MENSAGEM NEGLIGENCIADA

Nossa igreja, Igreja Adventista do Sétimo Dia, possui um conjunto de crenças que são conhecidas como, Crenças Fundamentais dos Adventistas do Sétimo Dia, são no total vinte e oito crenças. Nesse trabalho chamo a atenção dos meus irmãos para a crença décima oitava sobre o Dom de Profecia.

18. O Dom de Profecia

Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Esse dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experiência. (Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Hebreus 1:1-3; Apocalipse 12-17; 19:10).

Para nós Adventistas a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experiência”, mas como vimos na décima oitava crença fundamental, o dom de profecia, que acreditamos foi manifestado “no ministério de Ellen G. White como sendo uma mensageira do Senhor. Como adventistas temos nos seus escritos “uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja”.

 É comum encontrarmos textos do Espírito de profecia, mensagens escritas por Ellen White, em nossas lições da Escola Sabatina, revistas adventistas, materiais preparados para semanas de oração, meditações matinais, enfim é comum vermos mensagens do Espírito de profecia em várias publicações da editora adventista, a Casa Publicadora Brasileira.

GRANDE DEBATE

Existe na igreja Adventista do Sétimo Dia um grande debate sobre a humanidade de Cristo. Ele assumiu a natureza de Adão antes do pecado, pré-queda ou a natureza de Adão depois do pecado, pós-queda? Talvez os dois principais livros no Brasil sobre esse tema seja o livro, “Ellen White e a Humanidade de Cristo” e o livro “Tocado por Nossos Sentimentos”.

 “Ellen White e a Humanidade de Cristo” foi escrito por Woodrow W. Whidden. Nesse livro, Woodrow afirma ser “ex-perfeccionista da posição pós-queda”, p. 106. Esse livro defende o pensamento de que Cristo assumiu a “nossa natureza pecaminosa”, mas “somente no sentido de uma capacidade diminuída resultante do princípio da hereditariedade física”.

De forma mais clara, Cristo assumiu nossa natureza, natureza pecaminosa, apenas no aspecto FÍSICO.

“Ellen White foi clara ao mencionar que Ele tomou a ‘nossa natureza pecaminosa’ (SDABC, vol. 7, p. 453), mas somente no sentido de uma capacidade diminuída resultante do princípio da hereditariedade física”. Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 93

O livro “Tocado por Nossos Sentimentos” foi escrito por Jean R. Zurcher. Nesse livro percebemos de forma bem clara a defesa da posição pós-queda. Nesse livro que defende a posição pós-queda, afirmam que todas as tendências ao pecado que há em nossa carne estavam em Sua carne, atraindo-O para que cedesse ao pecado”, e que “Jesus portou em Sua própria carne nossas paixões por hereditariedade, potencialmente, mas não em atos”.

“[…] De mais a mais, ‘a carne de Jesus Cristo era nossa carne, e nela havia tudo o que há em nossa carne – todas as tendências ao pecado que há em nossa carne estavam em Sua carne, atraindo-O para que cedesse ao pecado’. Do mesmo modo, Jesus portou em Sua própria carne nossas paixões por hereditariedade, potencialmente, mas não em atos”. Tocado por Nossos Sentimentos, p. 82

Mensagem negligenciada

“Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. Satanás encontra nos corações humanos algum ponto em que pode obter apoio; algum desejo pecaminoso é acariciado, por meio do qual suas tentações asseguram a sua força. Mas Cristo declarou de Si mesmo: “Aproxima-se o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim.” João 14:30. Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia”. O Grande Conflito, p. 623.

Fato curioso é que esse texto do Grande Conflito, p. 623 não aparece em nenhum desses dois livros, não encontrei esse texto no livro Ellen White e a Humanidade de Cristo e também não encontrei no livro Tocado por Nossos Sentimentos.

Possíveis razões desse importante texto não estar nesses livros.

Primeiro vamos analisar as possíveis razões dessa mensagem não estar no livro Ellen White e a Humanidade de Cristo.

É estranho esse texto não estar, afinal esse livro é formado por textos do Espírito de profecia que revela detalhes da humanidade de Cristo. A seguir veremos que nesse livro encontramos cinco textos parecidos com o texto do Grande Conflito p. 623, é o que veremos a seguir.

