformador da graça de Deus vivendo livres da escravidão do pecado. Os cristãos que serão salvos, serão aqueles que alcançarão essa experiência com Cristo e que também estarão pelo poder de Deus renovando diariamente essa experiência com nosso Salvador. Não há vida sem Jesus. Somos susceptíveis ao pecado e, a qualquer momento que nos afastamos do Senhor, estaremos vivendo como escravos do pecado.

A graça que o nosso Deus nos oferece nos transforma e nos purifica, preparando-nos para o encontro com o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

“Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo; O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.” Tito 2:11-14

  •  Vestes Brancas

As vestes brancas que o Senhor quer nos conceder representam o caráter de Cristo que o Senhor irá comunicar ou conceder a todo aquele que aceitar e se submeter à obra transformadora e purificadora do nosso Senhor o Espírito Santo.

“Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo” Tito 3:5

“Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.” Gálatas 5:16

“Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o pensamento à obediência de Cristo” 2 Coríntios 10:5

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai,João 6:57

“Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado, antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o maligno não lhe toca.” 1° João 5:18

“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.”  1 João 1:7

Serão salvos aqueles que: “lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro”: “E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro.” Apocalipse 7:14

As características acima negritadas são dos cristãos que estarão preparados para o encontro com o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, quando Ele vier sobre as nuvens do céu com poder e grande glória:

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.”
1 Tessalonicenses 5:23

“Regozijar-me-ei muito no SENHOR, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como um noivo se adorna com turbante sacerdotal, e como a noiva que se enfeita com as suas jóias.” Isaías 61:10

O Senhor tem as vestes brancas para nos oferecer. Quer nos conceder o caráter de Cristo. O Senhor deseja que tenhamos um caráter puro, uma vida livre da escravidão do pecado. Permanecer no pecado é rejeitar as vestes brancas ou o caráter de Cristo que o Senhor quer nos oferecer.

Vamos atender o convite do nosso maravilhoso Deus:

“Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.” Apocalipse 3:18

Mensagem aos laodiceanos, mensagem para o povo de Deus

“O Senhor nos mostra aqui que a mensagem a ser apresentada a Seu povo pelos pastores a quem Ele chamou para adverti-lo, não é uma mensagem de paz e segurança. Não é meramente teórica, mas prática em todo particular. O povo de Deus é representado na mensagem aos laodiceanos como em uma posição de segurança carnal. Sentem-se bem, pois se imaginam em exaltada condição de realizações espirituais. “Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu.” Apoc. 3:17 Que maior engano pode sobrevir à mente humana que a confiança de estar correto, quando se está totalmente errado! A mensagem da Testemunha Verdadeira encontra o povo de Deus em triste engano, todavia sincero nesse engano. Eles não sabem que sua condição é deplorável à vista de Deus. Enquanto aqueles que são abordados se lisonjeiam de achar-se em exaltada condição espiritual, a mensagem da Testemunha Verdadeira destrói sua segurança com a surpreendente denúncia de seu verdadeiro estado espiritual de cegueira, pobreza e miséria. Esse testemunho tão incisivo e severo não pode ser um engano, pois é a Testemunha Verdadeira quem fala, e Seu Testemunho tem de ser correto. Difícil é aos que se acham seguros em suas realizações, e que se acreditam ricos em conhecimento espiritual, receber a mensagem que declara acharem-se enganados e necessitados de todas as graças espirituais. O coração não santificado é “enganoso… mais do que todas as coisas, e perverso”. Jer. 17:9. Vi que muitos se estão lisonjeando de ser bons cristãos, os quais não têm um raio de luz de Cristo. Não têm por si mesmos uma viva experiência na vida religiosa. Necessitam de profunda e completa obra de humilhação de si mesmos diante de Deus, antes de experimentarem sua verdadeira necessidade de diligente, perseverante esforço para obter as preciosas graças do Espírito.” Testemunhos Seletos vol. 1, pág. 328