  1. “Nem sequer em pensamento Cristo sucumbiria ao poder da tentação. Satanás encontra nos corações humanos algum ponto onde fincar o pé; algum desejo pecaminoso acariciado pelo qual suas tentações postulam seu poder. Mas Cristo declarou de Si mesmo: ‘Aí vem o príncipe deste mundo; e ele nada tem em mim’. As tormentas da tentação se abateram sobre Ele, mas não fizeram com que Se desviasse de Sua lealdade a Deus”. –RH, 08/11/1887 (cf. QOD, p. 655). Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 154 – 155
  2. “Chegara a hora para última tentativa de Satanás [referindo-se ao Getsêmani e ao Calvário] de vencer Cristo. Mas Cristo declarou: ele nada tem em mim, nenhum pecado que Me coloque sob seu poder. Ele nada pode achar. Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 181
  3. “A sutileza do inimigo não pode ludibria-Lo enquanto depositasse toda Sua confiança em Deus e fosse obediente as Suas palavras. Aí vem o príncipe deste mundo’, Ele disse, ‘e ele nada tem em Mim’. Ele não pode achar nada nAquele que assim respondeu a seus sofismas”. Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 189
  4. “’Ele […] sofreu ao ser tentado’, e sofreu proporcionalmente à perfeição de Sua santidade. Mas o príncipe das trevas não achou nada nEle, nem sequer um simples pensamento ou sentimento respondeu a tentação. –T, vol. 5, p. 422.  Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 152 
  5. “Logo antes de Sua morte cruel, Jesus disse: […] Aí vem o príncipe do mundo, e ele nada tem em Mim’ Satanás nada pôde encontrar no Filho de Deus que o capacitasse a obter vitória. Ele havia guardado os mandamentos de Seu Pai; e não havia pecado nEle sobre o qual Satanás pudesse triunfar, nenhuma fraqueza ou defeito que pudesse usar em sua vantagem”. Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 151

Esses textos do Espírito de profecia parecidos com o texto do Grande Conflito página 623, que foram colocados no livro Ellen White e a Humanidade de Cristo, acredito eu, ter como objetivo revelar o contraste entre a plena santidade de Cristo e a corrupção da humanidade.

Fato curioso é que desses 5 textos apenas o texto da página 154 -155 revela esse contraste.

“Nem sequer em pensamento Cristo sucumbiria ao poder da tentação. Satanás encontra nos corações humanos algum ponto onde fincar o pé; algum desejo pecaminoso acariciado pelo qual suas tentações postulam seu poder. Mas Cristo declarou de Si mesmo: ‘Aí vem o príncipe deste mundo; e ele nada tem em mim’. As tormentas da tentação se abateram sobre Ele, mas não fizeram com que Se desviasse de Sua lealdade a Deus”. –RH, 08/11/1887 (cf. QOD, p. 655). Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 154 – 155

Cristo: “Nem sequer em pensamento Cristo sucumbiria ao poder da tentação”.

Humanidade corrompida: “Satanás encontra nos corações humanos algum ponto onde fincar o pé; algum desejo pecaminoso acariciado pelo qual suas tentações postulam seu poder”.

Contraste revelado no texto do grande Conflito.

“Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. Satanás encontra nos corações humanos algum ponto em que pode obter apoio; algum desejo pecaminoso é acariciado, por meio do qual suas tentações asseguram a sua força. Mas Cristo declarou de Si mesmo: “Aproxima-se o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim.” João 14:30. Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia”. O Grande Conflito, p. 623.

Percebam que o texto do Grande Conflito também revela esse contraste de forma muito clara.

Cristo: “Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação”.

Humanidade corrompida: “Satanás encontra nos corações humanos algum ponto em que pode obter apoio; algum desejo pecaminoso é acariciado, por meio do qual suas tentações asseguram a sua força”.

Percebam então mais esse detalhe, o autor do livro Ellen White e a Humanidade de Cristo, Woodrow. W. Whidden, coloca o texto da página 154 – 155 que revela o contraste entre a santidade de Cristo e a corrupção da humanidade, coloca também mais 4 textos que revelam a santidade de Cristo, parecidos com o texto do Grande Conflito, mas que não revelam esse contraste, e não coloca o texto do grande Conflito, que seria mais uma importante revelação desse contraste.

Vimos que textos parecidos com o texto do Grande Conflito p. 623, foram inseridos no livro Ellen White e a Humanidade de Cristo. Vimos também que o texto do Grande Conflito seria também importante contribuição para revelar o contraste entre a santidade de Cristo e a corrupção da humanidade. Então pergunto: Por que o texto do Grande Conflito, p. 623 não foi?

Na minha humilde opinião, a razão de não estar é simplesmente porque esse texto revela um fato que não é aceito pela maioria dos membros da nossa igreja, a possibilidade e necessidade de plena libertação do pecado antes do fechamento da porta da graça. Preparação necessária para subsistir no tempo de angústia. Essa possibilidade e necessidade não está em nenhum dos textos parecidos com o texto do Grande Conflito p. 623 que foram inseridos no livro Ellen White e a Humanidade de Cristo.

“Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. […] Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia”. O Grande Conflito, p. 623.

Vejam essa afirmação de Woodrow. W. Whidden:

”Embora ambos os lados falem de vitória sobre o pecado através da fé na graça de Cristo, os escritores da argumentação pré-queda qualificam mais cuidadosamente a perfeição que os fiéis podem alcançar através da graça”. Woodrow. W. Whidden, Ellen White e a Humanidade de Cristo, p. 15-16

Essa afirmação que os defensores “pré-queda qualificam mais cuidadosamente a perfeição que os fiéis podem alcançar através da graça”, não se trata apenas de ser mais cuidadoso com relação à perfeição, na realidade significa que não acreditam na possibilidade da plena libertação do pecado, é bastante comum vermos teólogos adventistas afirmarem ser impossível a plena libertação do pecado, vemos também que a maioria dos membros também não acreditam na possibilidade e necessidade de plena libertação do pecado antes do fechamento da porta da graça. Caso queira conferir, basta fazer uma pesquisa na igreja que você frequenta para comprovar esse fato.

Agora vamos analisar o porquê do texto do Grande Conflito p. 623 não estar no livro Tocado Por Nossos Sentimentos.

Vemos que esse livro defende o pensamento que Cristo “possuía todos os desejos que nossa própria carne tem”.

 “Ele veio para salvar pecadores, portanto, precisava assumir a carne de pecadores […] Ele tinha todas as fraquezas da carne que nós temos. A carne que Ele Se revestiu possuía todos os desejos que nossa própria carne tem”. Tocado por Nossos Sentimentos p. 112

“Ele não foi apenas tentado, mas Suas tentações eram tão fortes que Ele sofreu quando era tentado. Heb2:18. Embora Jesus tivesse em Sua carne todos os desejos que habitavam na carne de Seus antepassados, todavia Ele nunca, nem mesmo por uma só vez, cedeu ao pecado”. Tocado por Nossos Sentimentos p. 123

Agora pergunto: Como poderiam colocar o texto do Grande Conflito onde a serva do Senhor afirma que ““Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação” e no mesmo livro afirmar que a carne que Cristo Se revestiu “possuía todos os desejos que nossa própria carne tem”?

 “Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. Satanás encontra nos corações humanos algum ponto em que pode obter apoio; algum desejo pecaminoso é acariciado, por meio do qual suas tentações asseguram a sua força. Mas Cristo declarou de Si mesmo: “Aproxima-se o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim.” João 14:30. Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia”. O Grande Conflito, p. 623.

Mensagem negligenciada e omitida

Sou um colecionador de lições da Escola Sabatina, tenho quase todas as lições depois 1980. Ainda não encontrei esse texto em nenhuma delas. Acredito que esse texto não tem nessas lições, já li bastante a maioria dessas lições e ainda não encontrei esse texto nelas, mas se alguém encontrar ficarei agradecido se me informar. Também nunca vi esse texto do grande conflito em revistas adventistas, em materiais preparados pela nossa igreja para semanas de oração, das quinze meditações matinais com mensagens do Espírito de profecia apenas na meditação Para Conhece-Lo de 1965 p. 354 encontramos esse texto do Grande conflito.