O que representa a nudez dos laodiceanos

“Que é que constitui a infelicidade e a nudez dos que se julgam ricos e abastados? É a necessidade da justiça de Cristo. Em sua própria justiça eles são representados como vestidos de trapos da imundícia, e, embora se encontrem nessa condição, eles se lisonjeiam pensando que estão vestidos com a justiça de Cristo. Poderia haver maior ilusão do que esta? Segundo é exposto pelo profeta, podem estar clamando: “Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este” (Jer. 7:4), enquanto seu coração está cheio de tráfico profano e transações injustas. Os átrios do templo da alma podem ser o antro de inveja, orgulho, paixão, ruins suspeitas, amargura e formalismo vazio. Cristo olha pesarosamente para Seu povo professo que se sente rico e abastado no conhecimento da verdade, estando porém destituído da verdade na vida e no caráter e inconsciente de sua condição. Em pecado e descrença, consideram levianamente as advertências e os conselhos de Seus servos e tratam Seus embaixadores com escárnio e desdém, ao passo que suas palavras de censura são consideradas contos ociosos. O discernimento parece ter-se ausentado, e eles não conseguem fazer distinção entre a luz que Deus lhes envia e as trevas oriundas do inimigo de sua alma.” Este Dia Com Deus, MM 1980, pág. 226

“A menos que eles confiem na justiça de Cristo como sua única segurança, a menos que copiem Seu caráter, trabalhem em Seu espírito, estarão despidos, não possuem as vestes de Sua justiça.” SDABC, vol. 4, pág. 1166.

Vejamos a mesagem de Deus à serva do Senhor sobre o que as vestes brancas do Senhor tem para nos oferecer:

“Quando os que estão buscando a salvação se recusarem a fracassar ou se desanimar, encontrarão paz e descanso no Senhor. Cristo os vestirá com Sua justiça. Ele lhes proverá um coração puro e espírito novo.” Mensagens Escolhidas vol. 1 pág. 400

 “Os vestidos brancos são a pureza de caráter, a justiça de Cristo comunicada ao pecador. É na verdade uma vestimenta de textura celeste, que só se pode comprar de Cristo por uma vida de voluntária obediência.” Testemunhos Seletos vol. 1, pág. 478

“Pela veste nupcial da parábola é representado o caráter puro e imaculado, que os verdadeiros seguidores de Cristo possuirão. Foi dado à igreja “que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente” (Apoc. 19:8), “sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante”. Efés. 5:27. O linho fino, diz a Escritura, “é a justiça dos santos”. Apoc. 19:8. A justiça de Cristo e Seu caráter imaculado, é, pela fé, comunicada a todos os que O aceitam como Salvador pessoal.” Parábolas de Jesus, pág. 310

Pela graça de Deus é possível para o homem passar a viver como Cristo viveu:

 “Tende em mente que a vitória e a obediência de Cristo são as de um verdadeiro ser humano. Em nossas conclusões, cometemos muitos erros devido a nossas idéias errôneas acerca da natureza humana de nosso Senhor. Quando atribuímos a Sua natureza humana um poder que não é possível que o homem tenha em seus conflitos com Satanás, destruímos a inteireza de Sua humanidade. Ele concede Sua graça e poder imputados a todos os que O aceitam pela fé. A obediência de Cristo a Seu Pai era a mesma obediência que é requerida do homem.” Mensagens Escolhidas vol. 3, p. 139

“A obediência de Cristo a Seu Pai era a mesma obediência que é requerida do homem. O homem não pode vencer as tentações de Satanás sem combinar o poder divino com o seu auxílio. Assim foi com Jesus Cristo: Ele podia lançar mão do poder divino. Ele não veio ao nosso mundo para prestar a obediência de um Deus inferior a um superior, mas como homem, para obedecer à Santa Lei de Deus, e desta maneira Ele é nosso exemplo. O Senhor Jesus veio ao nosso mundo, não para revelar o que Deus podia fazer, e, sim, o que o homem podia realizar, mediante a fé no poder de Deus para ajudar em toda emergência. O homem deve, pela fé, ser participante da natureza divina e vencer toda tentação com que é assaltado.” Nossa Alta Vocação, p. 46

 “Esta foi a posição que Cristo ocupou quando veio ao nosso mundo, entrando em conflito com o líder rebelde dos anjos caídos. Deus formulou um plano, e Cristo aceitou a posição. Ele concordou em encontrar o inimigo diretamente, como todo ser humano deve fazer. Foram-Lhe providos todos os poderes celestes para ajudá-Lo nesse grande conflito; e o homem, se andasse no caminho e na vontade de Deus, receberia o mesmo poder preservador. As mesmas inteligências celestiais ministram àqueles que serão herdeiros para a salvação, para que possam vencer toda tentação, grande ou pequena, como Cristo venceu.” Olhando Para O Alto, pág. 42

“Cristo venceu como Homem sem pecado, não caído, perfeito. Como Messias Ele obteve vitória sobre as tentações do inimigo, tornando-nos possível vencer como Ele venceu. Devemos vencer em todo encontro com o inimigo. Devemos ser vitoriosos tornando-nos participantes da natureza divina, escapando à corrupção que há no mundo mediante a sensualidade. Cada vitória que Ele conquistou em Sua humanidade torna-nos possível obter a vitória, por recebê-Lo e nEle crer. “Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus.” João 1:12. Cada vitória que Ele conquistou na humanidade assegura-nos seus genuínos frutos. Cada ataque derrotado de Satanás marca a ocasião de uma vitória para a humanidade.[…]” Olhando Para O Alto, pág. 11

“Nestas palavras indica-se uma obra individual para cada um de nós. Cumpre-nos fazer decididos esforços para vencer como Cristo venceu. Ninguém é dispensado dessa luta. Se as portas da santa cidade se hão de abrir para nós completamente, se havemos de ver o Rei em Sua beleza, temos de vencer agora como Cristo venceu. …” Filhos E Filhas De Deus, pág. 371

 “Precisamos compreender que pele fé em Cristo é nosso privilégio ser participante da natureza divina e livrar-nos da corrupção das paixões que há no mundo. Então somos purificados de todo pecado, de todos os defeitos de caráter. Não precisamos reter nenhuma propensão pecaminosa.” Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, pág. 943  (Lição da Escola Sabatina 2° Trim. 1990, pág. 50)

“Cristo não só morreu como nosso sacrifício, mas viveu como nosso exemplo. Em Sua natureza humana, Ele Se apresenta completo, perfeito, imaculado. Ser um cristão é ser como Cristo. Todo o nosso ser, nossa alma, o corpo, o espírito, devem ser purificados, enobrecidos, santificados, até que reflitamos a Sua imagem e imitemos o Seu exemplo.” RH, 28/01/1882 (Ellen White e a Humanidade de Cristo, pág. 150)

“Foram tomadas amplas providências para que o homem finito e decaído possa estar tão ligado com Deus que, por meio da mesma Fonte pela qual Cristo venceu em Sua natureza humana ele consiga resistir firmemente a todas as tentações, como Cristo o fez.” Manuscrito 94, 1893  ( Ellen White e a Humanidade de Cristo, pág. 166 )

“É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele torna-se o crente participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer toda tendência hereditária e cultivada para o mal, e gravar Seu próprio caráter em Sua igreja. Disse Jesus a respeito do Espírito: “Ele Me glorificará.” O Salvador veio glorificar o Pai pela demonstração de Seu amor; assim o Espírito havia de glorificar a Cristo, revelando ao mundo a Sua graça. A própria imagem de Deus tem de ser reproduzida na humanidade. A honra de Deus, a honra de Cristo, acha-se envolvida no aperfeiçoamento do caráter de Seu povo.” DTN,  pág. 671

“Cristo […] não transgrediu a lei de Deus em nenhum detalhe. Mais que isso, Ele eliminou qualquer desculpa do homem caído que pudesse alegar alguma razão para não guardar a lei de Deus. Cristo estava cercado das fraquezas da humanidade, era afligido com as mais ferozes tentações, tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, e mesmo assim desenvolveu um caráter reto. Nenhuma mancha de pecado foi encontrada sobre Ele.”-ST, 16/01/1896  (Ellen White e a Humanidade de Cristo, pág. 173)

“Em nosso favor, Ele deixou de lado Suas vestes reais, desceu do trono celestial e condescendeu em cobrir Sua divindade com a humildade, tornando-Se como um de nós, a não ser pelo pecado, para que a Sua vida e caráter pudessem ser um padrão para todos imitarem, a fim de poderem ter o precioso dom da vida eterna.”-YI, 20/10/1886  (Ellen White e a Humanidade de Cristo, pág. 154)