De todos os livros do Espírito de profecia traduzidos para a língua portuguesa encontramos esse texto do Grande Conflito p. 623 apenas no livro Eventos Finais, p. 267 e na meditação que já mencionamos, Para Conhece-Lo de 1965 p. 354. Ainda não encontrei em outros livros da Casa Publicadora Brasileira. Não estou dizendo que a CPB nunca publicou um livro, uma revista, com esse texto, estou dizendo que, nos meus mais de 30 anos de Igreja Adventista nunca esse encontrei esse texto em algum livro, mas se algum irmão me informar de algum livro da CPB, alguma revista, alguma lição da Escola Sabatina dos últimos 40 anos com esse texto, repito que ficarei agradecido. Essa mensagem é negligenciada e omitida. Boa parte dos membros da nossa igreja não acredita que pela graça de Deus podemos ser libertados plenamente do pecado e refletir o caráter de Cristo antes do fechamento da porta da graça, uma outra parte afirma acreditar viver como Cristo viveu, mas quando vamos analisar o que esses irmãos acreditam constatamos que para eles é possível viver como Cristo viveu porque eles rebaixaram Cristo até o nosso nível. Na prática esses irmãos ao invés de buscar pela graça de Deus ser purificados para alcançarem a norma da justiça, rebaixaram a norma da justiça rebaixando Cristo até o nosso nível. Triste realidade. Que o Senhor nos ajude, nos ajude como igreja, a aceitar e pela graça de Deus buscar viver essa mensagem, antes que seja tarde demais.

“Os pretensos crentes, que chegam despreparados ao tempo de angústia, confessarão, em seu desespero, seus pecados perante o mundo em palavras de angústia, enquanto que os ímpios exultam sobre seu desespero. O caso de todos eles é sem esperança. Os que adiaram a preparação para o dia de Deus não podem fazer essa preparação no tempo de angústia nem em qualquer período futuro”. – Signs of the Times, 27 de novembro de 1879; O Batismo do Espírito Santo, p. 112.

Desperta povo de Deus!

“‘Vem o príncipe do mundo’, disse Jesus; ‘e ele nada tem em Mim’. João 14:30. Nada havia nEle que correspondesse aos sofismas de Satanás. Ele não consentia com o pecado. Nem por um pensamento cedia à tentação. O mesmo se pode dar conosco”. O Desejado De Todas as Nações p. 129

“O homem caiu. A imagem de Deus nele se acha deformada. Por causa da desobediência ele se tornou depravado em suas inclinações e debilitado em suas faculdades, aparentemente incapaz de esperar qualquer outra coisa além de tribulação e castigo. Mas Deus, por intermédio de Cristo, planejou um escape, e diz a todos: “Portanto, sede vós perfeitos.” Mat. 5:48. O Seu propósito é que o homem seja correto e digno diante dEle, e assim o Seu plano não será frustrado. Ele enviou o Seu Filho a este mundo a fim de pagar a penalidade do pecado, e mostrar ao homem como viver uma vida sem pecado”. Signs of the Times, 30 de março de 1904; Cuidado De Deus, MM 1995, p. 320.

  “Cristo tomou a humanidade e suportou o ódio do mundo para que pudesse revelar a homens e mulheres que estes poderiam viver sem pecado, que suas palavras, atos, seu espírito, poderiam ser santificados para Deus. Podemos ser cristãos perfeitos se manifestarmos esse poder em nossa vida. Quando a luz do Céu repousar sobre nós continuamente, representaremos a Cristo. Foi a justiça revelada em Sua vida que O distinguiu do mundo e despertou seu ódio. […] As palavras de Cristo são ditas para Seu povo em todas as épocas – para nós sobre quem o fim dos séculos é chegado. Manuscrito 97, 1909”. Olhando Para o Alto, 1983, p. 297.

“O Filho de Deus era irrepreensível. “Precisamos ter como alvo essa perfeição, e vencer como Ele venceu, caso queiramos ter um lugar à Sua direita”. Testimonies, vol. 3, pág. 336. Filhos e Filhas de Deus pág. 154

E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. 1 Tessalonicenses 5:23

Portanto, caríssimos, esperando estas coisas, esforçai-vos em ser por ele achados sem mácula e irrepreensíveis na paz”. 2 Pedro 3:14; Versão Católica

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