“Cristo veio para sofrer em favor da raça caída, pois Satanás se gabara de que ninguém poderia resistir aos seus ardis e viver uma vida imaculada neste mundo. Revestido com a natureza humana, o Redentor sujeitou-Se a todas as tentações com as quais são cercados os seres humanos, e venceu em todos os aspectos. O registro de Sua vida é entregue ao mundo, para que ninguém tenha dúvidas quanto ao poder da graça de Deus. Para cada pessoa que se empenha em busca da perfeição do caráter cristão, este mundo torna-se um campo de batalha, no qual se trava o conflito entre o bem e o mal. E todos os que confiam em Cristo obterão a vitória.Carta 38, 1907. Cristo Triunfante, pág. 32

“A perfeita humanidade de Cristo é a mesma que podemos ter mediante ligação com Ele. Como Deus, Cristo não pôde ser tentado, como não o foi, em relação com Sua lealdade no Céu. Mas ao humilhar-Se assumindo a nossa natureza, podia ser tentado. Não assumira nem mesmo a natureza dos anjos, porém a humanidade, perfeitamente idêntica à nossa, mas sem a mácula do pecado. …” Cristo Triunfante, pág. 208

 “Em nossa própria força, é-nos impossível escapar a os clamores de nossa natureza caída. Satanás trar-nos-á tentações por esse lado. Cristo sabia que o inimigo viria a toda criatura humana, para se aproveitar da fraqueza hereditária e, por suas falsas insinuações, enredar todos cuja confiança não se firma em Deus. E, passando pelo terreno que devemos atravessar nosso Senhor nos preparou o caminho para a vitória.”DTN, pág. 71

“O Filho de Deus era irrepreensível.“Precisamos ter como alvo essa perfeição, e vencer como Ele venceu, caso queiramos ter um lugar à Sua direita.” Testimonies, vol. 3, pág. 336. Filhos e Filhas de Deus, pág. 154

“Como era Jesus revestido da natureza humana, assim pretende Deus que sejam os Seus seguidores. Cumpre-nos viver, em Sua força, a vida de pureza, a vida nobre vivida pelo Salvador.” Testimonies, vol. 8, págs. 286 e 289. Filhos e Filhas de Deus, pág. 21

“Como um povo estamos sob o perigo de sermos separados do Sol da Justiça. Devemos santificar-nos a Deus mediante a obediência à verdade. Nossa consciência deve ser purificada de obras mortas para servirmos ao Deus vivente. Santificação significa perfeito amor, perfeita obediência, inteira conformidade com a vontade de Deus. Se nossa vida estiver ajustada à vida de Cristo mediante a santificação da mente, alma e corpo, nosso exemplo será uma poderosa influência no mundo. Não somos perfeitos, mas é nosso privilégio desvencilharmo-nos dos laços do egoísmo e do pecado e seguir em frente rumo à perfeição.” Cuidado De Deus, MM 1995, pág. 295

“Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo” Filipenses 2:15

A partir das informações adquiridas até aqui, indicamos a leitura da compilação sobre o assunto, clicando neste link: LAODICÉIA E A REJEIÇÃO DA JUSTIÇA DE CRISTO

Deus seja para sempre louvado!

Iª João e a vitória sobre o pecado

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“Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.” 1° João 1:8

“As ideias de perfeição e viver sem pecado foram tão combatidas que o próprio termo “combatidas” já deveria nos alertar quanto a atos e palavras que nada têm de cristãos. João não está negando a obra de Deus, que acabou de afirmar. A questão, no verso 8, tem a ver com a nossa afirmativa de que não temos pecado. Essa é uma mentira arrogante, baseada na autoconfiança de que tenhamos alcançado um estado no qual vivamos sem pecado, por nós mesmos. Isso transforma numa brincadeira o dom de Deus em Jesus Cristo.” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 2, pág. 4

O texto acima citado deixa claro que as ideias de perfeição e viver sem pecado foram muito “combatidas.” Nada mudou desde 1997 quando este texto foi escrito e cada vez mais têm sido combatidas.

A lição da escola sabatina faz aplicação de 1ª João 1:8, quando pessoas tomadas de arrogância e baseadas em sua alto confiança, alegam ter alcançado um estado no qual estão vivendo sem pecado por suas próprias forças. É certo que esse tipo de atitude deve ser “combatido,” embora com base na experiência de Jesus Cristo em lidar com as pessoas, o termo mais apropriado aqui seria orientado com amor e não combatido.

Aqui, faz-se necessário alguns questionamentos:

  • O que dizer das pessoas que acreditam na perfeição de caráter e na possibilidade de viver sem pecar não por suas próprias forças, mas como o resultado da graça do Senhor que transforma e purifica? 
  • que dizer de pessoas que reconhecem que mesmo tendo obtido a perfeição de caráter e de estarem vivendo sem pecar, jamais pronunciarão de forma arrogante que são perfeitas e que já não estão pecando mais, porque elas mesmas não terão consciência de já terem obtido essa condição?
  • O que dizer  de pessoas que mesmo acreditando que é possível para o homem passar a viver sem pecar, reconhecem que os que alcançarem essa graça maravilhosa e sempre como o salmista, estarão fazendo a seguinte oração: Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno. Salmos 139:23-24?
  • O que dizer das pessoas que acreditam na possibilidade do homem passar a viver sem pecar pela graça de Deus, mas que também reconhecem que a possibilidade de pecar continuará existindo e que essa condição de estar vivendo sem pecar só será mantida enquanto o homem estiver mantendo um relacionamento íntimo e constante com Cristo?
  • Será que essas pessoas também precisam ser combatidas? Será que elas merecem serem chamadas de fanáticas, extremistas, perfeccionistas, hereges e outras coisas mais?

“Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” 1° João 1:10

“Como podemos fazer com que Deus seja visto como mentiroso?” 1° João 1:10

“Note como esse verso aparece na versão de Fhillips: “Se assumimos atitude de afirmar: ‘Não tenho pecado’, simplesmente negamos o diagnóstico de Deus quanto à nossa condição e nos isolamos de ouvir o que Ele tem a nos dizer”

“Mais do que isso, assumimos a mentira do diabo, que garantiu a Eva que ela não morreria como resultado do seu pecado, mas que se tornaria como Deus. O diabo sempre tentou representar Deus de acordo com uma natureza pecaminosa.” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 2, pág. 6

Comentando este verso, a lição da escola sabatina destaca o fato de que quando afirmamos não termos cometidos pecados fazemos com que Deus seja visto como mentiroso. E isso é uma grande verdade, quando negamos que temos cometido pecados, fazemos com que o Senhor seja visto como mentiroso porque segundo a palavra de Deus todos os homens são pecadores. Rom. 5:12

O homem deve reconhecer e aceitar o “diagnóstico” de Deus, aceitar que é pecador, escravo do pecado para que possa então aceitar ao Senhor como seu libertador.

Agora gostaria que os irmãos analisassem com muito carinho o seguinte argumento:

Uma vez que segundo a palavra de Deus o Senhor é capaz de libertar e curar o homem plenamente, prova disso são os textos seguintes,

  • “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas novas aos quebrantados de coração e proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados.” Isaías 61:1
  • “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:32
  • “Então, romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda.” Isa. 58:8.

Negar o fato de que o Senhor pode libertar o homem da escravidão do pecado, lhe dando condições para que ele passe a viver sem pecar, esta também não é uma forma de afirmar que o Senhor é mentiroso?

“Quem subsistirá no tempo de angústia? Agora, enquanto nosso grande Sumo Sacerdote está a fazer expiação por nós, devemos procurar tornar-nos perfeitos em Cristo. Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação […] Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia.” O Grande Conflito, pág. 623.

“É requerida obediência exata, e os que dizem não ser possível levar uma vida perfeita, lançam sobre Deus a acusação de injustiça e falsidade.” Reimpressões de Review and Herald, vol. 6, pág. 519; ver também Review and Herald, 7 de fevereiro de 1957, pág. 30.

Agora veremos três versos importantíssimos de Iª João:

  • “Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu.” 1° João 3:6;
  • “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.”1° João 3:9;
  • “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o maligno não lhe toca.” 1° João 5:18.

Não existem contradições entre Iª João 1:8 e 10 Iª João 3:6, 3:9, 5:18. Estes versos não se contradizem, mas se completam:

  • Iª João 1:8 e 10 representam a condição que o homem deve reconhecer para que possa aceitar ao Senhor como seu salvador;
  • Iª João 3:6, 3:9, 5:18, retratam a condição de vida sem o pecado que o homem terá enquanto Jesus Cristo estiver reinando no seu coração.

“Qual o resultado da salvação?”

“Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu.” 1° João 3:6

“Não é necessário questionar se João está falando de determinado pecado ou do pecado em geral. Todo pecado  procede do diabo (1° João 4:8). Enquanto permitirmos que o Espírito Santo atue em nossa mente, Ele nos livrará de pecar. ‘É possível ser sarado enquanto se está conscientemente cometendo pecado? Não; é a fé genuína que diz: Sei que tenho cometido pecado, mas que Jesus me perdoou; e daqui em diante resistirei à tentação em Sua força e por Sua força.’ ‘Qualquer que nEle tem esta esperança [permanece nEle] purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro.’ Tem em sua alma um princípio permanente, que o abilita a vencer a tentação. Qualquer que permanece nEle não peca.’ Deus tem poder para a alma que está em Cristo, quando essa alma se acha sob tentação.’” Ellen G. White, Filhos e Filhas de Deus, MM 1956, pág. 297.

“Você não pode sucumbir aos desejos da natureza pecaminosa e ainda dizer que permanece unido a Jesus. Jesus não está dizendo que o cristão jamais peca,  mas que o pecado sempre será considerado pelo cristão como separação de Deus.  O compromisso não é de não pecar mais; “se, todavia, alguém pecar” (1° João 2:1), pode contar com Cristo como seu advogado celestial.” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 6, pág. 4

Este texto é fantástico! Está claro que: “Enquanto permitirmos que o Espírito Santo atue em nossa mente, Ele nos livrará de pecar.”

Uma observação importantíssima sobre a última frase deste texto da lição da escola sabatina:

O compromisso não é de não pecar mais; “se, todavia, alguém pecar” (1° João 2:1), pode contar com Cristo como seu advogado celestial.”

O homem não pode deixar de firmar um compromisso ou sentir o desejo de, no poder de Deus não pecar mais, simplesmente porque ele tem a Jesus como seu advogado. Isso seria o homem sentir-se livre para pecar devido o fato de ter um advogado. O correto seria:  O compromisso é de não pecar mais; “se, todavia, alguém pecar” ( 1° João 2:1), pode contar com Cristo como seu advogado celestial.”

O próprio texto da lição da escola sabatina deixa claro que, aquele que tem a fé genuína, firma o compromisso de no poder de Deus não pecar mais:

“É possível ser sarado enquanto se está conscientemente cometendo pecado? Não; é a fé genuína que diz: Sei que tenho cometido pecado, mas que Jesus me perdoou; e daqui em diante resistirei à tentação em Sua força e por Sua força.”

“Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.” 1° João 3:9

“Havendo mostrado o sublime privilégio dos cristãos, o apóstolo volve-se rapidamente para a consequência de sermos filhos de Deus. “Todo aquele que permanece nEle não vive pecando” (1° João 3:6). Integridade moral e espiritual não é uma simples opção na vida cristã. Um estilo de vida santificado é a indicação de que a pessoa é filho de Deus. Do contrário, não faz sentido afirmar que Jesus “Se manifestou para tirar os pecados, e nEle não existe pecado” (verso 5).

O apóstolo nos provê uma teologia do pecado em apenas em alguns versos. O pecado é algo muito grave. Ele nos diz o que é pecado: “a transgressão da lei” (1° João 3:4); “ilegalidade” (RSV). Ele nos diz como se originou o pecado: “o diabo vive pecando desde o princípio” (verso 8). Ele nos diz como o pecado é desfeito: Jesus “Se manifestou para tirar os pecados” (verso 5). Ele diz que devemos estar conscientes dos perigos do pecado: “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém” (verso 7). Ele nos diz que pecar é negar a Jesus (verso 6) e tornar-se “filho do diabo” (verso 10).

O que nossa lição ensina é como o pecado e a justiça, como ser filhos das trevas e filhos de Deus são questões diametralmente opostas. O ponto debatido tem que ver com fé e estilo de vida. Em quem devemos crer? De acordo com quem ser moldado a vida? A resposta cristã é clara: o Filho de Deus, que apareceu “para destruir as obras do diabo” (1° João 3:8). E o dever dos cristãos também é claro: “Aqueles que têm essa esperança em Cristo”, aguardando Sua volta, “purificam-se a si mesmos, assim como Cristo é puro” (verso 3, BLH).

Pureza envolve libertação do pecado. “Todo aquele que é nascido de Deus não comete pecado; pois a natureza de Deus permanece nele, e ele não pode pecar porque é nascido de Deus.” (verso 9, RSV). João não estava ensinando que é impossível que os crentes nascidos de novo escolham pecar (ver 1° João 2:1). O que o apóstolo estava ensinando era que enquanto o Espírito Santo reina na mente e no coração, o pecado não pode penetrar ali. O Espírito concede libertação do cativeiro do pecado, de modo que ninguém possa alegar que é cristão e continuar pecando. A direção é mudada:do pecado para justiça, das trevas para luz, deste mundo para o mundo por vir, de filhos do diabo para filhos de Deus. A suprema evidência de que se é filho de Deus consiste em ser semelhante a Ele.” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 6, pág. 4A

 “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o maligno não lhe toca.” 1° João 5:18

“A realidade da vitória sobre o pecado. A certeza cristã tem que ver com a libertação do poder do pecado: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado” (1° João 5:18). Aqui  não é insinuado que o crente não pode cair ou fracassar. Essa questão já foi resolvida em 1° João 2:1. O que é dito aí é que os crentes, enquanto forem dominados pelo Espírito Santo, não irão pecar. Jesus, “Aquele que nasceu de Deus”, livra-os de cair. Ele efetua isso pelo poder do Seu Santo Espírito. Eles não serão escravos do pecado, não viverão sem ajuda sob o poder do pecado, não amarão o pecado e terão vitória pelo poder da habitação do Espírito Santo em seu íntimo. Os cristãos que nasceram de novo escaparam da escravidão do pecado (Rom. 6:14; 8:1 e 2). Eles são agora “escravos da justiça” (Rom. 6:18). O poder de Cristo guarda-os de continuarem no pecado. Jesus é nossa vitória. E não temos substituto; daí a advertência final: “Guardai-vos dos ídolos” (1° João 5:21)” Lição da Escola Sabatina, Deus é Amor, 2° trim. de 1997, lição 11, pág. 4A

Na primeira epístola de João encontramos uma mensagem poderosa de vitória sobre o pecado mediante o poder de Deus. Precisamos aceitar a dura realidade de que somos escravos do pecado, mas também precisamos aceitar que Cristo pode nos libertar dessa escravidão para que possamos viver como verdadeiros filhos de Deus.

“Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio, Para isto, se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.” 1° João 3:8

“Sabeis também que Ele se manifestou para tirar os pecados, e nEle não existe pecado.” 1° João 3:5

No poder de Deus somos chamados:

  • Para sermos puros como Jesus é puro – “Todo aquele que nEle tem essa esperança torna-se puro, como Ele é puro” 1° João 3:3
  • Vivermos como Jesus viveu – “Aquele que afirma permanecer nEle deve também viver como Ele viveu.” 1° João 2:6
  • Sermos justos como Jesus é justo – “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como Ele é justo.” 1° João 3:7

“Se habitamos em Cristo, se o amor de Deus habita em nós, nossos sentimentos, nossos pensamentos, nossas ações estão em harmonia com a vontade de Deus tal como se expressa nos preceitos de Sua santa lei. “Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como Ele é justo.” I João 3:7. A justiça está definida no padrão da santa lei de Deus, expressa nos dez preceitos dados no Sinai.” Ellen G. White, Caminho a Cristo, pág. 61

“Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o maligno não lhe toca.” 1° João 5:18

Que o nosso maravilhoso Deus seja eternamente louvado!